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Região

Atenção, Braga e Viana: Chuva forte e trovoada a partir das 22:00 e até às 06:00

Estado do tempo

em

Foto: DR

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou os distritos de Braga e Viana do Castelo sob aviso amarelo a partir das 22:00 horas desta terça-feira e até às 06:00 horas de amanhã face a períodos de chuva forte e trovoada.

De acordo com o IPMA, a partir das 22:00 é possível a queda de aguaceiros, por vezes fortes, acompanhados de trovoada e rajadas fortes de vento, que podem chegar aos 90 quilómetros horários.

Face a estas condições climatéricas, aquele instituto recomenda prudência para quem andar na via pública.

Alto Minho

Caminha fecha passeios marítimos, ecovias e passadiços em todo o concelho

Confinamento

Foto: Divulgação / CM Caminha

A Câmara de Caminha, liderada pelo socialista Miguel Alves, interditou o passeio e a permanência de pessoas em vias pedonais junto ao mar, nos diversos passadiços e ecovias do concelho, no paredão de Moledo ou na zona pedonal da Avenida Ramos Pereira, em Vila Praia de Âncora, foi hoje anunciado.

Esta medida surge na sequência do aumento de casos de infeção por covid-19, no concelho, no distrito e em todo o país.

Caminha segue assim a medida anunciada ontem pelas autarquias de Vila do Conde e da Póvoa de Varzim, que também encerraram toda a marginal à circulação pedonal.

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Alto Minho

Homem fica em estado grave após ter sido esfaqueado pela mulher em Cerveira

Violência doméstica

Foto: DR

Um homem, de 58 anos, sofreu ferimentos graves após ter sido esfaqueado pela companheira, esta noite de quinta-feira, em Cerveira.

De acordo com informação avançada pela Rádio Vale do Minho, o esfaqueamento deu-se na sequência de um quadro de violência doméstica entre o casal, residente na freguesia de Gondarém.

A mulher, de 57 anos, terá esfaqueado o companheiro na zona do peito, provocando ferimentos profundos. A agressora deverá ser detida por militares da GNR para ser presente ao Ministério Público.

No local, para prestar assistência, estiveram os Bombeiros de Caminha, a VMER de Viana do Castelo e a SIV de Valença.

A GNR registou a ocorrência.

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Guimarães

Presos em Guimarães sem água quente, passam frio e não podem ligar aquecedores

Estabelecimento Prisional de Guimarães

Foto: DR (Arquivo)

A denúncia é do secretário-geral da Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR), Vítor Ilharco, na mesma altura em que os presos do Estabelecimento Prisional de Guimarães fizeram chegar à associação uma reclamação relacionada com o frio e a falta de água quente.

Na reclamação os presos referem-se a problemas infraestruturais no edifício, já referenciados num relatório da Provedoria de Justiça de 1996. “É uma cadeia em que as más condições objetivas têm sido superadas graça a um trabalho de equipa”, lê-se nesse relatório com 25 anos.

Os presos queixam-se do frio e da falta de água quente para os banhos. Numa altura em que a região tem enfrentado temperaturas muito baixas, a situação torna-se mais preocupante. A reclamação dos presos estende-se à falta de roupa de cama quente. “A Direção Geral dos Serviços Prisionais (DGRSP) distribui dois cobertores a cada recluso e não deixa que as famílias levem mais”, explica Vítor Ilharco. “A DGRSP diz que vai distribuir lençóis de flanela e mais um cobertor, mas neste momento estamos à espera”, afirma o secretário-geral da APAR.

Vítor Ilharco reconhece, até, que esta DGRSP “é bastante preocupada com o bem-estar dos presos, o problema é que não tem dinheiro”.  A situação tenderá a agravar-se, uma vez que o Orçamento de Estado para 2021 reduz em 52,5 milhões de euros o financiamento da DGRSP. 

O Estado paga, por dia, 3,40 euros para alimentar cada preso

“Atualmente a DGRSP paga à empresa de catering que fornece a alimentação das cadeias, 3,40 euros, por dia, por recluso. São 85 cêntimos por refeição. Isto dá uma ideia da qualidade da alimentação dos presos. Com a redução do financiamento, pode imaginar” – Avalia Vítor Ilharco. “No mesmo ano em que se retiram 52,5 milhões de euros a DGRSP, o Governo aumentou em 15 milhões as verbas destinadas à proteção animal”, crítica o responsável da APAR.

Relativamente às condições denunciadas pelos presos de Estabelecimento de Prisional de Guimarães, Vítor Ilharco confirma-as e diz que “infelizmente é a triste realidade das 48 prisões pelo país”.

Na prisão de Guimarães não é possível ligar aquecedores porque o quadro elétrico não aguenta

Em Guimarães, o problema do frio torna-se ainda mais grave por não se poderem usar aquecedores, uma vez que a instalação elétrica, antiga, não suporta a sobrecarga. “Os presos resistem aos dias de frio, como os que atravessamos, sem nenhum tipo de aquecimento”. A idade do edifício é também a causa de múltiplas infiltrações, algumas através de placas de fibrocimento, com amianto. A remoção destas placas, de material cancerígeno, está prevista, desde 2018, mas até agora ainda não avançou.

A DGRSP diz não ter registo de queixas sobre a temperatura da água. Relativamente ao quadro elétrico, a DGRSP afirma que o problema está “sinalizado” e que já estão orçamentados os custos para a resolução, embora não adiante nenhum prazo para a execução das obras. Até, afirmam, que os reclusos podem usar termos e têm acesso a bebidas quentes no bar.

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