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Barcelos

Associação de Barcelos plantou 600 pinheiros no Pinhal de Leiria

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Foto: DR

A associação ambiental “Viver Macieira”, sediada em Macieira de Rates, concelho de Barcelos, participou, no passado domingo, numa ação de reflorestação do Pinhal d’El-Rei, mais conhecido como Pinhal de Leiria, onde plantou cerca de 600 pinheiros.


Em declarações a O MINHO, o presidente Sérgio Vilas Boas explica que a participação da associação barcelense se deveu a uma ação levada a cabo por Joana Conde, uma engenheira portuguesa que comprou pinheiros para que voluntários reflorescessem aquele local.

“São cerca de 9 mil hectares de área ardida, até impressiona”, começa por descrever Vilas Boas, explicando as intenções que movem um grupo de nove barcelenses a deslocarem-se 600 quilómetros (ida e volta) para reflorestar em seara alheira.

Foto: DR

“Visto que é um local de interesse nacional, resolvemos aderir”, diz, contrapondo com “as diversas ações” já levadas a cabo no concelho de Barcelos.

“Ainda há um mês estivemos, em conjunto com os Amigos da Montanha, a reflorestar um local ardido em Aldreu, mas essas iniciativas têm de ser programadas e não há assim tanta área ardida no concelho quando comparado com a tragédia de Leiria”, aduz.

Esta iniciativa, a primeira fora do concelho, não esconde a realidade da associação. Nascida em 2011, pela mão do próprio Sérgio, visava combater a carência social e ambiental da freguesia.

Foto: DR

” A bandeira principal é o ambiente, temos feito várias limpezas ambientais na freguesia, limpámos os leitos dos rios, caminhos e outros locais de vegetação. Também acabamos com todas as lixeiras a céu aberto que existem na freguesia”, explica.

O cariz social também está presente, através da entrega de cabazes a famílias carenciadas da freguesia. “Para além disso, temos ainda a parte desportiva, onde organizamos eventos, como é o caso da corrida de rolamentos ou de caminhadas pelos percursos pedestres da freguesia”, expõe.

Para o futuro, Sérgio Vilas Boas aponta ainda a criação de um local comunitário de compostagem de resíduos florestais e agrícolas e um projeto de criação de um parque de lazer, no troço do Caminho de Santiago que atravessa a freguesia.

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Barcelos

JOM abre nova loja em Barcelos no fim do verão e aceita candidaturas

Economia

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Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO

A JOM, cadeia portuguesa de artigos para o lar, está a construir uma nova loja em Barcelos.

Tendo já uma loja naquele concelho, na freguesia de Adães, a cerca de seis quilómetros da cidade, a nova unidade trará, no entanto, uma maior centralidade à marca.

Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO

A nova loja está a ser construída em Arcozelo, junto à circular urbana, num terreno localizado entre a Rua Pedro Álvares Cabral e a Rua das Calçadas, uma localização próxima do centro de Barcelos.

A JOM adiantou a O MINHO que “a abertura da nova loja em Barcelos está prevista para o final de setembro/início de outubro, sendo a data oficial comunicada em breve”.

A abertura de nova loja pode representar também oportunidades de emprego.

“A JOM está em crescimento e estamos sempre abertos à captação de novos colaboradores que se identifiquem com os valores da nossa organização”, refere a empresa na resposta enviada a O MINHO, acrescentando que “os interessados poderão enviar a sua candidatura para [email protected]”.

Foto: Pedro Luís Silva / O MINHO

A JOM é uma empresa 100% portuguesa com mais de 20 anos no mercado que tem como base “um conceito diferente e inovador de reunir no mesmo espaço” vários artigos para o lar.

“Nas nossas lojas dispomos de um variado leque de móveis, sofás, eletrodomésticos, decoração, iluminação, utilidades e têxteis-lar. O nosso objetivo é oferecer uma variedade de soluções para diferentes gostos, estilos e tendências, desde as linhas mais modernas e de vanguarda, até aos clássicos e rústicos sempre intemporais”, descreve a empresa.

A JOM está representada em 23 cidades do país, entre as quais Viana do Castelo, Guimarães e Braga.

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Barcelos

Reabertura gradual das unidades de saúde de Barcelos e Esposende quase concluída

ACES Cávado III

em

Foto: CM Esposende

Já quase todas as unidades de saúde de Barcelos e Esposende reabriram, num processo gradual que, como O MINHO noticiou, iniciou-se no passado dia 29 de junho com a USF Calécia, em Macieira de Rates, e as consultas de dentista na USF S. Brás, em Barcelos, ambas no concelho de Barcelos.

Entretanto, nos últimos dias, já foram reabertas as de Fragoso, Carapeços, Vila Cova e Lijó, no concelho de Barcelos, e a de Fão, em Esposende.

Por reabrir, permanecem as unidades de Sequeade e Lama, no concelho de Barcelos, as quais estão dependentes de obras nos respetivos edifícios, prevendo-se que estejam concluídas dentro de duas semanas.

Unidades de saúde em Barcelos e Esposende já começaram a abrir

Os polos de Belinho (USF Farol), de Forjães (USF Esposende Norte) e de Apúlia (UCSP Apúlia / Fão) encontram-se “em análise”, podendo a sua reabertura ser determinada a qualquer momento.

Em declarações a O MINHO, o diretor do ACES Cávado III Barcelos / Esposende faz um balanço muito positivo da reabertura dos serviços.

“Está tudo a funcionar e toda a gente está a cumprir as regras sanitárias e as indicações para marcarem consulta antes de comparecerem nas unidades de saúde”, vinca Fernando Ferreira.

Recorde-se que o ACES Cávado III tem sensibilizado os utentes para não aparecerem nos centros de saúde sem agendamento prévio de consulta.

Mensagem enviada a utentes do ACES Cávado III

Através da ARS – Norte chegou mesmo a ser enviada SMS a todos os utentes, divulgando os contatos – telefone e e-mail – através dos quais o utente pode agendar a sua consulta.

O objetivo desta medida, salienta Fernando Ferreira, é que as pessoas estejam o mínimo de tempo possível em espera nas unidades de saúde e, assim, reduzir o risco de contágio.

Depois de um período em que os serviços tiveram que ser reorganizados por causa da pandemia, as unidades de saúde do ACES Cávado III voltaram a reabrir, de forma gradual, conforme foram criadas condições de segurança para os profissionais e utentes.

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Barcelos

Descarga de ETAR gera polémica. Águas de Barcelos diz que impacto ambiental é “o menor possível”

Rio Cávado

em

Foto: DR

Um vídeo colocado a circular nas redes socais da descarga de efluentes de uma ETAR, em Vila Frescainha S. Pedro, em Barcelos, para o Rio Cávado, está a gerar polémica.

O vídeo, já muito partilhado no Facebook, mostra as águas residuais tratadas a saírem de uma conduta e a ‘pintar’ o rio Cávado de uma cor esbranquiçada.

Questionada por O MINHO, a Águas de Barcelos (AdB), que detém a concessão de água e saneamento no concelho de Barcelos e responsável pela gestão da ETAR, assume que, “infelizmente, o impacto visual da descarga é real, mas o importante é que o impacto ambiental seja o menor possível”.

Vídeo partilhado por Eduardo Araújo no grupo Barca- Associação Amigos do Cávado

“A ETAR tem funcionado normalmente como sempre funcionou. O impacto visual da descarga desde sempre que é significativo, uma vez que por dia são descarregados 20.000m3 de efluente no Rio Cávado. Ou seja por hora são descarregados 830.000 litros de efluente tratado”, explica a AdB na resposta enviada ao nosso jornal.

“Infelizmente, o impacto visual da descarga é real, mas o importante é que o impacto ambiental seja o menor possível. E a AdB tudo faz para que o desempenho desta ETAR seja o melhor possível. A ETAR de Barcelos tem uma forte componente industrial, fruto de uma sociedade de consumo e não podemos negar o impacto que as sociedades modernas têm”, salienta a empresa.

A AdB adianta, ainda, que “na sequência do horizonte de projeto da ETAR estar a ser atingido, a AdB iniciou o Projeto de Remodelação da ETAR de Barcelos que já se encontra na Fase 2 – estudo das alternativas de tratamento”.

“É muito importante que, de facto, a população em geral se envolva neste tipo de projetos, porque as decisões de hoje terão impacto durante 30 anos. Uma ETAR com um tratamento mais avançado tem custos superiores, mas se consideramos que os custos cobrirão os benefícios ambientais de uma decisão deste tipo, será fácil a todos e aos decisores escolherem”, conclui a AdB.

Segundo informação constante da página da AdB, a ETAR de Barcelos tem uma capacidade instalada de 133.250 habitantes-equivalente e trata 92% do volume total de águas residuais recolhidas no Sistema Público, de origem doméstica e industrial, sendo esta última de um conjunto de tinturarias que, após pré-tratamento, enviam o efluente industrial para a rede pública de drenagem de águas residuais.

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