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Avaliação bancária na habitação atinge novo recorde de 1.407 euros/m2 em junho

Economia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO / Arquivo

O valor mediano de avaliação bancária subiu em junho, pelo décimo mês consecutivo, para o novo máximo histórico de 1.407 euros por metro quadrado, um aumento homólogo de 15,8% e mais 27 euros que em maio.

Segundo dados avançados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), para este cálculo foram consideradas 29.239 avaliações bancárias efetuadas no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação, menos 2,7% que no mesmo período do ano anterior, das quais 18.622 foram apartamentos e 10.617 moradias.

Em junho, o maior aumento homólogo do valor mediano da avaliação bancária registou-se no Algarve (20,4%) e o menor na Região Autónoma dos Açores (6,5%).

Já o maior aumento face ao mês anterior registou-se no Algarve (3,0%), enquanto a única região que apresentou uma variação em cadeia negativa foi a dos Açores (-0,7%).

No mês em análise, o valor mediano de avaliação bancária de apartamentos foi 1.563 euros por metro quadrado (m2), tendo aumentado 16,7% relativamente a junho de 2021. Comparativamente com o mês anterior, o valor de avaliação subiu 2,2%.

Já o valor mediano da avaliação bancária das moradias foi de 1.122 euros/m2 em junho, o que representa um acréscimo de 12,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Face a maio, o valor de avaliação aumentou 1,6%.

Numa análise por regiões NUTS III, verifica-se que, em junho de 2022, o Algarve, a Área Metropolitana de Lisboa e o Alentejo Litoral apresentaram valores de avaliação de 34,7%, 32,9% e 9,9%, respetivamente, superiores à mediana do país.

Pelo contrário, a região das Beiras e Serra da Estrela foi a que apresentou o valor mais baixo em relação à mediana do país (-49,5%).

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