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Autarcas de Vieira do Minho contra “esvaziamento” do posto de Rossas da GNR

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Foto: DR

Os autarcas de seis freguesias de Vieira do Minho estão preocupados com o “esvaziamento” do posto de Rossas da GNR, temendo que se trate do “prenúncio” do encerramento daquele serviço público, divulgou esta sexta-feira o PCP/Braga.

Em comunicado, o PCP vinca a sua “solidariedade” com a luta em defesa daquele posto e refere que já pediu esclarecimentos sobre o assunto ao ministro da Administração Interna.

Contactada pela Lusa, fonte oficial do Comando de Braga da GNR disse que “o fecho do posto de Rossas não está no horizonte”, sublinhando que apenas foi alterado o modelo de funcionamento, “rentabilizando os meios mas assegurando o mesmo policiamento”.

Em carta enviada ao PCP, os autarcas das freguesias de Rossas, Guilhofrei, Anissó, Soutelo, Anjos e Vilarchão referem que, a partir de 23 de outubro, o posto passou a funcionar apenas como “posto de atendimento, com um militar em serviço, nos dias úteis, das 13:00 às 19:00”.

Acrescentam que os militares que ali prestavam serviço “foram deslocados” para o posto de Vieira do Minho.

“Em vez da deslocação do efetivo do posto de Rossas para o de Vieira do Minho, é necessário e urgente dotar o referido posto de mais meios humanos, necessários para que este possa estar verdadeiramente ao serviço das populações”, reclamam.

Sublinham que o posto de Rossas “não acarreta gastos de manutenção” para a GNR, porque o espaço é cedido gratuitamente, a eletricidade paga pelo município e a água paga pela junta de freguesia.

Dizem que a alegada diminuição no número de efetivos tem gerado um “forte sentimento de insegurança”, pois o efetivo da GNR “sempre habituou” as populações das seis freguesias a uma “ação de proximidade, orientada para a resolução dos vários problemas que iam surgindo em cada uma das localidades”.

À Lusa, fonte oficial do Comando de Braga da GNR afastou a hipótese de encerramento do posto de Rossas e disse que apenas houve uma alteração funcional.

“O posto já fechava à noite, neste aspeto nada mudou”, sublinhou.

Acrescentou que, até outubro, havia quatro militares afetos ao posto de Rossas, mas que entretanto, por uma questão de “rentabilização de meios”, foram para Vieira do Minho.

“Em Rossas, continua a haver um militar que abre o posto nas horas estipuladas para o funcionamento. O patrulhamento e policiamento nas referidas seis freguesias são assegurados como até aqui, só que por militares que se deslocam do posto de Vieira do Minho. As pessoas é que estavam habituadas a ver sempre os mesmos quatro militares e, se calhar, a confusão vem daí”, disse ainda a fonte do Comando de Braga.

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Guimarães

Dois jovens detidos por tráfico de droga em Guimarães

De 16 e 18 anos

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Foto: DR/Arquivo

A PSP deteve em Guimarães dois jovens suspeitos de tráfico de droga e apreendeu-lhes haxixe, heroína e cocaína, anunciou hoje aquela força.

Os detidos, de 16 e 18 anos, tinham haxixe suficiente para duas doses, heroína suficiente para 20 e cocaína suficiente para três.

A droga foi apreendida e os detidos notificados para comparecerem no Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

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Guimarães

Refeições escolares em Guimarães com menos carne e mais cereais e legumes

Presidente da Câmara quer mudar o actual paradigma nas cantinas das escolas

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara de Guimarães quer, num futuro próximo, que a carne e o peixe sejam a excepção nas ementas das escolas. Por isso, vai começar a fazer um trabalho de sensibilização junto da comunidade escolar e, no próximo concurso público das refeições escolares, incluir novas regras.

“Se queremos ter um concelho mais verde, temos que reduzir a pegada ecológica. E todos sabemos que a produção animal é um dos factores que mais contribuiu para o seu aumento”, refere o presidente da Câmara.

Domingos Bragança não quer fazer disto “uma imposição” mas sim “uma proposta à comunidade escolar para que faça esse caminho”. A ideia do autarca é que os pratos à base de cereais, legumes e fruta sejam “a oferta principal” ficando a carne e o peixe como alternativas, “um bocadinho ao contrário do que se passa hoje”.

“Gostava que entrasse nas nossas escolas a paixão pelos animais, pela forma como são tratados, e que se fizessem mais refeições à base de vegetais e cereais”, acrescenta ainda Domingos Bragança que não descarta a hipótese de os próximos concursos para as refeições escolares terem esta ‘condição’.

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Guimarães

Guimarães investe 150 mil euros em “nova versão” de projeto cultural excentriCidade

Dos 250 espetáculos realizados ao abrigo do Excentricidade, 50% foram de música, 35% de cinema e 15% de teatro, envolvendo mais de 1.500 artistas e mais de 50 parceiros

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

A câmara de Guimarães vai investir 150 mil euros numa “nova versão” do projeto excentriCidade, que pretende envolver a comunidade de forma a estender a sua ação a mais freguesias para “fazer diferente e para melhor”.

Apresentada hoje, a nova versão do excentriCidade destaca-se pela “vertente formativa, através de uma parceria com uma associação de técnicos de som locais” e pela definição do “Ponto Alto”, rubrica em que cada freguesia poderá identificar um momento alto da programação para implementação de produtos culturais profissionais mais apelativos “na expectativa de atrair público em grande número”.

No reformulado projeto, que nasceu em 2015 e já recebeu mais de 250 espetáculos e 1.500 artistas, além da criação de residências artísticas, destacam-se a aposta em produtos culturais profissionais, passando a periodicidade a ser bimestral.

“A cultura continua a ser uma aposta forte para Guimarães e para todo o território e o projeto excentriCidade revela que houve mais 21 mil pessoas no concelho a ter acesso à cultura. Um ganho positivo, sempre com vontade em fazer diferente para melhor”, salientou a vereadora da Cultura, Adelina Pinto.

Segundo a vereadora, com o excentriCidade a autarquia quer “deixar marca na comunidade”, pelo que nesta nova versão a programação cultural será implementada numa “lógica de itinerância espacial” dentro de cada freguesia, atendendo às características específicas de cada produto cultural profissional, residência artística, contemplando a ligação às escolas, centros de dia, locais de convívio e outras instituições.

Outro ponto destacado foi a comunicação, sendo criada uma página oficial do projeto excentriCidade – Outros Palcos Mais Cultura no Facebook e Instagram.

Dos 250 espetáculos realizados ao abrigo do excentriCidade, 50% foram de música, 35% de cinema e 15% de teatro, envolvendo mais de 1.500 artistas e mais de 50 parceiros.

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