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Barcelos

Barcelos. Câmara Municipal mantém taxas de IMI, IRS e Derrama em 2018

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Foto: Divulgação

A Câmara Municipal de Barcelos estabeleceu como critério para as receitas do orçamento de 2018 a manutenção das as taxas de IMI, de IRS e da Derrama, uma opção que pretende conciliar as necessidades financeiras previsionais do município, a comparticipação das famílias e das empresas e os benefícios para a comunidade.


De fato, pretende-se que o orçamento reflita uma política de manutenção e valorização dos apoios sociais, de contínua melhoria das estruturas escolares do concelho, de melhoria da mobilidade, de manutenção da delegação de competências e financiamento às freguesias, de aposta na promoção do concelho e na divulgação das suas atividades, no apoio ao investimento privado, criador de emprego e de riqueza, em suma, na continuação de uma política de desenvolvimento sustentado do concelho, iniciada há oito anos.

Pretende-se que o município assegure capacidade financeira para os investimentos em curso, assumindo a comparticipação nacional dos financiamentos europeus, como é o caso do PEDU, e permitindo acomodar mais investimento plurianual em obras estruturantes para a cidade e para o concelho.

Muito gostaria de poder apresentar propostas para baixar as taxas, desonerando com isso as famílias e as empresas. Mas não podemos mentir aos barcelenses. Não podemos embarcar no discurso demagógico de que é possível aplicar os valores mínimos das taxas e querer aumentar o investimento e os apoios municipaisComo é que sem condições financeiras pode haver investimento?”, diz Miguel Costa Gomes, presidente da Câmara Municipal.

Por isso, a opção pela manutenção das taxas no próximo ano económico justifica-se pela necessidade de equilíbrio e rigor orçamental, em obediência aos princípios de racionalidade e prudência que presidiram já ao Orçamento de 2017.

Assim, é intenção do município manter a isenção da cobrança da Derrama aos contribuintes com um volume de negócios até 150.000 euros e lançar uma Derrama de 1,2% sobre o lucro tributável e não isento gerado na área geográfica do Município, das entidades cujo volume de negócios seja superior a 150.000 euros.

Relativamente à participação no IRS dos rendimentos do ano de 2018, a taxa deverá fixar-se nos 5%, ou seja idêntica à do ano 2017.

No que concerne ao IMI, entende-se dever manter a mesma taxa, 0,35% para os prédios urbanos, a cobrar em 2018, bem como os valores de isenção do IMI Familiar, do seguinte modo: redução da taxa de IMI sobre os prédios urbanos destinados à habitação permanente em 20€, 40€ e 70€ para as famílias com um filho, com dois ou com três ou mais filhos, respetivamente.

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Barcelos

Barcelos: Mulher de 27 anos envolvida em acidente acusou 1,90g/l de álcool no sangue

Condutora detida pela PSP

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Foto: Ilustrativa / DR

A PSP deteve, na madrugada desta segunda-feira, uma mulher de 27 anos por ter apresentado uma taxa de álcool no sangue de 1,90 g/l após ter estado envolvida num acidente de viação na Rua de Santa Marta, em Arcozelo, Barcelos.

Em comunicado, a PSP refere que, “hoje, pelas 00:30, na cidade de Barcelos, na Rua de Santa Marta, esta Polícia procedeu à detenção de uma cidadã com 27 anos de idade, por ter sido interveniente em acidente de viação e ao ser submetida ao teste de álcool acusou uma TAS de 1,90 g/l”.

A mulher foi notificada para comparecer no Tribunal de Barcelos.

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Barcelos

Clientes de restaurante em Barcelos comem no carro depois das 22:30 (mas é paródia)

Paródia

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Foto: Jorge Falcão

Podia ser verdade mas não é. O Restaurante Turismo lançou ontem um vídeo nas redes sociais como forma de alerta para o impacto das novas medidas decretadas junto com o Estado de Emergência no setor da restauração.

No clipe pode ver-se três clientes a jantar dentro das instalações do conhecido restaurante da cidade, um deles o conhecido humorista Alexandre Santos, quando chega o proprietário, Jorge Falcão, com um relógio a indicar que são 22:29.

“Desculpem, mas pelas novas medidas decretadas, está aqui a conta, e gostava que saíssem, pois já sabem as novas regras”.

Os clientes respondem que já vieram “preparados”, pagam e levam os pratos para uma carrinha estacionada no exterior.

No vídeo, pode ver-se a mesa montada na parte traseira da carrinha com os três elementos a continuar o jantar.

Aparece novamente Jorge Falcão a perguntar se precisam de mais alguma coisa, ao que eles respondem que falta o café.

O proprietário refere que tem de desligar a máquina porque depois a EDP comunica às autoridades [algo que não é factual].

O vídeo termina com o dono do restaurante a pedir “quilo e meio de café em pó” para que os clientes possam preparar o próprio café dentro da carrinha.  Água, os clientes têm.

É um vídeo ficcionado, mas Jorge Falcão, já fora de brincadeiras, e num texto que acompanha o vídeo nas redes sociais, questiona que diferença faz ter um cliente para lá das 22:30 se o mesmo chegou depois das 21:00 para jantar.

“Não nos fecharam os restaurantes é certo, mas colocaram-nos uma limitação no horário (22:30 sem ninguém dentro de portas). Custa assim tanto perceber que quem chega a um restaurante por volta das 21:00. Sim, pois quem trabalha, quem tem filhos, quem tem horários, quem tem obrigações a cumprir, não tem oportunidade de chegar mais cedo ao restaurante, e não se consegue fazer um serviço decente para quem nos visita”, refere Jorge Falcão.

“Que diferença faz a quem já está dentro do restaurante desde as 21h, sair às 23h ou 23:30 e terminar uma refeição com calma nesta azáfama de novo conceito de vida normal que estamos a viver?”, questiona.

“Isto é a mesma coisa que eu dar o meu cartão multibanco ao meu filho para ele comprar brinquedos , mas não lhe dar o código para usufrui do cartão”, exemplifica.

“Os tempos são difíceis para todos, cada qual à sua escala. Eu falei da minha área de tasqueiro, mas sei que muitas e muitas mais áreas que estão com restrições podiam ser revistas, se quem tomasse as devidas decisões estivesse no terreno a ver como as coisas funcionam e não numa secretaria só a imaginar como possivelmente as coisas podem funcionar”, aponta.

O proprietário do Turismo admite que “não é fácil estar na posição de quem manda neste momento, pois todos nós damos palpites, mas ouçam pelo menos um representante de cada área”.

No final, deixa o apelo para que os clientes “venham mais cedo jantar”.

“Se não podes mudar, aceita que fica mais fácil”, termina.

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Barcelos

Covid-19: Morreu mais um utente de casa de saúde mental em Barcelos

Surto já fez três vítimas mortais

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Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Morreu mais um utente da Casa de S. João de Deus, em Barcelos, infetado pelo novo coronavírus, elevando para três o número de vítimas que faleceram em unidades de saúde para onde tinham sido entretanto transferidos, disse hoje fonte da instituição.

Em resposta escrita enviada à Lusa, a instituição acrescenta que, no total, foram registados 81 infetados, entre 66 utentes e 15 colaboradores.

Sublinha que, na maioria dos casos, os infetados estão assintomáticos.

“Nos casos concretos de infeção, as pessoas em causa estão em isolamento de acordo com as indicações das entidades competentes/autoridade de saúde”, diz ainda.

Covid-19: Morreram dois utentes de casa de saúde mental em Barcelos

Aquela Casa de Saúde pertence ao Instituto S. João de Deus (ISJD), uma IPSS que presta cuidados em regime de internamento a cerca de 2.000 pessoas nos âmbitos da psiquiatria e saúde mental, cuidados continuados e cuidados paliativos.

O comunicado sublinha que todos os estabelecimentos do ISJD têm implementados planos de contingência, que incluem zonas de isolamento “claramente definidas”.

Acrescenta que os profissionais de saúde estão formados e informados sobre as precauções a tomar e os procedimentos a implementar.

A Casa de Saúde de S. João de Deus tem 160 colaboradores e 300 utentes internados.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos em mais de 48,7 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.792 pessoas dos 166.900 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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