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Região

Atenção, Braga e Viana: Depressão Bárbara traz muita chuva e rajadas de 130 km/h

Mau tempo

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Foto: O MINHO (arquivo)

A Estação Meteorológica Espanhola acabou de nomear a tempestade atlântica que se aproxima da península ibérica como “Depressão Bárbara”, face ao evoluir da mesma para uma provável intempérie.


Em comunicado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) também já anunciou a aproximação e os efeitos da depressão Bárbara que serão já sentidos a partir da tarde de segunda-feira e até ao final de terça-feira.

“Os efeitos desta depressão no território continental serão essencialmente sentidos pelo aumento da intensidade do vento a partir da tarde de dia 19 de outubro, prolongando-se até ao final do dia 20, com rajadas até 100 km/h e até 130 km/h nas terras altas”, pode ler-se no documento.

De acordo com o IPMA, à depressão está associado “um sistema frontal de atividade moderada a forte, que se aproximará de Portugal continental a partir da tarde de dia 19, e irá atravessar todo o território durante o dia 20, dando origem também a precipitação por vezes forte e persistente, em especial entre o início da tarde de dia 19 e o final de dia 20”.

Na terça-feira, está prevista uma descida da temperatura máxima, que irá variar aproximadamente entre 15 e 23° graus centigrados.

Segundo o IPMA, prevê-se também um aumento da agitação marítima, em especial na costa da região Sul, a partir da tarde de segunda-feira e até final de terça-feira, onde a altura significativa das ondas poderá atingir 3,5 metros de sudoeste.

Desta forma, o IPAM colocou todos os 18 distritos de Portugal continental sob aviso amarelo devido à previsão de chuva, por vezes forte e persistente, e também devido ao vento.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Para além da forte precipitação, é ainda esperado vento forte, com rajadas a atingir os 120 km/h nas terras altas, sobretudo no Parque Nacional Peneda-Gerês.

A Proteção Civil municipal de Braga já emitiu um aviso à população onde é recomendando prudência nas estradas e na via pública face à quantidade de precipitação esperada que pode provocar cheias, lençóis de água nas estradas e inundações junto a leitos de rios.

(notícia editada às 16h54 com informação atualizada pelo IPMA)

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Braga

Brássicas, margaridas e tulipas regressam ao centro histórico de Braga

Espaços verdes

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Os jardineiros do município de Braga plantaram 300 mil flores pelos principais jardins e canteiros de toda a cidade.

As novas hospedeiras do centro histórico serão novamente colhidas no início de junho, antes do S. João.

As plantas são produzidas no horto municipal da cidade, que segundo disse a O MINHO António Vilas, chefe da Divisão de Espaços Verdes, “é um horto de alta produção, mesmo em comparação com os particulares”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Anualmente, por toda a cidade, são plantadas cerca de 700 mil plantas.

Margaridas, tulipas, silenas, amarantos e as famosas brássicas, ou couves ornamentais, compõe o conjunto de espécies que, na plantação de inverno, invadem os principais jardins do centro histórico de Braga.

Em deterimento dos Amores Perfeitos que “adaptam-se mal ao clima minhoto”, afirma o chefe de divisão.

A plantação semestral envolve o esforço de diversas equipas de jardineiros, durante um mês, desde as oito horas da manhã até às duas da tarde.

O chefe da Divisão de Espaços Verdes da Câmara de Braga adiantou que o custo de produção de cada planta é de quatro cêntimos.

As sementes são compradas a produtores.

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Ave

Homem de Famalicão acusado de 452 crimes de abuso sexual e violação das filhas

Abuso sexual de menores

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O Ministério Público (MP) acusou um homem de 44 anos de Cruz, Vila Nova de Famalicão, de 452 crimes de abuso sexual e violação, sendo as vítimas as duas filhas, segundo despacho a que a Lusa hoje teve acesso.

O arguido, soldador, é ainda acusado de um crime de violência doméstica sobre a mulher.

Segundo o MP, a principal vítima dos abusos sexuais foi a filha mais velha do casal.

Os abusos terão começado quando tinha 13 anos, altura em que o pai lhe terá dito que a ia “preparar para o futuro”.

Só pararam quando a filha, aos 21 anos, contou a uma amiga o que se estava a passar e avançou com uma denúncia na Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).

Os abusos eram perpetrados quase sempre na residência da família, mas também aconteceram num monte próximo da habitação.

À medida que a filha se ia aproximando da maioridade, o arguido terá começado a intensificar o controlo sobre a mesma, opondo-se até que tivesse um relacionamento de namoro.

Posteriormente, quando a filha começou a namorar, só a deixava ir ter com o namorado se antes mantivesse relações sexuais com ele.

Sempre, acrescenta a acusação, sob ameaças, designadamente de morte.

Os abusos sexuais ocorreriam praticamente todas as semanas.

Pela sua atuação em relação à filha mais velha, o arguido está acusado de 52 crimes de abuso sexual de criança agravado, 208 crimes de abuso sexual de menor dependente agravado e 191 crimes de violação agravada.

Está ainda acusado de um crime de dano, por ter partido o telemóvel da filha.

O arguido vai ainda responder por um outro crime de abuso sexual agravado, sendo a vítima a filha mais nova, numa altura em que tinha 13 anos.

O MP acusa também o arguido de violência doméstica, sendo neste caso a vítima a mulher.

A acusação diz que o arguido, desde o casamento, sempre procurou controlar o dia-a-dia da vítima, impedindo-a de usar certas roupas e de se relacionar com outras pessoas.

Também lhe impunha práticas sexuais que ela não desejava, injuriava-a e agredia-a com empurrões e bofetadas.

A vítima chegou a sair de casa com as filhas, mas regressou no dia seguinte, “por não ter trabalho nem forma de sustento”.

A partir de março deste ano, os problemas financeiros do agregado familiar agravaram-se por causa da pandemia de covid-19, o que levou intensificou os maus-tratos, designadamente psicológicos, infligidos pelo arguido à mulher.

O arguido foi detido em junho pela Polícia Judiciária e está em prisão preventiva.

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Braga

Em Braga, há uma árvore dos desejos para realizar sonhos de Natal aos mais desfavorecidos

Árvore dos Sonhos

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Foto: Divulgação / CM Braga

Utentes de quatro instituições de solidariedade social de Braga podem vir a ter um Natal diferente, através do projeto Sonhos de Natal, organizado pelos comerciantes da Rua dos Biscaínhos, em Braga, com apoio da autarquia local.

Até 05 de janeiro, uma árvore de Natal, afixada à entrada do Museu dos Biscainhos, comportará cerca de 100 postais de Natal, cada um com pedido de uma prenda, por parte destes utentes que podem ser realizados com ajuda do comércio instalado naquela rua.

Foto: CM Braga / Divulgação

Foto: CM Braga / Divulgação 

Em comunicado, a autarquia “desafia” os bracarenses a aderir a esta iniciativa para ajudar a “realizar os sonhos destas crianças e jovens”, mas também de adultos com necessidades especiais.

A Câmara de Braga explica que, para compreender melhor esta iniciativa, os interessados podem dirigir-se ao balcão de qualquer uma das várias lojas de comércio da Rua dos Biscainhos, para obter mais informações.

Esta iniciativa conta ainda com a parceria do Museu dos Biscainhos e da União de Freguesia de Maximinos, Sé e Cividade.

As IPSS ajudadas são: Fundação Bomfim, Centro Novais e Sousa, Centro Social de Santo Adrião, APPACDM – CAO Lomar e ÍRIS.

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