Seguir o O MINHO

Braga

Bacalhau à Braga vai ser produto qualificado

Gastronomia

em

Foto: DR

A Câmara Municipal de Braga vai iniciar a qualificação do célebre prato minhoto “Bacalhau à Braga” no próximo dia 20 de julho, foi hoje anunciado.


Considerado um dos ícones gastronómicos da cidade, o objetivo é “ligar a origem da famosa receita de bacalhau à capital minhota”, refere a autarquia.

“Atualmente confeccionado em todo o país, o município pretende assim preservar a tradição e sabor da receita original”, aponta a nota enviada às redações.

O projeto irá realizar uma recolha documental da receita, com todo o seu histórico geográfico assim como o levantamento das receitas em locais de produção nos restaurantes no distrito de Braga.

No final, serão entregues recomendações de melhoramento e manutenção da qualificação do receituário do “Bacalhau à Braga”.

“Como resultado, este projeto pretende contribuir para valorizar o património gastronómico de Braga e trazer os paladares mais apetitosos para as mesas portuguesas”, finaliza o comunicado.

Anúncio

Braga

Homem agredido com foice na cabeça no Parque da Ponte, em Braga

Agressões

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Um homem, de 41 anos, terá sido agredido com uma foice, ao início da tarde deste domingo, no Parque da Ponte, em Braga.

Ao que apurou O MINHO, a vítima terá sido golpeada na face e num dedo, depois de se envolver em desacatos com um casal naquele local.

O homem estava a arrumar carros quando terá sido importunado pelo casal que queria ocupar-lhe o lugar, iniciando-se assim uma discussão.

Ao que apurou O MINHO, tem-se registado um elevado fluxo de viaturas para aquele local face ao evento Braga Noivos, que decorre no Altice Forum, a poucos metros, motivando algumas ‘guerras’ entre arrumadores de carros.

Apesar de necessitar de ser suturada na face, a vítima recusou ser transportada ao hospital. Acabou por receber apenas um curativo.

Apesar disso, foi aconselhada a ir ao hospital caso o golpe infecione.

Testemunhas no local dizem que o casal terá escondido a foice.

A PSP encontra-se a proceder a diligências para encontrar o instrumento agrícola.

No local estiveram os Bombeiros Voluntários de Braga, a equipa médica da VMER e a PSP.

O alerta foi dado às 14:21.

(notícia atualizada às 15h27 com mais informação)

Continuar a ler

Braga

Casal acusa advogada de Braga de lhe ter vendido um apartamento com procuração falsa

Reclama-lhe 77 mil euros no Tribunal de Braga

em

Mais um processo cível no Tribunal de Braga por causa da venda de uma casa a um casal de emigrantes em França feito por uma advogada de Braga.

O casal alega que a jurista Anabela Nogueira lhes vendeu, em 1996, um apartamento em Gualtar, Braga, mas recurso a uma falsificação de assinatura e a uma procuração falsa. A ação, que será julgada a 26 de novembro na Unidade Cível, tem o valor de 77 870 euros.
De acordo com fonte dos queixosos, foi a jurista que lhes vendeu o apartamento em 2017, mas fê-lo sem o seu consentimento.

No final de setembro, Anabela Nogueira – que tem vindo a negar as irregularidades – enfrentou duas ações do mesmo teor, tendo numa delas, o seu advogado reconhecido que a sua constituinte terá “falsificado a assinatura de uma procuração usada na venda de um prédio, bem como o recurso a uma autenticação, também falsa, de uma colega de escritório, sem que esta soubesse de nada.“

A jurista veio dizer, em e-mail enviado a O MINHO ser “falso que tenha confessado no Tribunal de Braga ter falsificado a assinatura” uma vez que nem esteve sequer presente em qualquer diligência judicial, em que eu fosse parte, nos últimos meses.

“Quanto aos contornos dos processos em curso, posso apenas dizer que a vossa notícia padece de graves imprecisões e que serão esclarecidas quando os processos findarem”, explicou, usando do Direito de Resposta previsto na Lei de Imprensa.

Dias depois, a advogada comunicou ao juiz titular do processo que não reconhecia essa parte do acordo, negando precisamente que tenha falsificado a assinatura da colega.

Esta posição, tomada por escrito, levou o seu defendor, o advogado João Gaio a renunciar ao patrocínio da ré.

Terceiro processo

Na audiência ocorrida na Unidade Cível, o juiz, com o acordo das partes, deu como nulo o negócio imobiliário, já que, além da procuração ser falsa, a vendedora, uma senhora idosa, estava já interdita judicialmente de praticar este tipo de atos. Ato que a ré Anabela Nogueira veio, agora, contrariar.

Conforme O MINHO noticiou, a jurista enfrenta, ainda, um terceiro processo no qual quatro pessoas lhe exigem 90 mil euros por, supostamente, ter vendido um imóvel mediante falsificação de um documento.

Os queixosos intentaram uma cível contra a jurista, o marido, comerciante de automóveis, uma empresa de construções que poderá ter colaborado numa estratégia de lesão do património dos herdeiros de Marcelino de Azevedo Santos. Também são visadas duas seguradoras.

Os lesados contam que o falecido Marcelino emprestou 62 mil euros a dois dos réus, mediante uma confissão de dívida e a hipoteca de dois prédios urbanos na freguesia de Arcos, Braga. O empréstimo ficou de ser pago em prestações.

A hipoteca foi registada na Conservatória do Registo Predial de Mira. O representante dos devedores era o marido da advogada, que sempre acompanhou o assunto. Sucede que, em maio de 2016, a advogada apresentou um pedido de cancelamento da hipoteca. Para tal, usou um documento que é normalmente apresentado em escrituras.

“Alegadas burlas”

Mas, em dezembro de 2018, o procurador do falecido Marcelino tomou conhecimento de que a advogada fora notícia por “alegadas burlas envolvendo uma dezena de prédios”.

Por isso, o seu advogado, Paulo Alexandre Silva, pediu-lhe para ir à conservatória levantar cópia dos registos dos prédios para avançar com as execuções, isto porque – dizem os queixosos – apenas tinham sido pagos, até fevereiro de 2015, a quantia de 1.200 euros. “Para espanto total, concluiu-se que as hipotecas foram ilegalmente canceladas”, escreve o advogado, autor da ação.
prejuízo de um milhão.

Perante o facto, o procurador voltou à conservatória, tendo-lhe sido dito que a advogada cancelou as hipotecas com um “distrate” onde constava a sua assinatura. Como nada assinara, concluiu que alguém a falsificou.

Nesta sequência, apresentou queixa, umas das várias sob investigação na Polícia Judiciária de Braga e que envolve, entre outros ilícitos, a alegada falsificação do carimbo e da assinatura de uma advogada colega de escritório.

Um milhão

A advogada, que nega ter pratiado qualquer crime, é suspeita de ter vendido ilicitamente vários imóveis que pertenciam a clientes, a maioria emigrantes. A burla atingirá um valor superior a um milhão de euros. Em 2019, foi constituída arguida sendo-lhe imputados crimes de burla qualificada e falsificação de documentos. Contudo, ainda não há acusação do Ministério Público.

(notícia atualizada às 18h57 com mais informação)

Continuar a ler

Braga

Bruno’s Bar, em Amares, fecha portas por tempo indeterminado

Covid-19

em

Foto: DR

O espaço de restauração Bruno’s Bar, sediado em Rendufe, Amares, vai fechar portas por tempo indeterminado face à evolução epidemiológica registada na nossa região ao longo das últimas semanas.

Em comunicado enviado a O MINHO, o gerente, Bruno Martins, explica que esta medida é “uma decisão muito difícil” mas será “a melhor para todos”.

Com o apelo aos clientes para que procurem proteger-se e manter todos os cuidados higiénicos para evitar a propagação do novo coronavírus, Bruno Martins apela ainda à compreensão dos mesmos pelo encerramento.

O concelho de Amares registava, até às 16:00 horas da passada quarta-feira, 18 casos ativos de infeção por covid-19.

Estes dados são apurados por O MINHO junto de fonte local do setor da saúde.

Continuar a ler

Populares