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Barcelos

Banda de Barcelos na final do Festival Termómetro disputada no próximo sábado

Gator, The Alligator são um quarteto

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Os portugueses Gator, The Alligator e Maro, os espanhóis Músculo! e Kings of the Beach e os belgas Jaguar Jaguar disputam no sábado, em Lisboa, a final do Festival Termómetro.

A final do concurso criado em 1994 decorre no sábado à noite no Cinema São Jorge e terá B Fachada como convidado especial.

Os cinco finalistas da 24.ª edição do Termómetro, que chegou pela primeira vez aos arquipélagos da Madeira e dos Açores, foram escolhidos em nove eliminatórias, que decorreram noutras tantas cidades portuguesas (São Miguel, Porto, Cascais, Viseu, Lisboa, Aveiro, Funchal, Évora e Faro).

Outra das novidades este ano foi a reabertura da participação a bandas de toda a Europa. Aos 22 artistas portugueses em competição, juntaram-se duas bandas espanholas, uma belga, uma alemã e uma britânica.

Os Gator, The Alligator são um quarteto (Eduardo da Floresta na guitarra, Ricardo Tomé no baixo, Filipe Ferreira na bateria e Tiago Martins na voz e guitarra) de Barcelos, que apresentou na eliminatória de Lisboa o álbum de estreia, “Life is Boring”.

Maro (Mariana Secca) é uma jovem lisboeta que editou no ano passado o álbum de estreia, sem título, dividido em três partes, que foi disponibilizando nas plataformas digitais. O álbum está organizado de forma cronológica e resume tudo aquilo que Maro compôs desde os primeiros temas da infância até 2017, ano em que terminou os estudos na escola de música de Berklee, nos Estados Unidos.

Os espanhóis Músculo! (Álvaro Blanco, Raúl Santiago, Javier Buela e Nicolás Nieto) formaram-se em 2012 em Valga, na Galiza, “com a intenção de misturar instrumentos analógicos com elementos eletrónicos e sempre à procura de novas texturas e estilos”.

Os Kings of the Beach, também da Galiza, mas de Vigo, caracterizam o seu som como “selvagem, rápido e ‘praieiro’, como ‘un sopapo en la cara’”. Formados em 2013, os Kings of the Beach são: Adrián Rodríguez (guitarra, voz), Yago Guirado (baixo, voz) e Samuel Otero (bateria).

A história dos belgas Jaguar Jaguar começa “durante uma viagem de duas semanas a uma casa perto do oceano em Empuria, Espanha”. “Tendo o sol do sul como fonte de inspiração, começaram a escrever canções que resultaram em faixas melódicas e cativantes que se adequam ao seu gosto pela diversão pura; vocais cativantes impulsionados por uma seção rítmica baseada em ‘groove’, unidos por sintetizadores sonhadores e sons de guitarra”, de acordo com a organização do concurso.

O vencedor da 24.ª edição do Festival Termómetro terá atuações asseguradas nos festivais NOS Alive (que decorre de 11 a 13 de julho no Passeio Marítimo de Algés, concelho de Oeiras) e Bons Sons (que irá acontecer em agosto na aldeia de Cem Soldos, Tomar), vai gravar um ‘videoclip’ e terá acesso a 20 horas de gravação em estúdio.

O júri é constituído pelos promotores Álvaro Covões, Luís Montez e João Carvalho, pelo diretor do Bons Sons, Luís Sousa Ferreira, pelo jornalista Nuno Galopim, pelo radialista Henrique Amaro e pelos músicos Hélio Morais, Samuel Úria, Joaquim Albergaria, Ana Bacalhau, Pedro de Tróia, Pedro Mafama, João Vieira, Jorge Romão, José Pedro Leitão, David Santos e Alex D’alva Teixeira.

Desde 1994 participaram no Festival Termómetro mais de 500 bandas e artistas, entre os quais Ornatos Violeta, B Fachada, Capicua, DJ Ride, Mazgani, Ana Bacalhau, David Fonseca, Noiserv, Richie Campbell, Whales, Salto e Tatanka.

Em 2018, os vencedores foram os lisboetas quartoquarto.

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Barcelos

Associação quer agravar multas por desrespeito dos sinais nas passagens de nível

Associação de Proteção e Socorro

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A Associação de Proteção e Socorro (APROSOC) propôs hoje a fixação de coimas não inferiores a 2.000 euros para quem desrespeitar a sinalização sonora e luminosa nas passagens de nível.

Em alternativa, a associação defende a supressão de todas as passagens de nível rodoferroviárias, com a construção de viadutos.

Passagens de nível em Barcelos devem acabar até 2023

As propostas da APROSOC foram hoje enviadas ao Presidente da República, Provedora de Justiça e grupos parlamentares, na sequência de um acidente rodoferroviário numa passagem de nível em Carapeços, Barcelos, que matou três pessoas, avós e neta.

Para a APROSOC, uma das soluções para acabar com estes acidentes é a alteração do regime sancionatório do desrespeito pela sinalização sonora e luminosa das passagens de nível, com coimas não inferiores a 2.000 euros.

A associação defende ainda que sejam afixadas placas informativas do valor da coima em ambos os lados de cada passagem de nível.

Tragédia em Barcelos: Sinalização da passagem de nível estava “em pleno funcionamento”

“Não é admissível que na atualidade ainda ocorram mortes por desrespeito deste tipo de sinalização, e que a sociedade assista impávida e serena”, refere a associação.

Acrescenta que “um simples acidente sem perda de vidas deveria bastar para desencadear ação preventiva mais eficaz”.

“Mas ao longo de décadas deste tipo de tragédia pouco foi feito que denote efetiva preocupação, pelo que, atendendo a que a Proteção Civil é uma atividade de todos e para todos, apelamos a que o poder político instituído faça a sua parte”, remata.

Três pessoas morreram hoje quando o automóvel em que seguiam foi colhido por um comboio numa passagem de nível em Carapeços, Barcelos, dotada de sinalização luminosa e sonora e com “meias barreiras”, que vão apenas até metade da via.

A Infraestruturas de Portugal disse que a sinalização estava “em pleno funcionamento”, pelo que admitiu que o condutor da viatura tenha “contornado” as barreiras.

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Barcelos

Presidente de Barcelos retoma funções “de imediato” e gere Câmara a partir de casa

Operação Teia

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O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes (PS), vai “de imediato” retomar funções, assegurando a governabilidade do município “a partir de casa”, disse hoje o advogado do autarca à Lusa.

Segundo Nuno Cerejeira Namora, Costa Gomes agendou já para quinta-feira uma reunião, no seu domicílio, com os vereadores socialistas.

Miguel Costa Gomes está em prisão domiciliária, desde 03 de junho, indiciado dos crimes de corrupção passiva e de prevaricação, no âmbito da operação “Teia”.

Está também proibido de contactar com os funcionários do município.

Tinha, entretanto, pedido a sua substituição, até que o Tribunal de Instrução Criminal do Porto clarificasse a abrangência do termo “funcionários”, para saber se estava também impedido de falar, nomeadamente, com vereadores e assessores.

Hoje, Costa Gomes foi notificado do despacho daquele tribunal que considera que “funcionário” é “assalariado, trabalhador e empregado”.

“[Costa Gomes] Pode, assim, efetuar todos e quaisquer contactos com os vereadores da Câmara Municipal, deputados da Assembleia Municipal, membros do Gabinete de Apoio Pessoal, presidentes das Juntas de Freguesia e membros e dirigentes das empresas locais, uma vez que tal não contende com o cumprimento da medida de coação aplicada”, refere Nuno Cerejeira Namora.

Segundo o advogado, Costa Gomes recebeu esta decisão judicial como “uma primeira pequena vitória, de muitas que espera receber até à vitória final”.

“De facto, esta decisão é uma vitória, pois, ao contrário do que se receou, os seus poderes não foram cerceados”, referiu o advogado, sublinhando que Miguel Costa Gomes “está forte, corajoso e determinado”.

Na reunião de quinta-feira, será “concertado” o modelo de funcionamento do executivo, nomeadamente a eventual forma de participação do presidente nas reuniões.

“O presidente pode despachar a partir de casa”, referiu Cerejeira Namora, lembrando que mesmo que Costa Gomes não participe nas reuniões a aprovação das propostas está “garantida à partida”, graças ao “voto de qualidade”.

Em cima da mesa está também a hipótese de Costa Gomes participar nas reuniões “via internet”.

Com a decisão do tribunal de instrução, e ainda segundo o advogado, o genro de Costa Gomes pode regressar a casa do autarca, onde vivia.

Cerejeira Namora explicou que o genro de Costa Gomes é adjunto da vice-presidente da Câmara, pelo que, após a aplicação das medidas de coação, ficou a dúvida se poderia haver contactos entre ambos.

“Pelo sim, pelo não, o genro saiu de casa. Agora, já pode regressar”, disse o advogado.

Na operação Teia, e além de Costa Gomes, são ainda arguidos o entretanto demissionário presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, que ficou em liberdade mediante o pagamento de uma caução de 40 mil euros, e a mulher, a empresária Manuela Couto, que ficou em prisão domiciliária.

O outro arguido é o ex-presidente do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto Laranja Pontes, que também ficou em liberdade mediante caução de 20 mil euros, e com suspensão das funções que exercia.

O processo está relacionado com alegados favorecimentos às empresas de Manuela Couto por parte do Município de Barcelos e do IPO, a troco de favores políticos conseguidos por Joaquim Couto.

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Barcelos

Tragédia em Barcelos: Sinalização da passagem de nível estava “em pleno funcionamento”

Acidente na freguesia de Carapeços provocou três mortos

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Foto: DR

A Infraestruturas de Portugal (IP) assegurou hoje que o sistema de sinalização da passagem de nível em Carapeços, Barcelos, onde hoje se registou um acidente com três vítimas mortais, estava “em pleno funcionamento”.

Em declarações à Lusa, fonte oficial da IP disse que se trata de uma passagem de nível automatizada, com sinais luminosos e “meias barreiras”.

Avós e neta de Viana são as vítimas mortais de acidente entre comboio e carro em Barcelos

“Todo o sistema de sinalização estava em pleno funcionamento”, sublinhou a fonte, admitindo que o condutor do automóvel em que seguiam as três vítimas possa ter “contornado” as barreiras.

Segundo fonte da GNR, avós e uma neta de 10 anos morreram hoje na sequência de uma colisão entre o automóvel em que seguiam e um comboio numa passagem de nível em Carapeços, concelho de Barcelos.

O acidente ocorreu às 09:48, na Linha do Minho, e envolveu um comboio internacional que fazia a ligação entre Vigo, em Espanha, e o Porto.

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