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Desporto

Atleta de clube de caça e pesca de Vila Verde apurado para os Jogos Olímpicos

Atirador de Vila do Conde

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Foto: Comité Olímpico Portugal

O atirador português João Paulo Azevedo, que representa o Clube de Caça e Pesca de Vila Verde, qualificou-se no passado sábado para os Jogos Olímpicos de Tóquio2020, ao conquistar o segundo lugar na competição de fosso olímpico da Taça do Mundo de Lahti, na Finlândia, em tiro com armas de caça.

João Paulo Azevedo, natural de Vila do Conde mas a representar o clube minhoto, conquistou uma das duas vagas para Tóquio que estavam em disputa na Finlândia, perdendo a final para Alexey Alipov, num shoot-off‘ favorável ao russo (2-1), depois de ambos terem terminado com um resultado de 43 em 50.

A menos de um ano dos Jogos Olímpicos, que decorrerão entre 24 de julho e 09 de agosto de 2020, Portugal tem 14 atletas qualificados.

João Vieira, Pedro Pichardo, Carla Salomé Rocha, Evelise Veiga e Patrícia Mamona no atletismo, Gabriel Lopes, Aléxis Santos, Tamila Holub, Diana Durães e Ana Catarina Monteiro na natação, Fu Yu no ténis de mesa, uma dupla na vela (49er), e João Paulo Azevedo no tiro com armas de caça.

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Futebol

Famalicão empata com Aves graças a golo nos descontos

21.ª jornada da I Liga, temporada 2019/2020

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Foto: Facebook de FC Famalicão

O Famalicão garantiu hoje, com um golo no último minuto, um empate em casa frente ao Desportivo das Aves (1-1), último classificado, em jogo da 21.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Na marcação de uma grande penalidade, aos 64 minutos, Welinton marcou o golo do lanterna-vermelha, antes de Riccieli empatar aos 90+6.

O Famalicão, que terminou reduzido a 10, por expulsão de Fábio Martins (86), somou o quinto encontro consecutivo sem vencer e segue no sexto lugar, com 33 pontos, enquanto o Aves é 18.º e último, com 13 pontos, a três da zona de manutenção.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Municipal de Famalicão, em Famalicão.

Famalicão – Desportivo das Aves, 1-1.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores:

0-1, Welinton, 64 minutos (grande penalidade).

1-1, Riccieli, 90+6.

Equipas:

– Famalicão: Vaná Alves, Ivo Pinto (Roderick, 13), Riccieli, Patrick William, Coly (Walterson, 71), Racic, Gustavo Assunção, Pedro Gonçalves (Anderson, 66), Fábio Martins, Toni Martinez e Diogo Gonçalves

(Suplentes: Defendi, Guga, Walterson, Ofori, Rúben Lameiras, Roderick e Anderson).

Treinador: João Pedro Sousa.

– Desportivo das Aves: Beunardeau, Jailson, Buatu, Diakhité, Ricardo Mangas, Estrela, Rúben Oliveira, Kevin Yamga (Pedro Delgado, 90+2), Banjaqui, Welinton (Dzwigala, 84) e Mohammadi (Rúben Macedo, 55).

(Suplentes: Fábio Szymonek, Dzwgala, Pedro Delgado, Marius, Reco, Rúben Macedo e Luiz Fernando).

Treinador: Nuno Manta Santos.

Árbitro: Artur Soares Dias (AF Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Fábio Martins (32 e 86), Racic (35), Vaná Alves (61), Beunardeau (82) e Patrick William (85) e Diogo Gonçalves (90+1). Cartão vermelho por acumulação a Fábio Martins (86).

Assistência: cerca 3500 espetadores.

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Futebol

Fernando Gomes considera “grave e condenável” insultos racistas a Marega

Caso Marega

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Foto: Divulgação

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, considerou hoje “grave e condenável” os insultos racistas de que Moussa Marega foi alvo, em Guimarães, e que estes têm que ser severamente punidos.

“Os comportamentos racistas são intoleráveis numa sociedade aberta e evoluída”, refere em comunicado Fernando Gomes, considerando que nenhum cidadão se pode rever “e muito menos pactuar com atitudes racistas e xenófobas”.

O maliano Moussa Marega abandonou hoje o relvado do Estádio Dom Afonso Henriques, poucos minutos após marcar o golo do triunfo do FC Porto (2-1), e apesar dos intentos dos colegas e adversários em o demover, por insultos racistas.

“Os autores de insultos racistas devem ser identificados e levados perante a justiça”, refere Fernando Gomes, acrescentando que a FPF “repudia comportamentos racistas, venham de onde vierem e seja qual for o local em que se verifiquem”.

A FPF manifesta ainda a sua solidariedade para com o atleta Moussa Marega.

“Enquanto presidente da FPF, asseguro que tudo continuarei a fazer para que os adeptos que não respeitam o futebol fiquem definitivamente à porta dos estádios. Este é um combate urgente de toda a sociedade”, termina Fernando Gomes.

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Futebol

“Se eu ouvisse [insultos racistas], eu diria. (…) Há muita gente a mentir no futebol”

Declarações após o Vitória SC-FC Porto (1-2) para a 21.ª jornada da I Liga, temporada 2019/2020

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores após o Vitória SC – FC Porto (1-2), jogo da 21.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Guimarães:

Ivo Vieira (treinador do Vitória SC): “O resultado obviamente não foi o melhor. A equipa trabalhou para ter outro tipo de resultado. Sofremos um golo e tivemos depois dificuldades em ter a bola. Não tomámos as melhores decisões. Retificámos o jogo que estávamos a fazer. Chegámos ao empate. Quando se estava a proporcionar outro jogo, contra um adversário extremamente difícil e competente, sofremos um golo. Não introduzimos a bola na baliza do Porto vezes suficientes para conseguirmos outro resultado.

Correndo um risco de me chamarem coisas que eu não sou e de falarem dos outros sem saberem o que são, eu apercebi-me de frenesim aquando da saída do Marega. É um caso sobre o qual não tenho certezas. Caso se verifique que aconteceu, é preciso respeito mútuo. Não me apercebi da gravidade antes da situação acontecer. Aquele lado [bancada Nascente] estava agitado. Apercebi-me no final da saída do Marega que as pessoas estavam a assobiar de forma nítida. Se houve, discordo por completo. Se eu ouvisse [insultos racistas], eu diria aqui. Estou a ser sincero perante aquilo que ouvi. Se eu tivesse ouvido. Há muita gente a mentir no futebol. Há treinadores que dizem que a equipa não joga e dizem que a equipa merecia ganhar. Há adeptos que dizem que a equipa joga bem e não joga. Essa não é a minha maneira de estar. Eu relato aquilo que vejo.

Faltou-nos o golo [para conseguir um melhor resultado]. Tivemos um adversário muito forte, muito competente. Mesmo assim lutámos pelo jogo, tentámos fazer o nosso melhor, mas não conseguimos. Lembro-me mesmo que, nessas quatro derrotas, o Vitória não fez jogos catastróficos. Temos de ser mais competentes na fase de finalização.

O João [Carlos Teixeira] [não jogou] porque estava com uma microrrotura”.

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