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Braga

Ativistas ambientais identificados pela PSP em Braga

Abate de árvores em Braga

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Pelo menos quatro pessoas foram identificadas por agentes da PSP quando se preparavam para iniciar um protesto silencioso em homenagem às árvores abatidas na cidade de Braga para construção de uma nova ciclovia.


Por volta das 09:00 horas deste sábado, mais de uma dezena de pessoas concentraram-se junto à rotunda da Avenida dos Lusíadas, onde 12 árvores foram abatidas durante a passada semana para a construção da ciclovia da Encosta.

A PSP acabou por identificar os responsáveis por se tratar de uma manifestação não organizada, algo que os ativistas refutam, indicando que se tratou de uma homenagem.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

À chegada de mais ativistas, realizaram um passeio pelo percurso da futura ciclovia da Encosta, entre aquela avenida, junto à Universidade do Minho, e a freguesia de Lamaçães.

A iniciativa teve o apoio da Quercus Braga e da Braga Ciclável sob o lema “SOS-Árvores de Braga”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Este abate levado a cabo pela autarquia tem gerado polémica por entre associações cívicas no concelho, que se mostram desfavoráveis ao projeto de cinco quilómetros de ciclovia. Entre elas, está a Braga Ciclável, que não vê motivo para o abate de árvores para a realização da empreitada.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A ciclovia da Variante da Encosta, assim chamada no projeto, liga a Avenida D. João II, junto à UMinho, seguindo pela Alfredo Barros, percorrendo a Avenida dos Lusíadas até Lamaçães.

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Braga

Mais 14 infetados com covid durante a semana no concelho de Braga

Pandemia

em

Foto: DR / Arquivo

O concelho de Braga registava, até ao final da tarde de quinta-feira, 1.439 casos acumulados de infetados com covid-19 desde o início da pandemia, mais 14 do que na passada segunda-feira, apurou O MINHO junto de fonte local da saúde.

Destes, 1.341 estão recuperados, ou seja, mais cinco desde o último balanço feito pelo nosso jornal. Lamentam-se ainda 74 óbitos, número que permanece igual desde o passado dia 16 de junho.

Existem, atualmente, 24 casos ativos de covid-19 em todo o concelho de Braga, mais nove do que na segunda-feira.

Estes dados são apurados por O MINHO junto de fonte local do setor da saúde e não coincidem com os divulgados pela Direção-Geral de Saúde (DGS), no qual o concelho de Braga regista 1.280 acumulados.

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Braga

No meio do inferno da Póvoa de Lanhoso, ainda houve tempo para salvar um cão

Póvoa de Lanhoso

em

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Ricardo Martins e Ana Catarina Silva, bombeiros da corporação da Póvoa de Lanhoso, ainda tiveram forças para tratar de um cão, durante o grande incêndio que deflagrou esta tarde numa indústria de calçado naquele concelho.

Depois de dominado o incêndio, os dois bombeiros acudiram ao apelo dos proprietários da empresa ardida, que buscavam por um cão que julgavam dentro do edifício que tinha sido tomado pelas chamas.

Mas o cão sobreviveu quase incólume e apareceu junto dos bombeiros que não lhe negaram tratamento. Segundo conta Ricardo Martins a O MINHO, o cão acabou por aparecer no final do incêndio, quando já se julgava que o mesmo tinha perecido perante a inalação de fumo ou mesmo com as chamas.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Visivelmente exaustos depois do combate a um dos maiores incêndios industriais da Póvoa de Lanhoso nos últimos anos, os dois bombeiros ainda conseguiram ter força para tratar do ‘patudo’.

“Nós tratamos dos animais como tratamos de um ser humano, vamos arranjar forças mesmo quando elas falham”, disse Ricardo. Conta que o cão se aproximou dele e da colega com várias queimaduras no pêlo e bastante desidratado.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

“Tinha algumas queimaduras no pêlo mas não chegaram a atingir a pele. Tratámos dele mas era pouca coisa, nem houve necessidade de alertar um veterinário”, assegura.

Para além do tratamento do pêlo, tiveram ainda de hidratar o animal que esteve algumas horas desaparecido por entre as chamas e o fumo da fábrica de calçado que ardeu em 50%, na zona industrial de Vilela.

Incêndio em indústria de calçado foi “dos piores de sempre” em Póvoa de Lanhoso

No local estiveram 30 bombeiros da Póvoa de Lanhoso apoiados por outros 33 de várias corporações do distrito de Braga.

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Braga

Mulher de Lisboa ferida em cascata no Gerês. A segunda no mesmo dia

Mata da Albergaria

em

Foto: O MINHO

Uma mulher de 41 anos sofreu ferimentos na sequência de uma queda numa cascata no Gerês, ao final da tarde desta sexta-feira, disse a O MINHO fonte da Cruz Vermelha.

A vítima, residente em Cascais, caiu de uma altura de dois metros na cascata da Mata da Albergaria, situada entre o Gerês e a Portela do Homem.

Segundo explicou Jacob Alves, coordenador da Cruz Vermelha de Rio Caldo, a mulher terá sofrido fatura a nível de um membro superior e várias escoriações, resultantes da queda na cascata.

Foto: O MINHO

Foto: O MINHO

Para o local foi mobilizada a Cruz Vermelha de Rio Caldo que efetuou o transporte da vítima para o Hospital de Braga.

Para ajudar na estabilização e transporte da vítima da cascata até à ambulância foram mobilizadas duas equipas da UEPS da GNR e elementos do ICNF, para além de uma patrulha da GNR.

Também a VMER de Braga esteve no local por se suspeitar de ferimentos graves, algo que acabou por não se confirmar, sendo considerado “ferido ligeiro”.

Esta foi a segunda queda com ferimentos no mesmo dia. Por volta das 15:00 horas desta sexta-feira, uma mulher de 43 anos sofreu ferimentos graves, partindo anca e pernas, depois de uma queda de vários metros na cascata da Portela do Homem.

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