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Região

Aviso laranja: Vem aí mais chuva, trovoada e rajadas fortes para Braga e Viana

IPMA

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Foto: DR / Arquivo

Os distritos de Braga e Viana do Castelo estarão sob aviso laranja durante a manhã de sábado, anunciou o Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA).

Entre as 09:00 e as 12:00 de sábado, são esperados aguaceiros, por vezes fortes, acompanhados de trovoada e rajadas fortes, diz o IPMA.

O nível de alerta avança em aviso amarelo a partir das 03:00 desta madrugada, terminando às 15:00 de sábado. Durante este período, que engloba o aviso laranja, as condições climatéricas serão bastante adversas, com chuva persistente.

O aviso amarelo é o terceiro menos grave de uma escala de três e indica uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da meteorologia.

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Região

Alunos de Braga e Monção ajudam a plantar 110 mil árvores

Dia da Floresta Autóctone

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Foto: DR / Arquivo

O Movimento Terra de Esperança, promovido pela Fundação Galp em parceria com a ANEFA, vai assinalar durante a próxima semana o Dia da Floresta Autóctone com um conjunto de iniciativas de florestação que incluirá a plantação de cerca de 110 mil árvores em 14 municípios de Norte a Sul de Portugal. No Minho, Braga e Monção, que foram os concelhos que mais sofreram com os incêndios de outubro de 2017, fazem parte da lista.

As ações, que já estão em curso prolongam-se até dia 23 de novembro, vão envolver a colaboração de mais de 4.500 alunos de escolas e associações dos municípios de Braga e Monção e, no resto do país, de Cascais, Torres Vedras, Mangualde, Manteigas, Celorico da Beira, Castelo de Vide, Évora, Mértola, Alcobaça, Lagos, Sardoal e Fornos de Algodres.

Em Braga, a iniciativa contará com o maior contigente de voluntários: serão mais de 1.300 alunos de cerca de três dezenas de escolas de Braga, Escudeiros, Celeirós, Vimieiro, Palmeira, Fradelos, Priscos, Aveleda, Guisande, Fradelos e Tadim, a que se juntarão ainda a Associação de Pais e Amigos da Freguesia de Cunha.

O Dia da Floresta Autóctone, que se comemora a 23 de novembro, foi criado com o objetivo de promover a divulgação da importância da conservação das florestas naturais, contribuindo para a preservação e para a expansão das nossas espécies indígenas, fomentando assim a biodiversidade da floresta portuguesa.

Este objetivo cruza-se de forma natural e intrínseca com a missão do Movimento Terra de Esperança. Com a plantação destas 110 mil árvores, o projeto ficará próximo de atingir um volume de 300 mil árvores plantadas desde finais de 2017.

Recorde-se que o Movimento foi lançado pela Fundação Galp em parceria com a ANEFA depois de a Galp anunciar a oferta de 500 mil árvores para plantar em todo o território português, de forma a ajudar na recuperação e reflorestação das áreas ardidas nos fatídicos incêndios do verão de 2017. No total, estas árvores representarão uma área equivalente a cerca de 600 campos de futebol.

O Movimento Terra de Esperança prevê que a última destas 500 mil árvores seja plantada em abril de 2020, dando assim cumprimento a um plano de reflorestação que envolverá, nos próximos meses, parcerias com 18 municípios e com o ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

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Alto Minho

Queda de 17 árvores e neve nas zonas altas do Alto Minho

Mau tempo

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Foto: DR / Arquivo

Dezassete árvores caíram no distrito de Viana do Castelo, entre as 00:37 e as 15:00 de hoje, devido à chuva intensa e o vento forte que se fazem sentir na região, disse fonte da proteção civil.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo, “a queda de uma árvore na freguesia de Meadela, na capital do Alto Minho, foi, até ao momento, a única que causou danos numa viatura”.

A queda de neve fez-se sentir nas zonas mais altas dos concelhos de Melgaço e Arcos de Valdevez.

Neve regressou ao Parque Nacional Peneda-Gerês

Segundo os serviços municipais de proteção civil dos dois municípios, hoje contactados pela Lusa, a queda de neve “não colocou em causa a circulação rodoviária”.

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Cávado

Assoreamento do rio tem impedido acesso de pescadores ao mar em Esposende

Câmara pede “reuniões de urgência” com Governo

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Foto: O MINHO / Arquivo

A Câmara de Esposende pediu “reuniões de urgência” com três membros do Governo para os sensibilizar para a necessidade do desassoreamento da foz do Cávado, anunciou hoje o município.

Em comunicado, a autarquia refere que foram pedidas reuniões aos ministros do Ambiente e do Mar, bem como ao secretário de Estado das Pescas.

A Câmara de Esposende adianta que o assoreamento da foz do rio Cávado tem impedido, no último mês, o acesso dos pescadores ao mar.

O mesmo comunicado acrescenta que o presidente da Câmara, Benjamim Pereira, tem intenção de avançar com uma proposta alegando o interesse regional da barra de Esposende e exigindo a rápida intervenção da tutela.

A proposta terá de ser aprovada na Assembleia Municipal e, posteriormente, apresentada na Assembleia Geral da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Cávado e ao Conselho Regional do Norte.

“Estou, como sempre estive, ao lado da comunidade piscatória. É muito grave a situação que estão a viver, impedidos de exercer a sua profissão e, consequentemente, alimentarem as suas famílias”, sublinha Benjamim Pereira, citado no comunicado.

Por isso, o autarca alerta para a necessidade de se proceder ao “imediato” desassoreamento da foz do rio Cávado.

O município recorda que já estão em curso, pela mão da sociedade Polis Litoral Norte, as obras referentes à segunda fase da reabilitação do molhe norte da embocadura do rio Cávado.

Também decorrem obras no porto de mar.

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