Seguir o O MINHO

Braga

Atenção, Braga. Alterações ao trânsito em Nogueiró por causa de obras

Requalificação da Variante da Encosta

em

Foto: Divulgação / CM Braga

A Câmara de Braga anunciou mudanças do estacionamento e alteração de sentidos de trânsito em Nogueiró, devido à segunda fase de execução das obras de Requalificação da Variante da Encosta, a partir da próxima segunda-feira, dia 16 de Novembro.

As alterações são as seguintes.

Nogueiró Nascente

– Na Rua de Urjães o trânsito automóvel pratica-se em sentido único, mais concretamente no sentido Norte-Sul;
– -Na Rua do Peixoto o trânsito automóvel pratica-se em sentido único, mais concretamente no sentido Norte-Sul;
– O acesso da Rua Eduardo Esperança à Rua de Urjães é sinalizado com paragem obrigatória em cruzamentos ou entroncamentos (STOP);
– O acesso da Rua da Boavista às Ruas de Urjães, do Peixoto e da Residência é sinalizado com paragem obrigatório em cruzamentos ou entroncamentos (STOP);
– O acesso da Rua do Peixoto à Avenida D. João II é sinalizado com Cedência de Passagem.

Nogueiró Poente

– Na Rua José Maria Ottoni, após os acessos carrais existentes junto ao entroncamento com a Rua Manuel Ferreira Gomes, o trânsito automóvel pratica-se em sentido único, mais concretamente no sentido Poente-Nascente;
– -Na Rua Matias Ferreira de Sá, na sua extensão compreendida entre a Rua Manuel Ferreira Gomes e a Travessa Manuel Ferreira Gomes, o trânsito automóvel pratica-se em sentido único, mais concretamente no sentido Nascente-Poente;
– Na Travessa Manuel Ferreira Gomes o trânsito automóvel pratica-se em sentido único, mais concretamente no sentido Norte-Sul, da Rua Matias Ferreira de Sá para a Rua Manuel Ferreira Gomes;
– Na Rua Dr. Gomes dos Santos, na sua extensão compreendida entre a Rua Matias Ferreira de Sá e a Rua Arquiteto Ernesto Korrodi, o trânsito automóvel pratica-se em sentido único, mais concretamente no sentido Nascente-Poente;
– Na praceta existente entre a Rua Matias Ferreira de Sá e a Rua Dr. Gomes dos Santos o trânsito automóvel pratica-se em sentido único, mais concretamente contornando a placa central ajardinada pela direita;
– Os acessos da Rua José Maria Ottoni à Rua Manuel Ferreira Gomes são sinalizados com Cedência de Passagem;
– O acesso da Travessa Manuel Ferreira Gomes à Rua Manuel Ferreira Gomes é sinalizado com Cedência de Passagem;
– O acesso do arruamento nascente da praceta existente entre a Rua Matias Ferreira de Sá e a Rua Dr. Gomes dos Santos à Rua Matias Ferreira de Sá é sinalizado com Cedência de Passagem;
– O acesso da Rua Dr. Gomes dos Santos à Rua Manuel Ferreira Gomes é sinalizado com Cedência de Passagem;
– O acesso da Rua Arquiteto Ernesto Korrodi à Rua Manuel Ferreira Gomes é sinalizado com Cedência de Passagem;
– O acesso da praceta existente na Rua Manuel Ferreira Gomes, entre a Rua Dr. Gomes dos Santos e a Travessa Manuel Ferreira Gomes, à Rua Manuel Ferreira Gomes é sinalizado com Cedência de Passagem.

Anúncio

Braga

Ministério Público arquiva processo sobre permuta que visava Ricardo Rio e Firmino Marques

Permuta da Rodovia foi “benéfica para a Câmara Municipal de Braga”

Foto: Dr / Arquivo

O Ministério Público (MP) arquivou a queixa formulada contra um conjunto de cidadãos (autarcas e técnicos municipais) em torno do processo de permuta de terrenos que deu origem à expansão do Parque Desportivo da Rodovia, entre eles o presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio.

Para além do edil, também o vereador do Urbanismo, Miguel Bandeira, e o então vice-presidente, Firmino Marques, além de diversos técnicos e responsáveis municipais e os proprietários da parcela privada do terreno permutado.

Fonte ligada ao processo explicou que a permuta, concretizada em 2015, tinha em vista a “expansão e requalificação do Eixo Desportivo da Rodovia”, através de uma troca direta de terreno da autarquia com proprietários privados sem “qualquer contrapartida financeira adicional de parcelas contíguas de idêntica dimensão e classificação em sede de Plano Diretor Municipal”.

“Na ocasião, e no quadro da aprovação desta decisão nos órgãos municipais (Câmara e Assembleia), os responsáveis políticos do Bloco de Esquerda e CDU anunciaram a interposição de queixas no MP, o que terão concretizado de forma expressa ou sob a capa do anonimato”, aponta a mesma fonte.

Em reação a este arquivamento, a Câmara de Braga indica que a conclusão do MP teve como base uma peritagem que indicou que os dois terrenos têm valor igual, e que o principal interessado na permuta era a Câmara e não a empresa privada, considerando mesmo que “a opção pela expropriação (defendida pelos denunciantes) acarretava custos monetários volumosos”.

“Citando expressamente a perita consultada, o magistrado refere que “a permuta de terrenos foi benéfica para os interesses da Câmara Municipal de Braga e do ponto de vista ambiental, arquitetónico e de enquadramento paisagístico, a relocalização dos apartamentos turísticos adequa-se melhor à finalidade do projeto de alargamento do complexo desportivo da Rodovia, extensão da ciclovia e das margens do rio Este”, indica a autarquia.

Explica ainda que a permuta foi aprovada pela Assembleia Municipal em 2015, com votos contra da CDU e do DEM e abstenção do PS e que, no quadro da tramitação do processo, “não houve qualquer indicação de interferência dos responsáveis políticos do município no processo de avaliação realizado pelos técnicos”.

O executivo liderado por Ricardo Rio reforça “total confiança nos funcionários da autarquia, e a estes deixando uma palavra pública de reconhecimento e solidariedade pelas circunstâncias em que se encontraram inopinadamente envolvidos”.

De acordo com a autarquia, a permuta permitiu executar o prolongamento do eixo desportivo num investimento total de mais de três milhões de euros, contribuindo de “forma inegável e indesmentível para a requalificação urbanística e paisagística de toda aquela zona da cidade, beneficiando diariamente milhares de bracarenses, visitantes e turistas”.

Em contrapartida, cinco anos volvidos, “o projeto da empresa privada para o terreno que serviu de contrapartida não teve qualquer concretização, o que é revelador de quem tinha uma real prioridade com a realização da dita permuta”.

O executivo de Braga expressa assim o seu “profundo orgulho no projeto concretizado”, assegura que “seguiria hoje exatamente os mesmos procedimentos que seguiu na ocasião” e lamenta que “meros juízos de intenções não fundamentados possam recorrentemente conduzir a este patamar de ataque ao bom nome de pessoas e instituições”.

Note-se, finalmente, que ainda no despacho do MP é também referido que “a primeira permuta ocorre antes do executivo liderado por Ricardo Rio ter tomado posse em outubro de 2013″.

“Como já supra se referiu, consideramos que o principal busílis do terreno em questão, propriedade da sociedade R&N e, entretanto, permutado, não está na permuta de 2015 mas sim na permuta (condicional) de 1991 e sequente venda em 1997 a um particular, de terreno municipal permutado para um determinado fim”, sublinha a autarquia.

(em atualização)

Continuar a ler

Braga

Longas filas em Braga para o voto antecipado

Eleições presidenciais 2021

Foto: Paulo Silva

Foram longas as filas desta manhã à porta do Altice Fórum, em Braga, para o voto antecipado nas Eleições Presidenciais, sobretudo entre as 11 e as 13 horas.

Através das redes sociais, são vários os relatos que dão conta da enorme afluência, mostrando também dezenas de pessoas nas filas para as diferentes mesas de voto. A distância entre diferentes filas era de cerca de um metro, não cumprindo os limites impostos pela DGS.

O presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, que também votou hoje, sublinhou a importância do voto antecipado para “aligeirar a carga” sobre as mesas de voto que no dia 24 funcionarão nas juntas de freguesia, mas, talvez antecipando este cenário, voltou a mostrar preferência pelo adiamento das eleições.

Foto: Paulo Silva

“É um processo eleitoral que vai decorrer em circunstâncias muito particulares, eu tive já oportunidade de expressar a minha opinião de que deveria ter sido adiado, sobretudo tendo consciência de que iríamos entrar num período de confinamento (…).

“Ainda assim, se a opção foi prosseguir com o ato eleitoral, temos de criar todas as condições para que em todos os locais exista o máximo de segurança e o máximo de confiança e a participação possa ser o mais alargada possível”, referiu o autarca.

Rio acrescentou que a resposta em Braga “foi bastante positiva”, com quase 6.000 inscritos para o voto antecipado em mobilidade, sendo 75 por cento do concelho.

Foto: Ricardo Rio

Para votar em Braga, no Altice Fórum, inscreveram-se, concretamente, 5.972 eleitores, dos quais 4.513 são daquele concelho.

Há 11 mesas de voto e são respeitadas as regras da Direção-Geral da Saúde, destacando-se a desinfeção permanente das mesas de voto, o uso obrigatório de máscara, a medição da temperatura corporal e a desinfeção do calçado.

De forma a evitar aglomerações, as mesas de voto estão equipadas com um software de gestão de filas de espera, desenvolvido pela MobiQueue, ‘startup’ da comunidade da Startup Braga.

No país, 246.880 pessoas pediram o voto antecipado em mobilidade para as presidenciais de 24 de janeiro, quatro vezes mais do que para as legislativas de 2019.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para 24 de janeiro e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

A campanha eleitoral começou no dia 10 e termina em 22 de janeiro.

Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

Continuar a ler

Braga

Eleitores em Braga preferem o frio ao perigo da pandemia

Eleições presidenciais 2021

Foto: Ricardo Rio / Facebook

Apesar de os termómetros andarem pelos zero graus, cerca de 20 pessoas chegaram hoje antes da abertura das urnas ao local destinado para o voto antecipado em Braga e esperaram largos minutos ao relento para votarem para as Presidenciais.

A ideia era, sobretudo, fugir aos aglomerados no dia previsto para as eleições, 24 de janeiro, porque a pandemia está cada vez mais preocupante e, por isso, todo o cuidado é pouco.

Além disso, os eleitores consideram desnecessário esperar pela segunda semana de campanha para decidirem o seu voto, até porque não é propriamente a cor do batom que interessa aos portugueses.

“O meu voto já estava decidido. A campanha é muito fraca, abordaram-se poucos assuntos de interesse, como a educação, o desemprego, os sem-abrigo ou as alterações climáticas. Tem estado muito centrada no debate direita-esquerda, no batom vermelho ou batom preto”, referiu Carlos Dobreira.

Entre críticas ao facto de não haver uma estrutura que protegesse do frio, Carlos Dobreira, eleitor de Braga, disse que optou pelo voto antecipado “por questões de segurança” e de distanciamento social.

Na fila para entrar no local onde decorre a votação, estava também Valentina Pereira, de 20 anos, que é de Penafiel, mas pediu para votar antecipadamente em Braga.

“Vim às 08:00 a ver se não apanhava tanta fila e não estava tanta gente”, adiantou, sublinhando a importância de os eleitores terem a oportunidade de exercer o seu direito de voto mesmo “não estando em casa”.

Disse-se “esclarecida” sobre as eleições, sobretudo com os debates entre os candidatos, e sublinhou que “é importante” todos exercerem o seu direito de voto.

De igual forma, Lucas Reis, 21 anos, natural de Évora, mas residente em Braga há dois anos, também pediu para votar antecipadamente, face à incerteza quanto ao seu horário de trabalho no próximo domingo.

“Principalmente numa altura destas, nos tempos em que estamos, é mais que importante votar. Conquistámos o direito de votar, é nosso dever e nosso direito votar”, apontou.

O presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, que também votou hoje, sublinhou a importância do voto antecipado para “aligeirar a carga” sobre as mesas de voto que no dia 24 funcionarão nas juntas de freguesia.

“É um processo eleitoral que vai decorrer em circunstâncias muito particulares, eu tive já oportunidade de expressar a minha opinião de que deveria ter sido adiado, sobretudo tendo consciência de que iríamos entrar num período de confinamento (…). Ainda assim, se a opção foi prosseguir com o ato eleitoral, temos de criar todas as condições para que em todos os locais exista o máximo de segurança e o máximo de confiança e a participação possa ser o mais alargada possível”, referiu o autarca.

Rio acrescentou que a resposta em Braga “foi bastante positiva”, com quase 6.000 inscritos para o voto antecipado em mobilidade, sendo 75 por cento do concelho.

Para votar em Braga, no Altice Fórum, inscreveram-se, concretamente, 5.972 eleitores, dos quais 4.513 são daquele concelho.

Há 11 mesas de voto e são respeitadas as regras da Direção-Geral da Saúde, destacando-se a desinfeção permanente das mesas de voto, o uso obrigatório de máscara, a medição da temperatura corporal e a desinfeção do calçado.

De forma a evitar aglomerações, as mesas de voto estão equipadas com um software de gestão de filas de espera, desenvolvido pela MobiQueue, ‘startup’ da comunidade da Startup Braga.

No país, 246.880 pessoas pediram o voto antecipado em mobilidade para as presidenciais de 24 de janeiro, quatro vezes mais do que para as legislativas de 2019.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para 24 de janeiro e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

A campanha eleitoral começou no dia 10 e termina em 22 de janeiro.

Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

Reportagem de Vítor Pereira, da agência Lusa.

Continuar a ler

Populares