Seguir o O MINHO

Futebol

SC Braga perde 6-2 na Luz

em

O Benfica venceu hoje o SC Braga por 6-2, na 14.ª jornada da I Liga de futebol, num jogo que dominou por completo e em que conseguiu aliar o resultado ‘gordo’ a uma exibição de ‘encher o olho’.

Com este triunfo, o Benfica sobe provisoriamente ao segundo lugar da classificação, com 32 pontos, enquanto o Sporting de Braga cai para o quarto lugar, mantendo os mesmos 30 pontos com que entrou no Estádio da Luz.

O primeiro golo da partida surgiu ao minuto 19, por Pizzi, e Jardel aumentou a vantagem aos 39. Já na segunda parte, aos 48, Grimaldo fez o 3-0, e Dyego Sousa reduziu para 3-1 à passagem do minuto 51. O Benfica voltou ‘à carga’ por Jonas, que fez o 4-1 aos 54, e Cervi colocou o resultado em 5-1 ao minuto 63. Quatro minutos depois, aos 67, André Almeida fez o melhor golo da noite, num pontapé indefensável de fora da área, e coube a João Novais fechar o resultado em 6-2, quando o cronómetro marcava 73 minutos.

O Benfica entrou melhor no encontro e desde cedo tomou conta da iniciativa de jogo. Mais expectante, o Sporting de Braga ia controlando os espaços dados aos criativos do Benfica e impediu lances de perigo no primeiro quarto de hora.

Aos 19 minutos surgiu o primeiro lance de golo do encontro, com Jonas a aparecer sozinho na pequena área bracarense, mas a desperdiçar com um remate totalmente desenquadrado. Contudo, o lance seguiu, a bola chegou a Pizzi e o médio, a partir da ala esquerda, fletiu para o meio e rematou para o poste mais longe. Tiago Sá bem se esticou, mas não teve hipótese de parar o remate do 21 do Benfica. Estava feito o 1-0.

O Sporting de Braga ‘acordou’ então para o jogo e pôs o Benfica em sentido. Aos 24 minutos, Fransérgio bateu a dupla Gedson-Fejsa e disparou um míssil para a baliza de Vlachodimos, que contou com a trave para evitar o empate.

O Braga estava por cima no jogo e teve mais três possibilidades de empatar o jogo: aos 25, Pablo cabeceou pouco ao lado do poste na sequência de um lançamento de linha lateral, no minuto seguinte, Dyego Sousa arrancou pelo flanco direito e rematou à malha lateral da baliza ‘encarnada’, e aos 34 uma enorme defesa de Vlachodimos impediu a festa bracarense a remate de Horta, já na pequena área.

Não marcaram os arsenalistas e o Benfica chegou ao 2-0. Aos 39 minutos, na marcação de um canto, Jardel chegou com a cabeça onde Tiago Sá não conseguiu chegar com as mãos e atirou a contar. Os minhotos ainda pediram falta sobre o guarda-redes, mas o VAR validou o golo das ‘águias’.

Se a primeira parte já tinha sido intensa, que dizer do recomeço de jogo. Logo aos 48, Grimaldo isolou-se na esquerda do ataque ‘encarnado, tentou servir Jonas, mas um corte deficiente da defesa do Sporting de Braga voltou a colocar a bola nos pés do espanhol, que não se fez rogado e de pé direito desfeiteou Tiago Sá pela terceira vez.

O jogo estava eletrizante e o Sporting de Braga respondeu pelo inevitável Dyego Sousa. Aos 51 minutos, Sequeira descobriu o avançado livre de marcação na área das ‘águias’ e o cabeceamento do brasileiro não deu hipóteses a Vlachodimos, colocando o resultado em 3-1.

Podia ter sido o estímulo que faltava à equipa de Abel Ferreira para reentrar na luta pelo resultado, mas o Benfica não permitiu e, apenas três minutos depois, aos 54, Jonas quis também colocar o seu nome na folha de marcadores do encontro. A jogada teve o toque de classe de Gedson, que num passe magistral isolou Cervi, e o argentino colocou a bola numa bandeja para Jonas fazer o 4-1 e o seu sexto golo no campeonato.

O brasileiro saiu de seguida para a ovação da noite, deu lugar a Seferovic, mas a produtividade dos encarnados não diminuiu: na primeira vez em que tocou na bola, o suíço desmarcou Zivkovic, o sérvio cruzou rasteiro para o centro da área minhota e Cervi disparou para o 5-1.

O Benfica não abrandava e o Sporting de Braga desmoronou-se por completo. A equipa de Rui Vitória dominava a seu belo prazer e o momento da noite chegou ao minuto 67, num golo magistral de André Almeida: à entrada da área, o lateral direito do Benfica apanhou a bola a meia altura e de pé esquerdo atirou ao ângulo superior direito da baliza de Tiago Sá, que nem se fez à bola.

O SC Braga ainda reduziu por João Novais, aos 73 minutos, num lance em que a defesa do Benfica concedeu muito espaço, mas há muito que estava encontrado o vencedor do encontro.

Anúncio

Futebol

“Vamos tentar fazer 31 pontos na segunda volta”

Declarações após o Famalicão-Marítimo (1-1)

em

Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores do Famalicão e do Marítimo no final do encontro da 17.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “O Marítimo é uma equipa muito forte, com um processo ofensivo com muita qualidade, com um bom guarda-redes, que dificulta a pressão alta que queríamos fazer, uma vez que consegue vascular o jogo com facilidade. No processo defensivo também é uma equipa muito forte.

Contudo, conseguimos ser competentes para chegar com bola aos nossos médios. Na primeira parte, tivemos várias oportunidades para lá chegar. Fomos previsíveis e algo lentos, falhámos alguns passes e não chegámos com a qualidade que pretendíamos para as zonas de finalização.

Na segunda parte fomos melhores e dominámos o Marítimo. Fomos muito pressionantes com e sem bola, mas com algum azar não empatámos. No último lance fomos felizes, mas o último é igual ao primeiro. Acabámos por empatar e foi um justo prémio para nós.

Vamos tentar fazer 31 pontos na segunda volta. Como profissionais, num clube como o Famalicão, só podemos pensar desta forma: fizemos jogos contra todas as equipas da primeira divisão e não podemos olhar para trás. O jogo acabou e está tudo no balneário triste. Ninguém pode falar em acabar no oitavo lugar, isso não nos passa pela cabeça. Se fomos capazes de fazer 31 pontos na primeira volta, sabemos que é complicado, que há equipas com outros recursos, mas vamos lutar por objetivos altos e pelos mesmos 31 pontos. Não vamos baixar a fasquia, trabalhamos numa casa que nos exige vitórias e sucesso”.

– José Gomes (treinador do Marítimo): “Foi um jogo repartido, com o Famalicão a ter mais tempo a controlar o jogo, mas os meus jogadores foram cumpridores naquilo que era o nosso plano de jogo, a parar aquilo que eles fazem neste campeonato. Normalmente, nestas situações, o foco vai para aquilo que o Famalicão não fez bem, mas a questão é porque é que não conseguiu fazer o que costuma fazer.

Todos os maritimistas antes do jogo comprariam o empate. Depois do jogo fica o sabor de perda de dois pontos. Jogámos contra uma equipa muito bem organizada e que não está no terceiro lugar por acaso. Defensivamente fomos cumpridores e conseguimos anular o jogo ofensivo do Famalicão. Foi pena este lance no fim que deu o golo.

Desde que cá estou, só perdemos o primeiro jogo. Por isso, atendendo ao registo desta época, podemos considerar positivo. A tendência é melhorar e que a equipa suba o nível”.

Continuar a ler

Futebol

“Dividiu-se o mal pelas aldeias”

17.ª jornada da Liga

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Declarações dos treinadores após o jogo Paços de Ferreira – Gil Vicente, que terminou empatada (0-0), da 17.ª jornada da I Liga de futebol:

– Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “Foi um jogo muito difícil. Houve uma guerra tremenda pelos pontos. O jogo nem sempre foi bem jogado, mas foi emotivo. Estava-se a adivinhar um golo para qualquer um dos lados e, quem marcasse, ficava mais perto de ganhar.

Não houve muitas oportunidades, lembro-me de duas bolas na barra, também tivemos as nossas oportunidades, mas seria penalizante a derrota para qualquer uma das equipas. Mas, também, nenhuma delas merecia vencer. Dividiu-se o mal pelas aldeias. Conseguimos ganhar um ponto e o resultado está de acordo com o que as equipas produziram”.

– Pepa (treinador do Paços de Ferreira): “Tornou-se um jogo difícil e complicado. Tentámos na primeira parte ter mais bola e ligar os setores, mas uma equipa quando está baixa, de frente para o jogo e à espera do erro, torna-se fácil identificar as referências de pressão. Sentimos isso, o que deu azo às transições do Gil, mas a entrada foi positiva da nossa parte. Optámos depois por um jogo diferente, mais combativo e direto, o terreno assim exigia. Conseguimos várias oportunidades, mas não fizemos golo.

Estamos sempre mais próximos de ganhar quando não sofremos e nesse aspeto temos crescido muito. Quatro jogos seguidos sem sofrer é algo de valorizar, e muito”.

Continuar a ler

Futebol

Famalicão empata com golo aos 96 minutos

Frente ao Marítimo

em

Foto: DR / Arquivo

Um golo de Toni Martínez, aos 90+6, garantiu hoje o empate do Famalicão na receção ao Marítimo, numa partida relativa à 17.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Depois de estarem a vencer durante grande parte do jogo, os insulares viram a hipótese de conquistar os três pontos desaparecer no último lance da partida.

O Famalicão, terceiro classificado, soma agora o quinto jogo sem perder e, na passada quarta-feira, garantiu a qualificação para as meias-finais da Taça de Portugal após vencer em Paços de Ferreira, por 1-0.

Já o Marítimo mantém-se no 11.º lugar, com 20 pontos, e conta agora cinco rondas consecutivas a somar pontos: duas vitórias e três empates.

A partida iniciou-se equilibrada, mas com poucos remates de perigo. Aliás, foi precisamente no primeiro remate à baliza que o Marítimo conseguiu chegar ao golo.

Depois de uma falha de Roderick, num local onde era proibido falhar, a bola acabou por sobrar para Joel que, isolado, não desperdiçou a oportunidade de inaugurar o marcador, surpreendendo Vaná.

A partir daí o jogo ganhou um novo ânimo, com a formação da casa a crescer em campo na procura da igualdade.

Aos 34 minutos, numa jogada de insistência, a bola fica com Diogo Gonçalves que atirou por cima.

Até ao intervalo, a equipa do Famalicão pressionou e fez de tudo para chegar ao intervalo, pelo menos, com o empate, ainda assim, a finalização não correspondeu com o resto da exibição.

Para a segunda parte, o Famalicão entrou ainda mais forte, mais pressionante, na tentativa de chegar o mais rapidamente ao empate.

Aos 51 minutos, Fábio Martins esteve muito perto de o conseguir. O avançado rematou em jeito, mas a bola foi à barra, deixando assim o aviso.

As oportunidades de golo continuaram a ser escassas para os dois lados e só no tempo de compensação é que os famalicenses surpreenderam.

Após um livre marcado pelo estreante Coly, Toni Martínez, que havia saído do banco, desviou a bola para dentro da baliza de Amir, para desespero da equipa do Marítimo, que viu assim fugir dois pontos.

Ficha de Jogo

Jogo disputado no Estádio Municipal de Famalicão.

Famalicão – Marítimo, 1-1.

Ao intervalo: 0-1.

Marcadores:

0-1, Joel, 22 minutos.

1-1, Toni Martínez, 90+6.

Equipas:

Famalicão: Vaná, Ivo Pinto (Rúben Lameiras, 66), Roderick, Riccieli, Coly, Gustavo Assunção, Pedro Gonçalves (Ofori, 79), Uros Racic, Fábio Martins, Diogo Gonçalves e Anderson (Toni Martinez, 66)

(Suplentes: Defendi, Guga, Ofori, Rúben Lameiras, Toni Martínez, Alex Centelles e Patrick).

Treinador: João Pedro Sousa.

Marítimo: Abedzadeh, Bebeto, Zainadine, Rene Santos, Ruben Ferreira, Nanu, Vukovic, Moreno, Correa (Getterson, 88), Joel (Edgar Costa, 64) e Rodrigo Pinho (Jhon Cley, 90+2).

(Suplentes: Charles, Grolli, Getterson, Edgar Costa, Barrera, Jhon Cley e China).

Treinador: José Gomes.

Árbitro: Rui Oliveira (AF Porto)

Ação disiciplinar: cartão amarelo para Rodrick (41), Jorge Correa (43), Vukovic (45+1), Coly (54), Riccieli (55), Zainadine (59), Rúben Ferreira (64) e Amir (76).

Assistência: Cerca de 4.000 espetadores.

(notícia atualizada às 20h09)

Continuar a ler

Populares