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Atletismo

Benfica e Sporting revalidam títulos de pista coberta, SC Braga fora do pódio atrás do Juventude Vidigalense

Campeonatos Nacionais de Atletismo em Braga

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Foto: Facebook de FP de Atletismo

O Benfica, em masculinos, e o Sporting, em femininos, sagraram-se hoje campeões nacionais de clubes em pista coberta, no Altice FORUM, em Braga, ambos com grande vantagem sobre os vice-campeões, igualmente os ‘leões’ e as ‘águias’.


Na competição masculina, e com a vantagem de oito pontos conseguida no primeiro dia, devido ao zero do Sporting na vara, o Benfica surgiu determinado, como a sua coordenadora havia afirmado, com vontade de vencer sempre e isso só não aconteceu nos 800 metros, com Nuno Pereira, campeão de Portugal, a vencer.

De resto, o domínio benfiquista cimentou-se nas vitórias de Rui Pinto, nos 3.000 metros (8.16,91 minutos), Tsanko Arnaudov, no peso (19,36 metros) e João Vítor Oliveira, nos 60 metros barreiras, com Rasul Dabo, do Sporting, a ficar em segundo, correndo abaixo dos oito segundos).

A estafeta ‘encarnada’ dos 4×400 metros também cumpriu o favoritismo (3.12,89 minutos), enquanto Pedro Pichardo impôs-se no triplo-salto, ao pular 17,32 metros, a terceira marca mundial do ano. Nelson Évora ficou-se a mais de meio metro, nos 16,77.

No final, o Benfica terminou com 100 pontos, mais 12 que o Sporting, enquanto o Juventude Vidigalense subiu ao terceiro lugar com 66,5 pontos, mais 10 pontos que a equipa do SC Braga, quarto classificado.

Em femininos, o favoritismo do Sporting também se confirmou, com as ‘leoas’ a perderem apenas uma prova (salto em altura) no primeiro dia e mais três hoje.

Dulce Félix, do Benfica, foi a vencedora clara dos 3.000 metros, e a também benfiquista Eliana Bandeira, venceu folgadamente o lançamento do peso. Inesperada, foi a derrota nos 800 metros, com Carla Mendes, do Vidigalense, a conseguir um excelente resultado (2.08,32 minutos).

As outras provas deram triunfos claros do Sporting, por Patrícia Mamona (14,10 metros no triplo-salto), Eleonor Tavares (4,10 metro no salto com vara), Olímpia Barbosa (8,24 segundos nos 60 metros barreiras), e a estafeta de 4×400 metros (3.48,60).

No total, o Sporting somou 99 pontos, mais 14 do que o Benfica, segundo classificado, com Juventude Vidigalense a subir ao pódio, ao somar 66 pontos, apenas mais dois do que a equipa da casa, o SC Braga, que ficou no quarto lugar.

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Atletismo

Provas da Liga Diamante de Eugene e Paris canceladas

Por causa da pandemia

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Foto: DR / Arquivo

Os ‘meetings’ de atletismo de Eugene, nos Estados Unidos, e de Paris, pontuáveis para a Liga Diamante, foram anulados devido à pandemia de covid-19, anunciaram hoje os organizadores.

A competição de Paris, marcada inicialmente para junho e depois reagendada para 06 de setembro, foi anulada pela Federação Francesa de Atletismo devido, entre outros fatores, “às restrições sanitárias em vigor” e “à incerteza sobre a presença de atletas oriundos do mundo inteiro”.

Os organizadores do ‘meeting’ de Eugene justificaram o cancelamento da prova, prevista para 04 de outubro, com as “condições sanitárias” que vigoram no estado norte-americano de Oregon.

A Liga Diamante, que com estes dois cancelamentos fica reduzida a 11 provas, em vez das 15 inicialmente previstas, deverá ter início em 14 de agosto, no Mónaco, seguindo-se, em 23 do mesmo mês, o ‘meeting’ de Estocolmo.

Além das duas provas hoje canceladas, já tinham sido retirados do calendário a de Rabat e a de Londres, que deveriam ter sido disputados em 31 de maio e 04 de junho, respetivamente.

A pandemia de covid-19 já provocou quase 487 mil mortos e infetou mais de 9,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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Atletismo

Federação de atletismo tem plano de retoma e vai anunciar calendário

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) definiu o seu programa de retorno à competição após a interrupção pela covid-19, acompanhado de um plano de recomendações para os treinos e atividades.

Na quarta-feira, a FPA divulga a calendarização e locais do primeiro período competitivo, que se inicia no sábado, com o setor de lançamentos, e que “visa tocar em todos os domínios do atletismo português”.

“É um programa de retoma progressivo, dividido por fases e focado em alcançar a normalidade desportiva e social”, especifica Jorge Vieira, presidente da FPA, que não garante que, face às incertezas provocadas pela pandemia, essa calendarização seja “definitiva”.

Confederação de Treinadores pede retoma urgente do desporto federado

O documento teve em consideração as normas e recomendações das várias entidades nacionais e internacionais e, segundo a federação, vai ao encontro das orientações mais recentes da Direção-Geral da Saúde (DGS) para a utilização de recintos desportivos e para a realização da prática desportiva.

“Apesar de abrangente, é preciso realçar que a realidade que vivemos, ainda no meio de uma pandemia, impõe inúmeros desafios e uma constante atualização de regras, normas e recomendações, por isso, sempre que justificável, as recomendações constantes neste documento serão atualizadas, em conformidade com as orientações emanadas dos órgãos decisores”, esclarece a entidade.

A FPA lembra que “a segurança, o desenvolvimento e a promoção da modalidade serão sempre os objetivos na base destas e de futuras recomendações”.

Jorge Vieira destacou o papel dos clubes neste processo – “habituados a viver com dificuldades, sobretudo financeiras” – e manifestou-se confiante de que os mesmos “vão superar, progressivamente, as dificuldades resultantes desta paralisação da atividade social e económica”.

O dirigente considera ainda que este é o “momento e oportunidade para aprofundar o relacionamento do desporto federado com o desporto escolar”, sugerindo uma “cooperação sem precedentes”, medida que, defende, “não pode ser mais adiada”.

O documento da retoma foi elaborado pela direção da FPA juntamente com a direção técnica nacional, tendo passado posteriormente pela “análise crítica e respetivos contributos” de todos os diretores técnicos regionais, contando também com o contributo dos treinadores em cada setor.

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Atletismo

Atleta Hélio Gomes vai ser operado quarta-feira ao tendão de Aquiles

Fundista do Sporting

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Hélio Gomes. Foto: DR/Arquivo

O fundista português Hélio Gomes, do Sporting, vai ser operado na quarta-feira ao tendão de Aquiles, para tratar uma lesão que o manteve limitado durante vários meses.

“A lesão é no tendão de Aquiles do pé direito. Espero recuperar dentro de um a dois meses, e voltar já na época de 2020/21, a partir de outubro”, disse o atleta de Viana do Castelo, em declarações à agência Lusa.

Hélio Gomes, de 35 anos, entendeu, juntamente com o clube leonino, avançar para a cirurgia, num momento em que os calendários nacional e internacional se mantêm parados devido à pandemia da covid-19, que suspendeu ou cancelou as competições.

De acordo com Hélio Gomes, foi considerado resolver já o problema, de “forma a atacar o ano de 2021 na máxima força”, e estar nos campeonatos nacionais de corta-mato, que foram em março adiados para novembro.

Hélio Gomes, que foi quarto classificado nos 1.500 metros dos Europeus de 2012, disse ainda à Lusa já ter efetuado o teste à covid-19, do qual deverá ainda hoje à noite ter o resultado, antes de ser operado na quarta-feira, em Lisboa.

O atleta é campeão nacional dos 5.000 metros, sendo detentor do melhor registo do ano, ainda em 2019, ao correr a distância em 13.41,01 durante o ‘meeting’ internacional de Barcelona, em julho.

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