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Vários

Atenção, Braga. Rua Nova de Sta. Cruz vai estar cortada durante três meses

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O Município de Braga informa hoje que, devido à realização das obras de requalificação da rua Nova de Santa Cruz, haverá restrições de circulação e estacionamento de veículos a partir da próxima segunda-feira, dia 09 de janeiro, naquela via e nas ruas adjacentes, nomeadamente na rua dos Lusíadas, rua Fábrica do Pêlo, rua da Fábrica, rua Quinta da Armada, rua do Pulo, rua São Vítor-o-Velho, rua de Vilar, Praceta do Vilar e rua Fábrica Social Bracarense.


Assim, os condicionamentos terão início no dia 09 de Janeiro para regularização de acesso alternativo, sinalização e vedação da fase a executar, ficando o trânsito condicionado até ao dia 15.

A partir do dia 16 de Janeiro, a rua será cortada ao trânsito automóvel pelo período de 3 meses.

Na segunda fase da obra, a intervenção irá decorrer no troço entre o entroncamento da Rua dos Lusíadas e o atravessamento que liga a Rua Nova Stª Cruz à Rua Monsenhor Ferreira, havendo a possibilidade de acesso à Rua Fábrica do Pêlo.

A terceira fase irá decorrer no troço entre o atravessamento que liga a rua Nova St.ª Cruz à rua Monsenhor Ferreira, e o entroncamento da rua Nova St.ª Cruz com a rua Quinta da armada.

Já a quarta fase da empreitada vai decorrer no troço entre o entroncamento da Rua Nova Stª Cruz com a rua Quinta da Armada, e o entroncamento com a Av. Júlio Fragata.

“No período de execução da empreitada será ser sempre assegurado o acesso e circulação de peões e veículos de emergência. A circulação de autocarros ficará condicionada durante o período de execução da obra, em alternativa os autocarros passam a circular pela Avenida João Paulo II”, assinala a autarquia.

 

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Guimarães

Um morto e quatro feridos graves em colisão rodoviária em Guimarães

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Um morto e quatro feridos graves na Variante de Fafe resultaram do despiste de um carro, que embateu contra outras três viaturas, no sentido Este – Oeste, de Fafe para Guimarães.

A colisão rodoviária ocorreu cerca das 16:50 naquela variante à Estrada Nacional 101, no troço entre Mesão Frio (Guimarães) e Arões (Fafe), mas que segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil situa-se ainda na área do concelho de Guimarães.

O sinistrado morto encontrava-se em paragem cardiorrespiratória. Entre os feridos encontram-se três crianças, uma das quais um bebé de nove meses.

No local estiveram cerca de quatro dezenas de operacionais, com dezena e meia de viaturas, entre os quais meios do INEM – incluindo uma equipa de psicólogos oriundo do CODU, no Porto – e de várias corporações de bombeiros voluntários da região do Vale do Ave.

Foto: Paulinho Rociel/Facebook

Foto: Paulinho Rociel/Facebook

Foto: Paulinho Rociel/Facebook

Foto: Paulinho Rociel/Facebook

Foto: Paulinho Rociel/Facebook

Foto: Paulinho Rociel/Facebook

Foto: Paulinho Rociel/Facebook

Foto: Paulinho Rociel/Facebook

A GNR de Guimarães e o Destacamento de Trânsito da GNR de Braga estão no teatro de operações, estando ainda uma brigada do Núcleo de Investigação Criminal em Acidentes de Viação (NICAV) da Guarda Nacional Republicana.

Notícia atualizada às 19h04.

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Alto Minho

Dívida do município de Viana do Castelo diminuiu 3,2 milhões de euros em 2016

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A câmara de Viana do Castelo anunciou hoje ter reduzido a dívida do município em 3,2 milhões de euros durante o ano de 2016.

“O Município de Viana do Castelo encerrou o ano de 2016 com uma taxa de execução de 84,3%, a maior dos últimos 13 anos, e reduziu o passivo exigível total em 3,2 milhões de euros. No que diz respeito aos números, o executivo reduziu a dívida em 11,2 milhões de euros desde 2010, fechando o ano com uma poupança corrente de 13,9 milhões de euros”, escreve.

A autarquia liderada pelo socialista José Maria Costa revelou ainda que 2016 foi o ano em que “registou os melhores números de sempre”, manifestando “iniciar com grande confiança” o ano de 2017, “quer nos indicadores de atração económica e na criação de mais de mil postos de trabalho, quer na saúde financeira que lhe permite fazer face aos grandes desafios dos fundos comunitários do Portugal 2020, através de investimentos programados na reabilitação urbana, no alargamento das redes de água e saneamento, na consolidação das áreas de acolhimento empresarial, na proteção e valorização da orla costeira e na requalificação dos equipamentos educativos, desportivos e culturais”.

 

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Vários

Falsa emergência para levar equipa da TVI vale duas infrações a bombeiros de Vila Verde

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A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) concluiu que foram cometidas duas infrações com a utilização de uma ambulância “com marcha assinalada” dos Bombeiros de Vila Verde para transportar uma equipa da estação de televisão TVI.

Numa comunicação interna, a ANPC refere ainda que quem determinou o uso da ambulância para efetuar aquele transporte foi o vice-presidente da direção dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, Paulo Renato Rocha, embora não tivesse competências para tal.

Em causa está a utilização de uma ambulância, a 9 de outubro, para transportar os apresentadores do programa da TVI “Somos Portugal”, que decorreu em Vila Verde.

Durante o transporte, foram acionados os sinais sonoros da ambulância.

Para a ANPC, a lei é clara quando diz que “as ambulâncias têm de estar afetas exclusivamente à atividade de transporte de doentes”.

Por isso, considera que foi cometido um ilícito a que corresponde uma contraordenação, cujo processamento compete ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

A ANPC concluiu ainda pela “manifesta não justificação” de uso dos sinais sonoros, pelo que em causa está outra contraordenação, com processamento a cargo da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

O caso vai ser participado ao INEM e à ANSR, bem como à Secretaria de Estado da Administração Interna e à GNR.

Segundo a comunicação interna da ANPC, foi Paulo Renato Rocha quem deu a ordem de utilização de uma ambulância para transporte do “staff” da TVI.

Acrescenta que Paulo Renato “não detinha competências” para dar aquela ordem mas sublinha que, mesmo assim, “não se encontram preenchidos todos os elementos do crime de usurpação de funções”.

A agência Lusa tentou ouvir Paulo Renato Rocha, mas sem sucesso.

O bombeiro que conduziu a ambulância terá atuado “em regime de obediência indevida desculpante”, tendo até tido receio de que lhe fosse retirado o vencimento caso desobedecesse.

De acordo com a ANPC, fica assim excluída a sua culpa.

O bombeiro em causa alegou ainda que os coordenadores do programa televisivo utilizaram “abusivamente” os sinais sonoros, apesar das suas “insistências constantes” para que não o fizessem.

O presidente da direção dos bombeiros, Carlos Braga, remeteu para mais tarde uma posição sobre o assunto.

 

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