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Braga

Assalto a banco que levou 10 milhões terá sido o “maior de sempre” em Braga

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Interior em obras da agência do Santander na Avenida Central. Foto: O MINHO

Terá sido o maior assalto alguma vez registado em Braga. Os clientes lesados calculam que terão sido levados do banco Santander, na Avenida Central, na noite de São João, mais de dez milhões de euros depositados em 58 cofres individuais. Um valor que inclui dinheiro vivo, jóias, ouro e relógios de coleção.


O “JN” desta sexta-feira escreve que o gangue, que foi detido no início de Julho pela GNR, assaltou, também, as casas do cantor limiano Delfim Júnior e do empresário Domingos Névoa, suspeitando-se, ainda, que terão furtado, em junho, 300 mil euros na ourivesaria Carlos Pires Joalheiro no centro de Braga.

O Santander Totta “lamenta as consequências para os seus clientes da atuação criminosa de terceiros e continuará a colaborar ativamente com as autoridades para um total apuramento das circunstâncias do crime, sendo prematuras quaisquer conclusões sobre esta matéria”.

A concluir, garante que “não deixará de assumir as responsabilidades que sejam devidas na salvaguarda dos interesses dos seus clientes”.

Mas estes suspeitam que tenha havido negligência já que a porta de segurança que dava acesso aos cofres estaria aberto. O que as autoridades investigam.

Alguns dos lesados já foram ouvidos pelo banco e pela polícia a quem deram conta dos valores que tinham nos cofres. E constituíram-se assistentes no processo.

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Braga

Covid-19: Concelho de Braga regista mais quatro mortes nos últimos três dias

Dados locais

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Foto: O MINHO / Arquivo

O concelho de Braga regista 1.430 casos ativos de covid-19, mais 216 do que na passa sexta-feira, data do último balanço publicado por O MINHO. Desde então, morreram mais quatro pessoas.

O município contabiliza agora 5.238 casos desde o início da pandemia, mais 516 desde o mesmo dia.

Estes números foram apurados pelo nosso jornal junto de fonte local da saúde às 17:30 desta segunda-feira.

Há ainda mais 296 doentes curados nestes três dias, totalizando 3.723 recuperações desde o início da pandemia.
Há 85 óbitos a lamentar, mais quatro em relação a sexta-feira.

Por fim, estão 1.430 pessoas em vigilância ativa, mais 637 do que na sexta-feira.

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Braga

Hospital de Braga diz que enfermeiros passam ao quadro dentro de dias

Saúde

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Foto: DR / Arquivo

O Hospital de Braga anunciou hoje que “nos próximos dias” a situação dos enfermeiros contratados a termo para acudir à pandemia de covid-19 deverá estar regularizada, no sentido de se garantir a permanência daqueles profissionais.

Entretanto, aqueles enfermeiros continuam a receber cartas dando conta da caducidade dos respetivos contratos.

Numa carta a que a Lusa hoje teve acesso, datada de 09 de novembro, o Hospital de Braga comunica a uma enfermeira que o seu contrato, celebrado em 31 de março, “caducará com efeitos a partir de 30 de novembro, sendo este o último dia de trabalho”, a não ser que o hospital “obtenha autorização expressa para alteração do vínculo para sem termo”.

A dispensa daqueles profissionais já tinha sido denunciada, no início do mês, pela Ordem e pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que criticaram o facto de a não renovação dos contratos estar a acontecer “em plena pandemia”.

Em causa estão, segundo o SEP, 86 enfermeiros, que assinaram em março contratos de quatro meses, automaticamente renováveis, perfazendo agora oito meses de trabalho.

A conversão destes contratos em contratos de trabalho sem termo terá de ser autorizada por despacho do Ministério da Saúde, sob proposta da administração do hospital.

“São 86 enfermeiros imprescindíveis, a fazer face a necessidades permanentes, integrados e já com experiência, que a administração pretende ‘despedir’, apesar do quadro legal em vigor permitir contratar”, refere o sindicato.

Contactada pela Lusa, a administração do hospital sublinha que aqueles enfermeiros “continuam em funções”, estando o Conselho de Administração “a envidar todos os esforços para que aqueles contratos a termo se convertam a contratos sem termo e assim se mantenham todos os enfermeiros contratados em funções”.

“Nos próximos dias, a situação dever-se-á encontrar regularizada, no sentido de se garantir a permanência destes profissionais no Hospital de Braga”, acrescenta.

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Braga

Braga aprova voto de louvor pelo Prémio Camões a Vítor Aguiar e Silva

Atribuído por unanimidade

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Braga aprovou hoje, por unanimidade, um voto de louvor e congratulação pela atribuição do Prémio Camões 2020 ao professor e ensaísta Vítor Manuel de Aguiar e Silva.

O voto, apresentado pela vereadora da Educação e Cultura, Lídia Dias, refere que o reconhecimento da obra de Vítor Aguiar e Silva, que foi professor da Universidade do Minho, constitui “um profundo motivo de orgulho” para o concelho.

“Com o objetivo de ressaltar o dedicado trabalho de Vítor Aguiar e Silva, o município de Braga associa-se a este reconhecimento”, acrescenta.

O voto sublinha que Vítor Aguiar e Silva é uma “personalidade assinalável” no âmbito dos Estudos da Literatura Portuguesa.

A atribuição do Prémio Camões 2020 a Vítor Aguiar e Silva foi anunciada em 27 de outubro pela ministra da Cultura, Graça Fonseca, após reunião do júri, em Lisboa.

Antigo vice-reitor da UMinho vence Prémio Camões

Vítor Aguiar e Silva foi escolhido em reconhecimento da “importância transversal da sua obra ensaística” e do seu “papel ativo relativamente às questões da política da língua portuguesa e ao cânone das literaturas de língua portuguesa”, lê-se no comunicado divulgado pelo júri desta 32.ª edição do Prémio Camões.

Ensaísta e professor universitário, Vítor Manuel de Aguiar e Silva nasceu em Penalva do Castelo, no distrito de Viseu, em 1939.

Na Universidade de Coimbra, obteve todos os seus graus e títulos académicos e foi professor catedrático da Faculdade de Letras até 1989, ano em que pediu transferência para a Universidade do Minho.

Nesta universidade, foi professor catedrático do Instituto de Letras e Ciências Humanas, fundou e dirigiu o Centro de Estudos Humanísticos e a revista Diacrítica.

Desempenhou também as funções de vice-reitor, de junho de 1990 a julho de 2002, altura em que se aposentou.

O Prémio Camões de literatura em língua portuguesa foi instituído por Portugal e pelo Brasil em 1988, com o objetivo de distinguir um autor “cuja obra contribua para a projeção e reconhecimento do património literário e cultural da língua comum”.

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