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Ave

Suspeito de matar emigrante de Vizela em França estava em liberdade condicional

Vítima e agressor conheceram-se através de um site de encontros na Internet

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Foto: Imagens La Depeche

O homem que confessou ter esfaqueado mortalmente um emigrante português, no sábado passado, na região de Toulouse, em França, já tinha sido condenado a 23 anos de prisão, em 2007, depois de ter esfaqueado um amigo até à morte, em 2003, quando tinha 17 anos. Cumpriu quinze anos de pena na cadeia, de onde saiu, há cerca de dois anos, em liberdade condicional.


As novas informações são avançadas pelo jornal francês La Depeche, que está a acompanhar o caso, após a conferência de imprensa do Procurador do Ministério Público de Toulouse, e que teve lugar esta segunda-feira, ao final do dia, em Carbonne, cidade onde ocorreram os factos.

Sérgio Rodrigues, de 33 anos – e não com idade “entre 35 e 40 anos”, como havia sido anteriormente referido, – natural de Santo Adrião, concelho de Vizela, terá conhecido o suspeito dias antes, através de um site de encontros amorosos na Internet.

Na sexta-feira à noite, os dois encontraram-se no apartamento do suspeito,  com mais duas mulheres,  de 21 e 26 anos, que sairam mais cedo do local, numa rua no centro daquela pequena cidade.

Posteriormente, prossegue aquela publicação, a vítima e o homem terão mantido contactos íntimos, que acabariam por degenerar, já na manhã de sábado, numa discussão. Constrangido com a situação, o agressor terá pegado numa faca de cozinha, com a qual viria a consumar “pelo menos 40 golpes”.

Na conferência de imprensa realizada no tribunal, o Procurador do Ministério Público de Toulouse, que ainda aguarda os resultados da autópsia, também realizada esta segunda-feira, admitiu que os factos foram marcados por “considerável violência”.

“Foram encontradas várias feridas no corpo da vítima, muitas das quais fatais, e a cena do crime está dividida por vários lugares do apartamento”, disse Dominique Alzeari, citado pelo La Depeche.

Centro da cidade. Foto: Google (via La Depeche)

Segundo relatou o magistrado, as jovens que passaram pela casa na sexta-feira à noite, onde terão consumido drogas com o suspeito, foram por este contactadas, no sábado, após o crime ter sido consumado.

“O suposto agressor acabou por contactá-los para irem buscar os pertences que haviam deixado na sua casa, onde lhes deu as roupas da vítima e a arma do crime, e avisou uma delas”.

Seriam, então, as jovens a dar o alerta às autoridades, no sábado, depois das 13:00 horas.

Quando chegaram ao local, bombeiros e polícia encontraram o cadáver numa poça de sangue, num apartamento no segundo andar de um prédio no centro daquela cidade francesa, com cerca de seis mil habitantes.

O suspeito foi detido em casa, num crime que, acrescenta a mesma fonte, terá ocorrido num cenário de consumo de drogas.

Sérgio Rodrigues, que morava na cidade de Muret, a cerca de 26 quilómetros, deixa uma filha menor, fruto de uma relação com uma mulher de nacionalidade francesa.

 

(em atualização)

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Guimarães

Empresário de Guimarães desenvolve tapete desinfetante e faz sucesso em França

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Armando Costa, empresário luso-francês com raízes em Guimarães, está a conquistar o mercado empresarial francês com a venda de tapetes desinfetantes que removem todo o tipo de vírus e bactérias do calçado, inclusive o da covid-19.


Empresário no ramo da prestação de serviços e organização de eventos, o vimaranense adaptou-se aos novos tempos face à pandemia que assolou o globo e criou um tapete duplo com reservatório desinfetante para comercializar em domicílios privados, comércio, indústria, centros comercias e espaços frequentados pelo grande público.

Em comunicado enviado à imprensa, o empresário explica que ao longo do último mês, já comercializou mais de 3.000 unidades, contando por entre os seus clientes “duas grandes superfícies comerciais de Paris, edifícios municipais, estruturas residenciais para idosos, clínicas e vários domicílios privados”

“Atualmente, está a expandir a produção através de uma parceria com uma indústria de manufaturados de forma a comercializar também em Espanha e Portugal”, refere a nota de imprensa.

Ainda segundo o empresário, os tapetes, de tamanhos variados, podem ser colocados no lugar de qualquer outro tapete que habitualmente se encontram nas entradas e saídas de casas e espaços públicos.

Em Portugal, o tapete já é comercializado por dois revendedores, também de Guimarães, que fazem a distribuição oficial no país.

Contactado por O MINHO, um dos distribuidores, Sandro Baptista, explica que o líquido fica impregnado no tapete, devendo ser reabastecido ao fim de algum tempo.

“Tem um reservatório onde se coloca o líquido que passa para todo o tapete. O reabastecimento depende do uso que se lhe dá. No fundo, ensopamos o calçado no tapete e o liquido a fica nas solas. As esponjas não permitem que o desinfetante passe acima da sola, não danificando”, argumenta.

Recomenda ainda a utilização de um segundo tapete, seco, para passar a sola, de forma a que o calçado não se torne escorregadio.

Diz a nota que o mesmo é “recomendado para domicílios, hotéis, apartamentos, lojas, restaurantes, hospitais, clínicas e lares de idosos”.

“Para adquirir este tipo de tapete, com custo de 70 euros, pode obter mais informações através do distribuidor português 934273867 (Sandro Baptista)”, termina a nota.

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Ave

Homem detido em Guimarães após fugir de hospital psiquiátrico

PSP

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Foto: DR

A PSP de Guimarães deteve na quinta-feira um homem de 36 anos que tinha fugido do Hospital Magalhães Lemos, no Porto.


A polícia refere em comunicado que soube “através de uma chamada telefónica” que um indivíduo “que se encontrava na Unidade de Psiquiatria Forense do Hospital Magalhães Lemos – Porto, havia aproveitado uma oportunidade quando foi receber tratamento médico e colocou-se em fuga”.

A PSP acabou por intercetá-lo e detê-lo na Travessa da Bouça do Pinheiro, na cidade de Guimarães.

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Ave

Bloco de Esquerda leva aterro sanitário em Celorico de Basto à Comissão Europeia

José Gusmão

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Foto: Divulgação / BE

José Gusmão, eurodeputado do Bloco de Esquerda (BE), questionou a Comissão Europeia sobre o aterro sanitário de Codeçoso, em Celorico de Basto, o qual estará a poluir cursos de água na região.


O bloquista lembra que o aterro sanitário foi ali instalado em 2001, “estimando-se a sua vida útil em doze anos”, no entanto “está a ser ampliado, em vez de ter sido encerrado”.

Destinado, inicialmente, a cinco municípios (Amarante, Baião, Celorico, Mondim, Cabeceiras), passou a ser mais dois: Guimarães e Santo Tirso.

“Este aterro causa constrangimentos à população, que diariamente vive com mau cheiro e infestações de insetos”, critica José Gusmão.

“Muito preocupante também é a contaminação de águas causada pelo aterro: são várias as queixas relatando a descarga de efluentes não tratados nos cursos de água, o que claramente conflitua com o disposto na Diretiva Quadro da Água”, aponta.

Portanto, o eurodeputado quer “aferir que medidas vão ser implementadas pela Comissão Europeia para instar Portugal a garantir o cumprimento da Diretiva Quadro da Água no âmbito do aterro sanitário de Codeçoso”.

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