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Futebol

Benfica vence e continua líder – resumo

29.ª jornada da I Liga

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O Benfica segurou hoje a liderança da I Liga portuguesa de futebol, em igualdade com o FC Porto, ao vencer em casa o Vitória de Setúbal, por 4-2, em jogo da 29.ª jornada.

No Estádio da Luz, em Lisboa, Rafa (02 e 36 minutos), João Félix (56) e Seferovic (67), melhor marcador do campeonato, com 19 golos, fizeram os tentos do Benfica, que ainda viu Pizzi desperdiçar uma grande penalidade (29). Nuno Valente (39) e Jhonder Cádiz, de grande penalidade (88), marcaram para os sadinos.

Um dia depois de o FC Porto ter ascendido provisoriamente ao comando no sábado, ao vencer no terreno do Portimonense (3-0), o Benfica somou a quarta vitória seguida e atingiu também os 72 pontos, tendo vantagem no confronto direto com os ‘dragões’.

O Vitória de Setúbal, que vinha de dois triunfos consecutivos, caiu para o 13.º lugar, com 31 pontos, menos um do que Boavista e Portimonense e quatro acima da zona de despromoção.

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Futebol

Vitória triunfa e regressa ao 5.º lugar da Liga

13.ª jornada da I Liga

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Foto: Twitter

O Vitória SC venceu (2-0), esta tarde, o Portimonense em jogo a contar para a 13.ª jornada da Liga portuguesa de futebol.

Léo Bonatini (2′) e Marcus Edwards (61′) carimbaram o marcador.

Com este resultado, os vimaranenses regressam ao quarto posto da tabela, com 20 pontos, os mesmos que Sporting (4.º), que recebe esta noite o Moreirense.

(em atualização)

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Futebol

“[O Aves] limitou-se a chutar para a frente e a esperar por um erro nosso”

Declarações dos treinadores no Aves-Braga, da 13.ª jornada da Liga

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Foto: DR / Arquivo

Declarações após o jogo Desportivo das Aves-SC Braga (1-0), da 13.ª jornada da I Liga de futebol, disputado hoje no Estádio do CD Aves, na Vila das Aves:

Ricardo Sá Pinto (treinador do SC Braga): “[O Aves] lutou com as armas com que lhe deixaram lutar. Em termos de jogo, limitou-se a chutar para a frente e a esperar por um erro nosso. Utilizou essa estratégia de agressividade nos duelos, num terreno mau para se jogar, em que tivemos de dar mais dois ou três toques do que o normal para poder dominar.

Não foi possível jogar o que queríamos e adaptar-nos ao terreno. O golo inicial criou-nos alguma ansiedade e não soubemos ser práticos e simples perante estas condicionantes. No final da primeira parte e no início da segunda criámos algumas oportunidades, mas a sorte e a felicidade não quiseram nada connosco.

Sou apologista de agressividade, com lealdade, mas hoje foi permitido demasiado. Houve muitas paragens que condicionaram a nossa dinâmica. Depois houve muito anti-jogo, que já estávamos à espera.

Até o próprio Aves ficou surpreendido com o golo que fez. Depois apostou em duelos e não soubemos reagir. O André [Horta] tem sido muito importante na nossa estratégia, mas o jogo não estava para ele, porque não estávamos a igualar o adversário nos contactos. Faltou um golo para entrar o jogo e ir à procura da vitória.

[Sobre a confusão entre Fransérgio e adeptos no final] Não percebi bem o que se estava a passar. Fui buscar o jogador como normalmente faço. Estamos tristes, porque queríamos aproveitar os deslizes dos adversários e eram três pontos muito importantes para continuar a subir na tabela”.

Nuno Manta Santos (treinador do Desportivo das Aves): “A estratégia resultou e o Aves ganhou. São mais três pontos, faltam disputar mais 63 neste campeonato e o Aves tem de conquistar os pontos necessários para a manutenção. Alguns desafios são decisivos para nós, no sentido de deixarmos uma imagem e uma atitude positiva. Hoje, estivemos vivos, concentrados e conseguimos uma vitória que é fruto de muito trabalho da nossa parte.

Gostei muito do rigor individual e coletivo. Pedi a cada jogador que soubesse qual era a sua tarefa e a intensidade que teria de colocar em cada momento de jogo. Depois teríamos de aproveitar a bola para causar desconforto ao Braga.

Só na parte final, com o ascendente que o adversário colocou, é que tivemos alguma dificuldade para suster cruzamentos e bolas paradas. Houve sorte, mas faz parte do jogo e quem trabalha mais tem sempre mais sorte.

O Aves tem muitos atletas profissionais e todos podem fazer parte do plantel principal ou da equipa de sub-23. Aqui não há estatuto nem experiência, mas aquilo que eles podem dar de bom ao Aves. Tenho de aproveitar isso e colocá-los a jogar.

Não quer dizer que na próxima semana estarão a jogar. Isso depende do dia de amanhã e todos têm de trabalhar para conquistar um lugar. Neste momento estou a procurar implementar no Aves a competitividade interna”.

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Futebol

Após duas derrotas, Famalicão critica arbitragem

Presidente da SAD revoltado

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Foto: Twitter / FC Famalicão

O presidente da SAD do Famalicão, Miguel Ribeiro, considerou este sábado que a arbitragem prejudicou a equipa minhota em dois lances na derrota sofrida na receção ao Tondela, por 3-2, para a 13.ª jornada da I Liga de futebol.

O dirigente considerou que a equipa de arbitragem liderada por João Bento, da Associação de Futebol de Santarém, deveria ter assinalado um penálti para os anfitriões, numa ‘mão’ de Bruno Wilson, aos 32 minutos, quando o jogo estava 2-0 para o Tondela, e validado o golo a Nehuén Pérez, aos 70, que consumaria a reviravolta aos famalicenses.

“Temos um penálti a nosso favor, numa mão. Depois de um trabalho árduo de uma equipa que esteve a perder 2-0 desde muito cedo e conseguiu o 2-2, fizemos o 3-2. E depois de seis minutos de análise de VAR, olhámos para as imagens e não conseguimos descortinar qualquer irregularidade [fora de jogo]. Esse lance dava-nos o 3-2”, lamentou, na sala de imprensa do Estádio Municipal de Famalicão, após o jogo.

O presidente da SAD famalicense disse que os jogadores, no balneário, estavam ainda “estupefactos” quanto ao golo anulado e defendeu que o Famalicão, terceiro classificado no campeonato, com 24 pontos, mas sem vencer há quatro jogos, também foi prejudicado nas duas rondas anteriores.

Miguel Ribeiro considerou que, na derrota sofrida ante o Portimonense, para a 12.ª jornada (2-1), o penálti de Roderick, que deu o 2-0 aos algarvios, não deveria ser assinalado, e que no empate caseiro com o Moreirense (3-3), da 11.ª ronda, deveria ter sido assinalada uma falta no lance que permitiu aos ‘cónegos’ reduzirem para 3-2.

“Como é que o terceiro classificado – e é terceiro porque é a terceira melhor equipa que está em Portugal -, vê-se nestas últimas três jornadas numa situação destas, em que erros objetivos nos tiram o nosso objetivo, a vitória a cada jogo?”, questionou.

O responsável salientou ainda que os erros que enumerou não deveriam ter sido cometidos com uma ferramenta como o videoárbitro (VAR), antes de desejar que este tipo de situação “não se repita” durante a época, quer com o Famalicão, quer com qualquer outra equipa na I Liga.

“Não gostávamos que o esforço de nenhuma equipa não fosse beliscado por decisões erradas”, concluiu.

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