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Braga

BE/Braga quer aumento dos salários para “promover igualdade”

Eleições Legislativas

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Foto: Divulgação / BE Braga

O Bloco de Esquerda esteve, na tarde de segunda-feira, reunido com a União dos Sindicatos de Braga, para conhecer um caderno reivindicativo destes representantes dos trabalhadores e apresentar as propostas do partido na área laboral.

No final do encontro, José Maria Cardoso, cabeça de lista por Braga, afirma que “o Bloco acompanha as exigências destes sindicatos, que propõe a valorização dos direitos dos trabalhadores, nomeadamente o aumento dos salários, e a alteração da distribuição da riqueza produzida de forma a promover a igualdade”.

O candidato a deputado destaca a necessidade de “reverter as normas da troika na legislação laboral, recuperando a contratação coletiva, para aumentar a capacidade reivindicativa dos trabalhadores e, consequente, assegurar a melhoria dos seus direitos”.

O bloquista critica ainda “as alterações à lei efetuadas pelo PS, PSD e CDS, no final da legislatura, que universalizou os contratos de muito curta duração a todos os setores da economia e alargou o aumento do período experimental para 180 dias para jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração, situação que levará o Bloco, em conjunto com o PCP e o PEV, a solicitar a avaliação da constitucionalidade da medida ao Tribunal Constitucional”.

“A melhoria da qualidade de vida da população só é conseguida através da diminuição do horário para as 35 horas, no público e no privado, e o aumento geral dos salários, por isso, é tão importante o aumento do salário mínimo para 650 euros em 2020 e de 5% nos seguintes, para puxar pelos restantes níveis salariais”, refere José Maria Cardoso e acrescenta “é importante também valorizar as longas carreiras contributivas e os trabalhadores por turno”.

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Braga

Deputada independente recebeu ‘Mulheres de Braga’ e destacou esforço contra a violência

Luta contra a violência doméstica

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Foto: Facebook de Joacine Katar Moreira

A deputada não inscrita Joacine Katar Moreira recebeu, durante a manhã desta quinta-feira, representantes da associação Mulheres de Braga, criada poucos dias depois do bárbaro assassinato passional de Gabriela Monteiro, em setembro de 2019, às mãos do ex-companheiro.

Emília Santos, atual presidente do coletivo bracarense, deu a conhecer o projeto da associação, que formalizou durante este mês de fevereiro os seus novos órgãos sociais.

Joacine destacou a associação como “inspiradora”, depois de ficar ” a conhecer de perto e em primeira mão (…) aquilo que é o fruto do poder e da empatia” quando “neste caso em particular, as mulheres, reúnem braços e esforços para lutar contra formas de violência”.

“A sororidade também faz a força”, escreveu a deputada nas redes sociais.

Já ontem [terça-feira], a associação tinha reunido com Mariana Silva, a deputada do partido Os Verdes, eleita pelo círculo de Setúbal, mas natural de Guimarães. É intuito do grupo reunir-se, até sexta-feira, com todos os grupos parlamentares daquele plenário.

Criada a 14 de fevereiro, data simbolicamente escolhida por ser Dia dos Namorados, a AMBRAGA pretende apoiar pessoas vítimas de violência doméstica, prestando-lhes serviços gratuitos e confidenciais, promover medidas de combate/prevenção da violência doméstica e contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas e sociais focadas no estatuto da vítima.

A ideia é disponibilizar apoio, social, jurídico e psicológico às vítimas de violência doméstica, no decorrer dos processos judiciais, após o seu término ou sempre que necessário.

Mulheres de Braga pedem aos políticos “medidas prioritárias” de combate à violência doméstica

Promover atividades que visam contribuir para o aumento da autoestima e independência emocional das vítimas e auxiliá-las na integração do mercado de trabalho, de forma a contribuir para a sua autonomia económico-financeira, são outros objetivos.

A AMBRAGA propõe-se ainda colaborar com estruturas representativas da justiça, das polícias, da saúde, da segurança social e ainda com as autarquias locais e outras entidades públicas ou particulares.

Pretende igualmente promover e participar em programas, projetos e ações de sensibilização e formação na área da violência doméstica, bem como contribuir para a adoção de medidas legislativas, regulamentares e administrativas, facilitadoras da defesa, proteção e apoio à vítima de violência doméstica, com vista à prevenção dos riscos.

Mulheres de Braga: “Vítimas de violência doméstica sentem-se gozadas pelos tribunais”

Em novembro de 2019, as “Mulheres de Braga” entregaram na Assembleia da República uma petição com cerca de oito mil assinaturas, que pede medidas prioritárias de proteção das vítimas de violência doméstica.

Na sequência dessa petição, Emília Santos vai ser recebida, de 26 a 28 de fevereiro, por todos os partidos com assento na Assembleia da República.

Intitulada “Basta de nos matarem”, a petição exige a criação de gabinetes especializados para o atendimento às vítimas nas esquadras policiais em todo o país, garantindo a presença de agentes especializados para este atendimento 24 horas.

Mulheres de Braga saíram à rua para exigir que “parem de as matar”

Pede ainda o reforço da formação dos agentes judiciários e dos serviços sociais de apoio aos tribunais e criação de tribunais mistos (criminal e família e menores) especializados para julgar todas as questões relacionadas com a prática daquele crime num processo único.

A criação de mecanismos de “efetiva” aplicação da Convenção de Istambul, designadamente quanto à proteção da vítima após a denúncia, criando planos de segurança e seu acompanhamento ao longo do processo, é outra das reivindicações.

A petição apela também à promoção de medidas legislativas que assegurem a segurança da vítima e seus filhos durante o processo, designadamente mediante aplicação de medidas de coação eficazes que protejam as vítimas do agressor e lhes permitam manterem-se na sua residência.

Quer igualmente a proteção das crianças vítimas diretas ou indiretas de violência e abuso sexual, suspendendo-se os contactos com o agressor até ao fim do processo-crime e, em caso de condenação, restrição das responsabilidades parentais em conformidade com o crime.

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Braga

Indústrias de defesa caçam soluções inovadoras na “Nanotecnologia” em Braga

Têxteis inteligentes que “fintam” os sensores de ultravermelhos são uma das soluções em desenvolvimento no INL, que podem interessar às Forças Armadas

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Foto: DR / Arquivo

Têxteis inteligentes que “fintam” os sensores de ultravermelhos são uma das soluções em desenvolvimento no Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, em Braga, que podem interessar às Forças Armadas, admitiu hoje o ministro da Defesa.

De visita ao INL, no âmbito da iniciativa governamental “Governo mais Próximo”, João Cravinho aludiu ainda a outras soluções que ali estão a ser investigadas, como biossensores que identificam um ambiente potencialmente contaminado ou a uma espécie de cobertura para tornar aeronaves não detetáveis por radar.

“Este é um laboratório de vanguarda e as indústrias de defesa tipicamente são de vanguarda. Há aqui toda uma gama de investigação muitíssimo interessante para as indústrias de defesa”, sublinhou o ministro.

João Gomes Cravinho destacou o empenho do Governo em equipar as Forças Armadas, nomeadamente através do projeto “Soldado do futuro”, em que serão investidos 42 milhões de euros nos próximos anos.

O projeto passa pela aquisição de armamento e de proteção e vai ser implementado ao abrigo da Lei de Programação Militar, que se estende até 2030.

“Isto é uma necessidade permanente, os nossos militares precisam permanentemente de ser atualizados com equipamento do melhor nível possível, e todos os anos há novidades. É muito interessante ver que algumas dessas novidades também estão a ser desenvolvidas aqui em Portugal”, disse ainda.

Referiu-se, designadamente, aos têxteis inteligentes que permitem escapar aos sensores ultravermelhos.

“Pode ser muito importante para as nossas Forças Armadas, logo que tiver chegado a um estágio em que possa ser aplicado nas roupas”, afirmou.

O INL tem investigadores de mais de 40 nacionalidades.

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Braga

Bosch está a recrutar engenheiros para Braga

Emprego

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Foto: DR / Arquivo

A empresa alemã Bosch tem 140 vagas para preencher nas empresas de Braga, Aveiro, Ovar e Lisboa, anunciou hoje a empresa.

Para Braga, há várias vagas para o setor de engenharia elétrica e desenvolvimento de software, entre outros.

Há também vaga para um engenheiro de desenvolvimento de sistemas de teste, para um engenheiro mecânico para infraestruturas, para um engenheiro de coordenação de qualidade do processo e um especialista em testes de hardware.

As candidaturas podem ser efetuadas através do site oficial da multinacional alemã.

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