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Esposende

Bebé com raízes em Esposende tem a mesma doença de Matilde e pede ajuda

Nascida no Canadá

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Foto: Direitos Reservados

Uma bebé com raízes em Esposende, mas que nasceu no Canadá e tem apenas dois meses de vida, foi diagnosticada com atrofia muscular espinal, a mesma doença de Matilde, que angariou 2 milhões de euros para pagar “o remédio mais caro do mundo”.

O pai de Eva, Ricardo Batista, que é oriundo de Esposende e vive com a família em Toronto, explica que a bebé faz esforço para respirar, e a alimentação tem de ser praticamente toda por sonda.

No início deste mês, uma análise genética detetou que Eva é portadora da forma mais grave da doença, o tipo 1, que pode levar à morte, uma vez que, no limite, o doente deixa de conseguir respirar.

O Zolgensma ainda não está a ser administrado no Canadá. No entanto, a família lançou a campanha “For Eva Strong” nas redes sociais e abriu uma conta em Portugal com o nome da bebé (NIB: 00350288000366975305).

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Cávado

Prozis bloqueada em Itália: “Cada dia que passa é uma fortuna”

Empresa de Esposende fatura 50 milhões anuais no país

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Foto: DR / Arquivo

O site de venda ‘online’ de suplementos alimentares da Prozis.com estava inacessível. Itália, na sexta-feira da semana passada, reportando a empresa, com sede em Esposende, um prejuízo diário de milhares de euros naquele que é um dos seus principais mercados.

Em declarações à agência Lusa, o fundador e presidente da Prozis disse estar a ser afetado por a situação desde quarta-feira à noite, algo que também acontece com a Zumub, concorrente portuguesa da Prozis e com mais um ‘e-commerce’ espanhol de venda de suplementos alimentares.

“Já estamos a investigar esta situação e a falar com a Vodafone e a Telecom Italia”, afirmou Miguel Milhão, no final da semana passada, convicto de que se trata de “uma espécie de sabotagem”: “Nós já estávamos a desconfiar que isto era sabotagem, mas se existe outra empresa com o mesmo problema da mesma área, então definitivamente é sabotagem”, sustentou, admitindo que a iniciativa parta da “concorrência italiana”.

Conforme explicou, “alguém que tem a acesso à rede está ativamente a criar confusão para não ser possível aos clientes de Itália acederem ao portal” das empresas portuguesas, direcionando os respetivos DNS para o ‘local host’, ou seja, para o computador do próprio cliente, o que impede o acesso aos ‘sites’.

Garantindo que se trata de uma situação inédita nos 14 anos de vida da empresa, que fatura 200 milhões de euros/ano, dos quais 50 milhões em Itália, Miguel Milhão fala num prejuízo diário em torno dos 150 mil euros.

“Cada dia que passa é uma fortuna”, lamentou, admitindo que a posição “tão dominante” da Prozis no mercado gere inimizade e prevendo que a situação vá desembocar em “anos de processos judiciais”, dado o “nível de ilegalidade impressionante” em causa.

Quanto à probabilidade de se tratar de um problema técnico, não intencional, o presidente da Prozis diz que “seria como ganhar o Euromilhões”.

Já o diretor-geral da Zumub, explicou, também na sexta-feira, que a página eletrónica da empresa estava inacessível em Itália desde as 20:00 de quarta-feira.

“A situação manteve-se assim durante todo o dia de ontem [quinta-feira] e até ao momento”, afirmou Urbano Veiga, explicando que “os visitantes que acedem ao ‘site’ recebem uma mensagem de erro porque o DNS [do inglês ‘Domain Name System’ ou Sistema de Nomes de Domínio, que localiza e traduz os endereços dos ‘sites’ para números IP] dos respetivos domínios foi bloqueado em Itália”.

Segundo refere, “estes bloqueios foram reportados por centenas de utilizadores italianos” e estão a ocorrer nas duas maiores empresas de serviços de internet italianas (Telecom Italia e Vodafone), apesar de a Telecom Italia afirmar que não existe nenhum bloqueio ativo”.

De acordo com o diretor-geral da Zumub, “outros grandes ‘e-commerce’ europeus de outras áreas de negócio (num conjunto de mais de 100 ‘sites’ testados) continuam a funcionar dentro da normalidade”, sendo que, “até ao momento, a Zumub.com não foi notificada por quaisquer autoridades italianas de que o seu sítio estivesse banido em Itália”.

Embora admita poder tratar-se de um problema técnico alheio à empresa, o diretor-geral da Zumub considera a situação “muito estranha”, já que parece afetar apenas duas empresas portuguesas e uma espanhola do mesmo setor de atividade, e destaca o forte impacto financeiro que está a ter na atividade da empresa em Itália.

Com uma faturação anual de 5,2 milhões de euros, a Zumub fatura cerca 100 mil euros por mês em Itália, que é o seu principal mercado internacional, num total de 1,2 milhões de euros/ano, e diz estar a ter um prejuízo diário na ordem dos sete mil euros com este bloqueio.

A Zumub integra, juntamente com a transportadora de ‘e-commerce’ Delnext, o grupo português Combinação Pura, cujo volume de negócios anual ascende a sete milhões de euros, 60% dos quais no exterior.

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Cávado

Longas filas mas distanciamento assegurado na praia de Ofir

Calor

em

Foto; Pedro Silva / O MINHO

Centenas de pessoas dirigiram-se até ao concelho de Esposende para desfrutar das praias marítimas do distrito de Braga. Grande parte preferiu o areal de Ofir, com longas filas de trânsito a formarem-se nas imediações.

Apesar da grande adesão, foi possível verificar que, no areal, o distanciamento não só foi cumprido como ainda alargado, com distâncias de mais de cinco metros entre grupos de veraneantes. O mesmo sucede na água, com o respeito pela distanciamento social.

Foto: Pedro Silva / O MINHO

Foto: Pedro Silva / O MINHO

Foto: Pedro Silva / O MINHO

Foto: Pedro Silva / O MINHO

Foto: Pedro Silva / O MINHO

Foto: Pedro Silva / O MINHO

Os utentes das praias devem assegurar um distanciamento físico de 1,5 metros entre diferentes grupos e afastamento de três metros entre chapéus de sol, toldos ou colmos, a partir de 06 de junho, determinou o Governo.

Relativamente ao estado de ocupação das praias, vai existir “sinalética tipo semáforo”, em que a cor verde indica ocupação baixa (1/3), amarelo é ocupação elevada (2/3) e vermelho quer dizer ocupação plena (3/3).

Segundo o Governo, a informação sobre o estado de ocupação das praias vai ser “atualizada de forma contínua, em tempo real”, designadamente na aplicação InfoPraia e no sítio da APA.

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Cávado

Esposende autoriza alargamento de esplanadas

Covid-19

em

Foto: Divulgação

O Município de Esposende aprovou hoje, em reunião de Câmara e por unanimidade, a definição de medidas excecionais no apoio à atividade económica, nomeadamente, através da autorização especial de algumas ocupações de espaço público.

Estes incentivos devem-se à situação sanitária e económica, que decorre da pandemia por covid-19 e destinam-se aos empresários de estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, especialmente os do setor da restauração e bebidas, anunciou a autarquia.

Em comunicado, a Câmara de Esposende justifica a medida “por força das orientações da Direção-Geral de Saúde, face ao número de lugares permitidos no interior dos estabelecimentos”, que foi reduzido para metade devido à necessidade do cumprimento das distâncias de segurança entre pessoas.

“Esta redução tem um significativo impacto na sustentabilidade económica destas empresas, uma vez que implica a manutenção dos custos de contexto, ao mesmo tempo que reduz substancialmente a receita possível”, explica o comunicado.

“Para ajudar os empresários a ultrapassar esta limitação, sem jamais prejudicar a saúde pública e protegendo clientes e colaboradores, o Município entende que é determinante disponibilizar área afeta ao domínio público para alargamento e/ou instalação de esplanadas”, acrescenta.

Esta medida representa a possibilidade de aumento da área e do número de lugares disponíveis para prestação dos serviços das empresas. Esta medida, que vigorará até 30 de setembro, com possibilidade de renovação por períodos sucessivos de 30 dias, não se restringe ao setor da restauração, podendo ser aplicada a outros setores de atividade, sempre que tal se justifique. Contudo, tratando-se de área afeta ao domínio público, deverão ser respeitadas todas as regras necessárias, para assegurar a utilização desses espaços, nomeadamente em zonas de passagem, pelos demais cidadãos, mantendo-se o princípio da equidade na gestão territorial.

“Neste sentido, foi definido um conjunto de procedimentos e requisitos mínimos que brevemente poderão ser consultados no site do Municípo. Para formalizar o pedido, os empresários interessados deverão remeter e-mail para os endereços eletrónicos do Serviço de Gestão do Espaço Público, ([email protected] esposende.pt) e do Serviço de Fiscalização, ([email protected]), com a identificação do requerente, do estabelecimento, sempre que possível com o número do processo municipal respetivo, bem como do período da ocupação pretendido e de uma peça desenhada/croqui rigoroso que identifique a área que pretende ocupar e, ainda, o valor da mesma. Todos os pedidos serão sucedidos de ação de fiscalização ao local”.

Este pedido de autorização especial é exclusivo para a ampliação excecional da esplanada, não substituindo a necessidade dos procedimentos junto do Balcão de Empreendedor, para comunicação da ocupação de espaço público com a instalação das esplanadas, habitualmente apresentadas pelos estabelecimentos.

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