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Braga

“Bacalhau à Braga” já pode ser votado para as “7 Maravilhas à Mesa de Portugal”

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A primeira das galas que consagrarão as “7 Maravilhas à Mesa de Portugal” é já este domingo, com o “Bacalhau à Braga” na disputa. O “Cordeiro à Moda de Monção” é o outro prato minhoto no festival.


São 49 as mesas pré-finalistas seleccionadas pelo júri do concurso. As mesas serão votadas pelo público, estando agendadas sete galas que serão transmitidas pela RTP. Braga estará representada na primeira gala, em Reguengos de Monsaraz e Monção na última, em Lagoa.

O “Bacalhau à Braga” vai a concurso com os pratos de Almeirim, Monchique, Ponta Delgada, Reguengos de Monsaraz, Terras da Chanfana e Vila Real.

“A ‘Mesa de Braga’ tem como protagonista o ‘Bacalhau à Moda de Braga’, um prato cuja fama transpõe fronteiras, acompanhado pelo vinho verde da região branco. Os doces de romaria e os biscoitos, como os Fidalguinhos, são especialidades de longa tradição conventual e popular que não podem faltar na mesa Bracarense, conjugando-se na perfeição com uma bebida espiritual, a Aguardente Vínica de Vinho Verde”, diz o comunicado da Câmara de Braga.

As votações serão ilimitadas, através do número 760 107 002. A votação pode ser feito até ao término da gala, que decorre a partir das 21:00.

A última gala está prevista para o dia 02 de setembro. O “Cordeiro à Moda de Monção” vai a concurso com os pratos Aveiro, Calheta, Gouveia, Lagoa, Tarouca e Villa Oeiras. As votações são feitas através do número 760 10 70 47.

De cada gala são eleitas as duas mesas mais votadas. No total, seguem em frente 14 mesas.

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Braga

Câmara e Igreja em rota de colisão por causa de estacionamento na Sé de Braga

Autarquia não acolhe pretensão do Cabido

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Foto: CM Braga

O Município de Braga não vai aceder ao pedido do Cabido no sentido de permitir o estacionamento de carros, em dias de missas, no Rossio da Sé. Falando durante a reunião de Câmara que hoje se realizou no edifício do gnration, Ricardo Rio disse que “não serão abertas exceções nas zonas pedonais, a não ser para pessoas com mobilidade reduzida ou doentes”.

O autarca respondia, assim, a uma interpelação do vereador da CDU, Carlos Almeida, o qual se mostrou concordante com a posição camarária, tendo ido mais longe, ao pedir que seja totalmente proibido o aparcamento no local, o que – disse – nem sempre sucede, dado que há dias em que está cheio de viaturas. “Estão em causa valores ambientais e patrimoniais que não podem ser postos em causa”, afirmou.

De seguida, Rio quis saber a posição dos vereadores socialistas, tendo Artur Feio dito que o PS ainda não estudou o assunto, pelo que se não pronuncia, por agora.

Dando a entender que a autarquia nada tem contra a Arquidiocese, antes pelo contrário, Rio lembrou que não há exceções para outros eventos que decorrem no centro urbano, em zonas pedonais, como são os espetáculos do Theatro Circo e outros.

Férias para 20% dos funcionários

Na reunião, onde foi aprovada a hasta pública para mais 13 lugares de venda no Mercado Municipal – que reabre a 5 de dezembro, um sábado – houve ainda lugar a discrepâncias entre maioria e oposição sobre o Acordo Coletivo de Entidade Empregadora Pública (ACEEP). rubricado, há dias, entre a Câmara, a Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESAP), o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (SINTAP) e o Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais (SNBP).

Por ocasião da assinatura Ricardo Rio afirmou que “este é um acordo histórico que vem contribuir para a “valorização dos trabalhadores da Autarquia e para o reconhecimento do seu papel na dinâmica municipal”.

Oposição diz que acordo da Câmara de Braga com sindicatos gera desigualdades

Esta tese não merece a concordância da oposição: o socialista Artur Feio disse que o PS discorda que o acordo contemple apenas 20% dos trabalhadores classificados com ‘Muito bom’, com mais três dias de férias por ano: “é uma discriminação. Como é que se faz se houver 30 ou 40 por cento de pessoas com ‘Muito Bom’? Moeda ao Ar?”, perguntou, dizendo que mais valia ter dado um só dia a mais de férias a todos os trabalhadores, em vez de uma medida que “só cria divisão”.

Já o autarca comunista Carlos Almeida enveredou pelas mesmas críticas, mas acrescentando que não se compreende porque é que o acordo não foi também assinado com o STAL-Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, “o mais representativo do setor”.

Rio contrapõe

Sobre as críticas do PS, Rio disse que a possibilidade de todos os trabalhadores municipais e de toda a função pública do país terem mais três dias de férias depende do governo socialista: “Se o Governo quiser pode revogar o corte que foi decidido no tempo da troika”.

Disse que a atribuição de mais dias de férias apenas a uma parte dos trabalhadores visa a valorização do seu desempenho profissional, no quadro de uma avaliação feita com recurso a um Sistema que foi aprovado pelo atual Governo. Sobre a ausência do STAL de Braga no acordo, sublinhou que este sindicato seguia a orientação nacional de não apoiar o acordo.

Computadores

Outro dos assuntos que provocaram discussão foi o da aquisição de dois mil computadores assumida pela Câmara e já entregues às escolas do concelho, questão levantada pelo PS. Rio esclareceu que a Câmara investiu nos computadores por ter sido avisada de que o poderia fazer com uma candidatura aos fundos remanescentes do atual Quadro Comunitário de Apoio. Avançou com o concurso para a compra, mas foi, depois, confrontada com a decisão do Governo de ser ele a adquirir meios informáticos para todas as escolas do país: “Se tivéssemos sido informados atempadamente não os teríamos comprado. Agora está feito e ficam para as escolas que os podem emprestar a alunos que deles precisam”.

O presidente da Câmara aproveitou para “lançar uma farpa” ao vereador Artur Feiom desafiando-o a “despir a camisola do PS” quando se trata dos interesses municipais. Ao que Feio respondeu que o faz sempre que achar necessário e não de acordo com os interesses da maioria.

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Braga

Braga considerada uma boa cidade para viver por 97% dos habitantes

Estudo da Comissão Europeia

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Foto: DR / Arquivo

De acordo com um estudo realizado pela Comissão Europeia sobre a qualidade de vida nas cidades europeias, 97% das pessoas que residem no concelho consideram Braga um bom local para se viver, estando, assim, entre as melhores das 83 abrangidas, e 56% afirmaram que a qualidade de vida aumentou nos últimos cinco anos, anunciou hoje a autarquia.

Das 83 cidades da União Europeia, EFTA, Reino Unido, Balcãs Ocidentais e Turquia estudadas, o sentimento de satisfação médio está entre os 87% e os 91%. A avaliação do relatório foi efetuada tendo como base a realização de 58,100 entrevistas e a análise de 22 critérios que têm como foco a qualidade de vida e a satisfação com diversos aspectos da vida urbana, como empregos, segurança, transporte público cuidados de saúde, acesso à habitação e poluição.

Braga integrou o grupo das 17 cidades estudadas abaixo dos 250 mil habitantes. Relativamente à segurança, 85% dos inquiridos afirmaram sentir-se seguros a caminhar à noite sozinhos. Braga é também considerado por 94% como uma cidade amiga dos idosos, por 95% como uma boa cidade no acolhimento dos imigrantes e por mais de 83% como uma cidade onde não existe descriminação com base na orientação sexual.

Para jovens casais com filhos, 98% considerou que Braga dispõe de boas condições para os mesmos e 78% dos entrevistados mostraram-se satisfeitos com os equipamentos culturais da cidade.

O estudo pode ser consultado aqui.

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Braga

Terras de Bouro cancela programa de comemorações do Dia do Município

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A câmara de Terras de Bouro anunciou hoje o cancelamento do programa de comemorações do Dia do Município marcado para 20 de outubro face “à situação de calamidade” no âmbito da pandemia da covid-19.

Em comunicado, a autarquia refere que, “dadas as circunstâncias, a efeméride apenas será assinalada num breve momento e unicamente com a presença dos eleitos da Assembleia Municipal de Terras de Bouro, dos Presidentes das Juntas de Freguesia e do Executivo Municipal de Terras de Bouro”.

No texto, a autarquia “solicita a melhor compreensão de todos”.

Portugal entrou em estado de calamidade no dia 15 de outubro devido à pandemia causada pelo novo coronavírus.

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