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Alto Minho

Baloiço gigante em Cerveira com vista para o rio Minho é um sucesso

Instalado no Miradouro do Cervo

em

Foto: José Fereira

Com vistas soberbas sobre o rio Minho, instalado no Miradouro do Cervo, em Vila Nova de Cerveira, o baloiço gigante inaugurado no dia 2 de julho está a ser um autêntico sucesso.


“Ao fim de semana são filas enormes, são mais espanhóis”, realça a O MINHO Constantino Costa, presidente da União de Freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe, responsável pela construção.

O baloiço paisagístico foi intitulado “CerLove”, por estar situado na União de Freguesias de Cerveira e Lovelhe, e permitir o duplo sentido em inglês de “Cerveira amor”.

Além do baloiço, que é a mais nova atração do local, a envolvente do miradouro tem ainda o Monumento do Cervo, obra de José Rodrigues, ali instalada em 1985, o Penedo dos Ninhos e a capela da Senhora da Encarnação, com um parque de merendas.

Ou seja, há vários motivos a justificar a deslocação.

A zona dispõe de parque de estacionamento.

A estrutura tem “à volta de sete metros de altura” e contempla dois baloiços, podendo, assim, proporcionar um cenário romântico.

Em conversa com O MINHO, o autarca conta que a ideia partiu do seu filho, Raul Costa, treinador de futebol no Qatar: “Pesquisando na internet, viu que havia outros baloiços no país. Veio de férias, aqui há uns meses, e disse-me: nós temos aqui vistas superiores a todas as dos baloiços que já existem”.

Constantino Costa ficou convencido: “Temos aqui sítios deslumbrantes para os quais estamos habituados a olhar todos os dias e, por isso, não damos o valor. Mas este sítio [onde foi instalado o CerLove] apanha a vila toda, apanha a paisagem mais bonita, que é a do rio, quando está o céu limpinho até se vê os navios no mar”.

Falou com o restante executivo da Junta que logo abraçou o projeto.

O investimento foi “muito barato” – “mil euros talvez” -, sendo que a mão de obra foi de funcionários da Junta e da Câmara, que também forneceu apoio logístico.

E, assim, com um investimento baixo, está a ser dinamizado e valorizado aquele território.

Do outro lado da fronteira, em Vigo, um artigo na comunicação social apelida-o de “melhor baloiço do mundo”.

“Se nunca lá esteve , será surpreendido por uma estrada sinuosa com belas vistas. Uma vez no topo, encontrará uma encruzilhada onde o ponto de vista está sinalizado. Antes disso, recomendamos que visite o Lago do Cervo. Fica apenas a 200 metros e é um local muito agradável para tirar algumas fotos. Tomando o caminho de volta ao cervo, a estrada o levará ao estacionamento e, a partir daí, ficará surpreso com a enorme construção que eles fizeram para esses dois baloiços”, escreve o portal Vigoenfamília.

Estes baloiços paisagísticos têm feito furor por todo mundo. Portugal e o Minho não fogem à regra.

Dias depois do baloiço de Cerveira, foi inaugurado outro, no alto do Mezio, em Arcos de Valdevez, com vista panorâmica para o Parque Nacional da Peneda-Gerês.

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Alto Minho

Montras de Paredes de Coura decoradas com centenas de construções em Lego

Cultura

em

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Uma ampla exposição composta por milhões de peças lego, que dão vida a centenas de construções originais dos mais variados temas como cidades, castelos, espaço, piratas, Star Wars, Harry Potter, comboios, monumentos mundiais e até a icónica Livraria Lello vai estar dispersa pelas montras do comércio local e serviços de Paredes de Coura, permitindo assim que o Arte em Peças® 2020 – LEGO® Fan Event se adapte à nova realidade que decorre da covid-19, anunciou a autarquia.

As construções estão patentes entre 01 de dezembro e 10 de janeiro.

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

Foto: Divulgação / CM Paredes de Coura

flyer Arte em Peáas 2

“Se em anos anteriores os visitantes de todas as idades acorriam ao Centro Cultural para esta iniciativa promovida pelo Município de Paredes de Coura em parceria com a Comunidade 0937, agora ao estender-se esta associação ao comércio e serviços locais os visitantes não só terão oportunidade de apreciar as construções em perfeita segurança, evitando ajuntamentos, mas também usufruindo de uma ampla visão das construções nas visitas ao ar livre, a horários condizentes com as disponibilidades das famílias e desfrutando assim de grandes momentos de diversão apesar das restrições ditadas pela pandemia da covid-19”, escreve a Câmara Municipal.

“A espetacularidade das coloridas peças lego e a magia associada ao ato de criar construções que só dependem da imaginação, atrairão, certamente, públicos de diferentes gerações e de proveniência nacional e estrangeira, com destaque para os vizinhos espanhóis da região da Galiza, em mais uma edição, a décima primeira do ‘Arte em Peças’, e cujo espaço expositivo agora se estende por lojas, clínicas, farmácias, agências bancárias, pastelarias, padarias, sapatarias, talhos, óticas, papelarias, cafés, Caixa dos Brinquedos, Quartel das Artes, Bombeiros, Centro Cultural, restaurantes, talhos, entre outros, numa ampla oferta de espaços envolvendo o tecido empresarial, que assim também vê maximizada a possibilidade de melhores negócios”, refere a mesma nota.

Ferramenta educativa e pedagógica

Mais uma vez, esta iniciativa “dispõe de peças originais na maior parte das construções expostas”.

Recorde-se que o “Arte em Peças® 2020 – LEGO® Fan Event” é já uma referência no mapa mundial dos LEGO® Fan Events, organizado ininterruptamente desde 2010 pela Comunidade 0937 em conjunto com o Município de Paredes de Coura.

Esta parceria não se limita ao ‘Arte em Peças’, já que ambas as entidades também organizam o ‘Paredes de Coura LEGO® FAN WEEKEND’, evento lego de cariz internacional e que apenas também se realiza em Skærbæk (Dinamarca) e Köbe (Japão) e que em anos anteriores, sempre no mês de junho, recebe mais de 250 participantes de 20 países diferentes e de lugares tão díspares como EUA, Austrália, Brasil, Noruega, Sérvia ou Eslovénia e que foi aclamado como “o paraíso na terra” por uma revista da especialidade.

Com caráter permanente o Município de Paredes de Coura possui a ‘Caixa de Brinquedos’, espaço de excelência onde as crianças podem brincar com peças lego e onde a Comunidade 0937 também organiza regularmente workshops, de inscrição gratuita, sobre o tema. O lego, como brinquedo, dispõe de conhecidas características educativas que aliado a formas de expressão únicas resulta numa importante ferramenta pedagógica, consubstanciada nas inúmeras iniciativas organizadas pelo Município junto da comunidade escolar e tendo por ponto de partida a Caixa dos Brinquedos.

Comunidade 0937

Já apelidado como “viveiro de talentos”, este grupo português de fãs de lego foi fundado em 2006 e dinamiza atividades tanto online (fórum de discussão, concursos, revista digital, etc.) como offline (eventos, exposições, encontros, workshops). É conhecido internacionalmente pela qualidade das construções dos seus membros, tendo cinco deles sido contratados pela própria lego, na Dinamarca, para serem designers de conjuntos.

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Viana do Castelo

Homem atingido por árvore que estava a cortar em Viana do Castelo

Acidente

em

Foto: DR

Um homem com cerca de 50 anos ficou ferido após ser atingido por uma árvore ao início da tarde desta terça-feira, em Mujães, Viana do Castelo.

Ao que O MINHO apurou, o homem estaria a cortar a árvore, quando esta caiu sobre si.

Foi transportado para o Hospital de Viana com ferimentos considerados ligeiros.

O alerta foi dado às 13:45.

Para o local foram mobilizados os Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo, os Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo, VMER e Cruz Vermelha.

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Viana do Castelo

Autor de massacre em Viana acusado de matar por dívida de 600 mil euros

E depois terá matado colega que o ajudou a encobrir o crime

em

Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusa Rui Amorim, autor do massacre de Vila Fria, em Viana do Castelo, em 1995, de ter assassinado um colega que conheceu na prisão por uma dívida de 600 mil euros e matado outro ex-recluso que o ajudara a encobrir o primeiro crime, avança o Jornal de Notícias (JN) na edição desta terça-feira.

Como O MINHO noticiou, a Polícia Judiciária (PJ) concluiu que Rui Amorim aproveitou uma saída uma saída precária para matar dois homens “seus conhecidos do ambiente prisional” e ocultar os corpos.

O autor do massacre de Vila Fria terá assassinado Fernando Borges, conhecido pela alcunha de “Trico”, que liderou o “gangue de Valbom”, em julho de 2018, por causa de uma dívida de 600 mil euros. Depois, terá matado Eduardo Costa, ex-recluso da cadeia de Coimbra que o ajudara a encobrir o crime.

Apesar de os corpos nunca terem sido encontrados, nem se saber como Amorim matou as duas vítimas, o MP garante que “Trico” devia 600 mil euros, refere o JN.

Autor de massacre em Viana é suspeito de duplo homicídio cometido em saída precária

Rui Amorim que, em 1995, cometeu matou à facada um tio, uma tia e um sobrinho, tinha sido condenado a 20 anos de prisão, parte dela cumprida na cadeia de Coimbra, onde conheceu os dois homens que terá matado, numa das saídas precárias de que começou a beneficiar a partir de 2017.

Segundo a acusação, quando “Trico” saiu cadeia em 2017, passou a dedicar-se ao tráfico de droga e Amorim também começou a vender droga no interior da cadeia.

“Não obstante os negócios de aquisição de droga que celebrou com a vítima, o arguido Rui Amorim, por motivos não concretamente apurados, mas relacionados com uma dívida de cerca de 600 mil euros da vítima Fernando ao arguido, decorrente de um negócio de droga gorado, formulou o propósito de o matar”, refere a acusação, citada pelo JN.

O líder do “gangue de Valbom” desapareceu no dia 1 de julho de 2018 após ter ido encontrar-se com Rui Amorim a Viana do Castelo.

O triplo homicida terá pedido ajuda a Eduardo Costa. Convenceu-o a telefonar à mulher de “Trico” para dizer que o marido estava vivo e exigir 115 mil euros de resgate. E, depois, eliminou-o porque era a única testemunha a poder ligá-lo à primeira morte.

Ainda de acordo com o JN, Rui Amorim escreveu uma carta ao MP a culpar Eduardo Costa da morte de “Trico”.

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