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Alto Minho

Aviso laranja: Chuva provoca várias inundações nas estradas de Viana

Mau tempo

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Foto: Domingos Gonçalves

As condições climatéricas adversas que se fazem sentir um pouco por toda a região do Minho sentem-se com maior intensidade no distrito de Viana do Castelo, disse a O MINHO fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

No concelho de Viana do Castelo, foram registadas várias inundações de estradas, assim como em Ponte de Lima, ao longo das últimas horas.

Entre as 18:26 e as 20:13 foram registadas no concelho de Viana três ocorrências de inundações  na Alameda 5 de outubro, na Avenida Atlântico e, pelas 20:51, na Travessa da Vitória.

Há ainda registo de inundações nas freguesias de Darque e Santa Marta de Portuzelo, assim como um alerta para uma queda de árvore na freguesia de Anha.

Alguns destes locais encontram-se com limitações de circulação de trânsito, algumas delas estando temporariamente cortadas para os trabalhos de destamponamento dos bombeiros.

Em Vila Praia de Âncora, há a registar a queda de fios elétricos provenientes de um poste de eletricidade na Estrada Nacional 13. O alerta foi dado pelas 20:12, mobilizando vários meios da proteção civil e da EDP que ainda estão no local. O trânsito encontra-se condicionado. Várias moradias estão sem eletricidade, incluíndo instituições como a GNR e os bombeiros locais.

Em Ponte de Lima, há registo de inundações na freguesia de Estorãos, mobilizando vários meios de proteção civil para o local. Pelas 21:04, o problema parece estar em vias de resolução.

Há ainda registo da queda de uma árvore na freguesia de Sago, no concelho de Monção e de uma inundação em estruturas na freguesia de Vade S. Tomé, concelho de Ponte da Barca.

Também em Ponte da Barca, foi dado alerta pelas 21:12 para uma inundação no edifício Barquense, mobilizando vários bombeiros.

Os dois distritos do Minho estão, a mando do Instituto Português de Mar e Atmosfera, sob aviso laranja entre as 18:00 e as 03:00 desta quinta-feira, devido à persistência de precipitação intensa.

Notícia atualizada às 22:14

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Alto Minho

Queda de 17 árvores e neve nas zonas altas do Alto Minho

Mau tempo

em

Foto: DR / Arquivo

Dezassete árvores caíram no distrito de Viana do Castelo, entre as 00:37 e as 15:00 de hoje, devido à chuva intensa e o vento forte que se fazem sentir na região, disse fonte da proteção civil.

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo, “a queda de uma árvore na freguesia de Meadela, na capital do Alto Minho, foi, até ao momento, a única que causou danos numa viatura”.

A queda de neve fez-se sentir nas zonas mais altas dos concelhos de Melgaço e Arcos de Valdevez.

Neve regressou ao Parque Nacional Peneda-Gerês

Segundo os serviços municipais de proteção civil dos dois municípios, hoje contactados pela Lusa, a queda de neve “não colocou em causa a circulação rodoviária”.

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Alto Minho

Politécnico de Viana investiga melhor forma de prevenir efeitos do gás radão

Estudo, desenvolvido pelos docentes António Curado e Sérgio Lopes, incidiu sobre 30 edifícios públicos selecionados pelas câmaras de Viana do Castelo e Barcelos

em

Foto: Ilustrativa/ Wikipedia

A renovação de ar no interior dos edifícios, através de ventilação natural ou mecânica, é uma medida “simples e básica” que permite “mitigar” o efeito do gás radão na saúde pública, disse à Lusa o investigador António Curado.

“A renovação de ar no interior dos edifícios, por ventilação quer seja natural, por abertura de janelas, quer seja mecânica, por extração de ar, é uma medida mitigadora chave, de excelência, para aplicar a edifícios onde a concentração de gás radão não é elevada. É uma medida simples que vai permitir, garantimos nós, evitar problemas de saúde pública”, disse o docente do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC).

O responsável, que falava a propósito do seminário “Gás Radão no Alto Minho, da investigação à prevenção”, que decorreu, na quarta-feira, em Paredes de Coura, adiantou que “nos casos mais críticos”, de edifícios com elevada concentração de gás radão, as medidas são “mais complexas” por implicarem a “reabilitação do imóvel”.

Em causa está o projeto de investigação do IPVC intitulado “RnMonitor: Infraestrutura de Monitorização Online e Estratégias de Mitigação Ativa do Gás Radão no Ar Interior em Edifícios Públicos da Região Norte de Portugal”.

O estudo, desenvolvido pelos docentes António Curado e Sérgio Lopes, incidiu sobre 30 edifícios públicos selecionados pelas câmaras de Viana do Castelo e Barcelos.

Os imóveis, 15 em Viana do Castelo e outros tantos em Barcelos, selecionados pelas respetivas autarquias, acolhem estabelecimentos de ensino, serviços administrativos, museus, postos de turismo entre outros.

António Curado explicou que os 30 imóveis “foram caracterizados e monitorizados, entre setembro de 2017 e junho de 2019, em períodos de verão e inverno, não só do ponto de vista de concentração do gás radão como da temperatura e humidade relativa, para avaliar conforto térmico dos ocupantes”.

“Estão identificados os edifícios mais problemáticos, que serão alvo de um plano mais detalhado de avaliação, mediante um período mais alargado de medição, nunca inferior a três meses. Depois, serão alvo de uma atuação específica para mitigar o problema”, especificou.

Os coordenadores do projeto sublinham que a experiência comprovou que, “em ambientes exteriores, a concentração de gás radão não oferece qualquer tipo de problema em matéria de saúde pública, contudo em ambientes interiores, em cenário de fraca ventilação, as concentrações do referido gás podem ser consideravelmente elevadas e causadoras de uma pobre qualidade do ar”.

“Na região do Minho, a construção granítica predomina tanto nos solos, como na construção de edifícios residenciais e não residenciais, pelo que as questões relacionadas com a Qualidade do Ar Interior (QAI) colocam-se com particular acuidade”, sustentam os investigadores.

O projeto de investigação, orçado em 110 mil euros e financiado por fundos do Norte 2020, começou ontem, em Paredes de Coura, a “disseminar de resultados” com ações de sensibilização da população, “sem alarme, para adoção de boas práticas”.

Além de Paredes de Coura, está prevista para dia 22, em Barcelos, nova sessão de sensibilização a realizar no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), entre as 10:00 e as 12:00.

Os coordenadores do projeto estão também a “sensibilizar os restantes municípios do distrito de Viana do Castelo, para procederem a avaliação da concentração de gás radão”.

“O objetivo é que consigam perceber quais os edifícios que se encontram em situação mais e menos crítica. O objetivo será intervencionar os mais críticos e definir boas práticas de utilização dos menos críticos para que termos uma população consciencializada e edifícios com risco muito limitado.

O projeto do IPVC, conta com a parceria do Instituto de Telecomunicações (IT) e a empresa BMViV.

O estudo aponta dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) que referem que “a exposição prolongada a concentrações elevadas deste tipo de gás está diretamente relacionada com o aumento do risco do aparecimento de cancro do pulmão”.

Segundo a OMS, “o gás radão, que não tem cor, não tem cheiro, não se sente e não se move, é a segunda principal causa que pode conduzir ao cancro do pulmão em muitos países”.

É um gás natural radioativo que pode acumular-se em ambientes interiores, como casas, escolas e locais de trabalho.

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Alto Minho

Neve regressou ao Parque Nacional Peneda-Gerês

VÍDEO

em

Foto: Just Nature / Facebook

Castro Laboreiro acordou, esta quinta-feira, coberta de neve.

A vila do concelho de Melgaço, no Parque Natural Peneda-Gerês acordou pintada de branco, e as primeiras imagens começaram a surgir nas redes sociais.

Na quarta-feira de manhã, o IPMA já tinha alertado para uma descida acentuada das temperaturas máximas a partir de quinta-feira, devido a uma massa de ar muito frio, ar polar, proveniente da Irlanda.

Em Portugal, a neve, segundo o IPMA, deverá cair nas serras do Gerês, Montemuro, Montesinho, Marão e Estrela.

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