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Barcelos

Barcelos quer paragem do Alfa e Intercidades

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Estação de caminhos de ferro de Barcelos. Foto: O MINHO (06/2018)

O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, defendeu hoje que a paragem do Alfa Pendular e do Intercidades em Viana do Castelo e Nine, “em nada implica que não pare também em Barcelos”.

No final da reunião do executivo, Miguel Costa Gomes avançou já ter pedido “esclarecimentos e informações sobre o assunto”, de forma a perceber se o Alfa Pendular e o Intercidades vão parar na estação local de Barcelos, assim que as obras na linha do Minho terminarem.

“Por parar em Viana do Castelo e Nine, não quer dizer que não pare em Barcelos. Aquilo que eu mandei fazer, e que penso que já seguiu, é interpelar o senhor Ministro e a Comboios de Portugal (CP) para saber o que têm planeado”, explicou o presidente.

A questão foi levantada pelo vereador do PSD, José Novais, que revelou aos jornalistas ter questionado o presidente sobre o acompanhamento da paragem dos comboios na estação de Barcelos.

“Após as obras de modernização da linha do Minho, abrir-se-á uma janela de funcionamento desses comboios e Barcelos não pode ficar fora desse itinerário”, afirmou o vereador.

Questionado pelos jornalistas sobre a mudança da paragem do comboio ‘Celta’ de Barcelos para Nine, e se está agora a acontecer o mesmo com o Alfa e o Intercidades, o presidente da câmara afirmou ainda que esse “foi um processo diferente” e que “a retirada foi por decisão política”.

“Fui eu que o negociei o processo do ‘Celta’, mas de repente, por decisão política, retiraram o comboio de Barcelos, o que não faz sentido, porque o potencial de passageiros é aqui”, acrescentou.

Com partidas diárias de Porto Campanhã e Vigo, o comboio ‘Celta’, operado pela CP em conjunto com a Renfe, liga atualmente as cidades do Porto e Vigo, com paragens em Nine, Viana do Castelo e Valença.

O comboio “Celta” iniciou a sua exploração comercial em julho de 2013, assegurando uma ligação rápida entre Vigo e Porto, com paragens em Valença, Viana do Castelo e Nine.

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Barcelos

Bloco de Esquerda recomenda ao Governo construção de novo hospital em Barcelos

“Promessa que remonta a 2007”

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Hospital de Barcelos,. Foto: Divulgação / Hospital de Barcelos

O Bloco de Esquerda (BE) apresentou, na Assembleia da República, um projeto de resolução para a construção do novo hospital de Barcelos, sublinhando que se trata de uma promessa que remonta a 2007, anunciou aquele partido.

Segundo o deputado bloquista José Maria Cardoso, eleito pelo círculo eleitoral de Braga, a construção de um novo hospital em Barcelos é “promessa muitas vezes efetuada, mas ainda não concretizada”.

José Maria Cardoso referiu que em 2007 foi aprovada a construção do hospital e que em 2012 foi apresentada a maquete do novo edifício, tendo a Câmara Municipal referido “diversas vezes” que disponibilizará o terreno.

“Mas o tempo passa, as promessas sucedem-se e a concretização não acontece”, lamentou.

Sublinhou que Barcelos “precisa ter um hospital funcional, capaz de dar resposta diferenciada e de qualidade aos utentes da sua área de referenciação”.

Para o Bloco de Esquerda, é “fundamental” que o processo seja finalmente desbloqueado, a bem das populações e do seu direito ao acesso à saúde.

Citando o Relatório de Gestão e Contas do hospital referente a 2016, o Bloco lembra que o edifício “apresenta fortes constrangimentos da sua estrutura física, que condicionam a realização das atividades assistenciais”.

Diz ainda que embora exista “alguma margem para aumento da eficiência interna, muitos dos atuais constrangimentos só poderão ser resolvidos com a construção de um novo hospital”.

Por isso, o Bloco propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo que sejam desencadeadas as diligências necessárias tendo em vista a construção do novo Hospital de Barcelos.

Quer ainda que o Governo garanta que a construção e a gestão do novo Hospital de Barcelos sejam públicas e não parcerias público-privadas (PPP).

Na sexta-feira, em Barcelos, a ministra da Saúde não se comprometeu com a inscrição do novo hospital local no Orçamento do Estado para 2020, sublinhando que “é tudo uma questão de prioridades”.

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Barcelos

Cerâmica de Barcelos numa das maiores feiras de artesanato do mundo

“L’Artigiano in Fiera”

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Foto: Divulgação /

Barcelos, através de um expositor da freguesia de Ucha, marcou presença na L’Artigiano in Fiera, em Milão, Itália, considerada uma das mais importantes feiras de artesanato do mundo, anunciou hoje a autarquia.

Entre 30 de novembro e 08 de dezembro, a cerâmica “Histórias da Minha Terra” esteve presente no certame que conta com mais de três mil stands vindos de mais de 110 países distintos.

Com mais de um milhão de visitantes, esta feira destaca mais de 150 mil peças de artesanato vindo de todos os continentes, com ênfase para a “autenticidade, qualidade e originalidade”, segundo explica o site da organização.

Portugal esteve representado no pavilhão dedicado à Europa, com expositores de peles, cerâmica, filigrana e gastronomia.

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Barcelos

PSD diz que PS “não tem mais desculpas” para não construir hospital em Barcelos

Ministra da Saúde não se comprometeu com a construção do novo hospital de Barcelos

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O PSD de Barcelos defendeu, esta terça-feira, que o PS “tem todas as condições” para conseguir um novo hospital para aquele concelho e que “não tem mais desculpas” para não avançar com a obra.

Em comunicado, o PSD manifesta também “preocupação” pelas recentes declarações da ministra da Saúde, que não se comprometeu com a construção do novo hospital de Barcelos.

“Com responsabilidades no Governo e na câmara, o Partido Socialista tem todas as condições para conseguir a construção do novo hospital, pelo que não tem mais desculpas”, refere o PSD.

Sublinha que Barcelos “necessita de um hospital moderno e funcional” e “não pode ser prejudicado nem desvalorizado” comparativamente a outros concelhos da região com hospitais que servem populações de dimensão similar.

Na sexta-feira, o presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes (PS), pediu à ministra da Saúde a inclusão de “seis ou sete milhões de euros” no próximo Orçamento do Estado para início da construção do novo hospital local.

Na resposta, Marta Temido não assumiu qualquer compromisso, afirmando apenas que é preciso saber “onde é que os portugueses consideram prioritário pôr os seis ou sete milhões”.

Para Marta Temido, “é tudo uma questão de prioridades”.

“Não quer dizer que as escolhas não venham a ser feitas, mas a questão é perguntar por onde vamos começar no ano de 2020”, referiu.

A funcionar num edifício propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, o hospital dá resposta a 154 mil habitantes daquele concelho e de Esposende.

Em 2007, o Governo e a Câmara de Barcelos assinaram um protocolo para a construção do novo hospital daquela cidade.

Segundo o protocolo, à câmara caberia adquirir os terrenos necessários para o efeito.

Miguel Costa Gomes disse à ministra que a câmara está “definitivamente” pronta para “fazer a sua parte”.

O PSD diz que a Câmara “passou 10 anos a fazer demagogia” sobre o tema.

Segundo o protocolo, o valor do investimento foi orçado em 83,3 milhões de euros, incluindo obra e equipamento, e o prazo de conclusão apontava para 2014. No entanto, a obra ainda não saiu do papel.

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