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Alto Minho

Assaltantes roubam santos de mosteiro em Ponte da Barca

Mosteiro de Bravães

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O Mosteiro de Bravães, em Ponte da Barca, foi assaltado, durante a madrugada desta sexta-feira.

Segundo noticia o Correio da Manhã, na sua edição online, os assaltantes entraram na igreja através de uma porta lateral, tendo posteriormente levado todas as imagens de santos que se encontravam no seu interior.

A Polícia Judiciária já se encontra a caminho do local.

(em atualização)

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Arcos de Valdevez

Europeias: Rangel dançou o vira em Arcos de Vadelvez

Eleições Europeias

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Fotos: Facebook de PSD

A uma semana das eleições europeias, Paulo Rangel dançou o vira em Arcos de Valdevez, acedendo ao convite de Leonor, que organiza há 10 anos uma roda de dança naquela cidade minhota.

A comitiva do PSD chegou a Arcos de Valdevez a meio da tarde para a terceira “arruada” do dia, reunindo as “tropas” junto da Ponte Velha e seguindo para o jardim junto ao rio Vez onde já soavam concertinas e uma roda de bailarico que juntava pessoas de todas as idades.

Ao chegar junto da roda, a ruidosa comitiva laranja não conseguiu “furar” e teve de dar a volta mas, minutos depois, uma das organizadoras da Roda de Concertinas dos Arcos, Leonor, convidou Paulo Rangel para “dançar um virinha”.

“Vamos ver, vamos ver”, respondeu Rangel, que explicou num primeiro momento aos jornalistas os motivos da sua hesitação: “Não tenho os dotes que o meu adversário mostrou em Torres Vedras”, riu-se Rangel.

O cabeça de lista do PSD às europeias referia-se ao seu adversário do PS Pedro Marques, que numa ação de pré-campanha, no carnaval de Torres Vedras dançou, num momento que foi parodiado pelo humorista Ricardo Araújo Pereira.

Contudo, incentivado pelo presidente da câmara, João Esteves, Rangel acabou por ceder e, entrando no espírito, voltou à roda, levantou os braços e dançou por alguns segundos o vira minhoto, pondo parte da comitiva a fazer o mesmo.

O candidato tinha afirmado antes que não quis interromper a roda de dança, preferindo contornar o local, para não politizar uma manifestação espontânea popular.

A Roda de Concertinas dos Arcos reúne-se há 10 anos na cidade de Valdevez, reunindo aos domingos pessoas de todas as idades dos vários concelhos da região do Minho.

Depois de Valença de manhã, Paulo Rangel dedicou hoje a tarde de campanha a contactos com a população, primeiro em Ponte de Lima e depois em Arcos de Valdevez, que foram animadas por música, quer local quer da Juventude Social-Democrata.

Tal como tinha acontecido de manhã, Rangel foi mais efusivo nos contactos de rua e distribuiu beijinhos pelas senhoras e até tirou uma ‘selfie’ com um benfiquista com a camisola do clube, que no domingo se sagrou campeão nacional.

Questionado pelos jornalistas, Paulo Rangel respondeu que já se estreou na prática há muito tempo mas, na campanha, é “todos os dias, muitas vezes, com militantes, sem militantes, com toda a gente”. E com benfiquistas? “Com quem aparecer, nós aqui respeitamos toda a gente”, disse.

Embalados pela boa receção ao candidato e pelas palavras de Rangel na véspera, os membros da ‘jota’ estrearam em Ponte de Lima um novo cântico, dedicado ao secretário-geral do PS, António Costa, e ao candidato Pedro Marques, baseado num original de Quim Barreiros.

“Ele é um mestre de culinária/e cozinha para a Cristina/cativando a ferrovia/e levando o país à ruína”, entoavam, repetindo as críticas que o candidato fizera à participação do primeiro-ministro, António Costa, no programa da apresentadora Cristina Ferreira.

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Viana do Castelo

Europeias: Rangel poliglota no combate à abstenção na fronteira em Valença e em Viana

Cabeça de lista do PSD no Alto Minho

em

Foto: Facebook de PSD

O cabeça de lista do PSD às eleições europeias, Paulo Rangel, começou o domingo de campanha em Valença, numa ação de rua em que apelou ao voto em português, em espanhol e até francês.

“Espanhóis por todo o lado, é normal aqui”, comentou Rangel, no início da iniciativa de rua junto à Câmara Municipal de Valença, na fronteira com Espanha, elegendo o combate à abstenção como uma prioridade nas europeias de 26 de maio.

“É preciso combater a abstenção e depois votar com atenção”, disse Rangel, que meteu conversa com comerciantes, turistas e até com eleitores que não votam em Portugal.

A um grupo de turistas franceses, Rangel perguntou se estavam de passagem e perante a confirmação, respondeu “très bien” [muito bem], acrescentando ainda em francês que ficaria “muito contente se fossem votar” nas europeias.

Mais à frente, junto a uma igreja da qual saíam algumas pessoas, a comitiva laranja hesitou mas alguém disse, “vamos lá, campanha à moda antiga, à saída da missa”.

Afinal não havia missa e o grupo, com cidadãos portugueses e espanhóis, estava em passeio para uma concentração dos conhecidos automóveis “carochas” no âmbito do “Encontro Ibérico Tui-Valença”.

“Muy bien, escarabajos”, riu Rangel, desejando “buenos dias”.

A poucos quilómetros da fronteira com Espanha, as lojas do centro histórico, muitas de atoalhados e linhos, têm mais fregueses espanhóis do que portugueses, confessou uma lojista muito jovem que ia votar pela primeira vez.

“Tome uma caneta para votar nas eleições europeias, já só faltam oito dias”, apelou Rangel.

Em declarações aos jornalistas, no final da iniciativa, Paulo Rangel frisou que “o aspeto mais importante das eleições europeias é a abstenção, uma questão democrática que está antes dos próprios partidos”.

“Claro que queremos motivar as pessoas a votar no PSD mas é muito importante que os portugueses se mobilizem para votar nas europeias”, acentuou.

Questionado sobre a participação do ex-líder do PSD Pedro Passos Coelho na campanha, prevista para segunda-feira, e da ex-ministra Manuela Ferreira Leite, Paulo Rangel disse que tem “o maior gosto” na presença de “rostos importantes do PSD”.

No sábado, o dirigente socialista Miguel Alves afirmou que a participação do ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho na campanha do PSD é o indício sobre a vontade de regresso ao poder da corrente dos “cortes”.

De Valença, a caravana de Rangel seguiu para Viana do Castelo, onde algumas centenas de pessoas formaram, nas escadarias do Santuário de Santa Luzia, um coração com as cores da União Europeia, graças aos chapéus azuis e amarelos.

Fotos: Facebook de PSD (Galeria)

De chapéu azul, o candidato estava na primeira fila, atrás de duas crianças a tocar acordeão, e ia acompanhando a música com palmas.

“Agradeço terem feito este esforço enorme para darmos esta imagem positiva da Europa. O coração é não apenas o símbolo dos afetos, mas também o símbolo do Partido Popular Europeu, a nossa família política na União Europeia. É muito positivo que tenhamos conseguido fazer esta coreografia, aqui em Viana – com o coração que é também o símbolo de Viana”, enalteceu o candidato, numas breves palavras dirigidas aos participantes na iniciativa.

“É caso para dizer que Viana está no coração da Europa”, acrescentou.

Em seguida, convidou todos para “um lanche de domingo, a que se chamaria um ‘brunch’ lá na União Europeia”.

“Um piquenique à portuguesa, como nós dizemos”, acabou por ‘traduzir’.

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Viana do Castelo

Europeias: Pedro Marques passeia em Viana e fala com eleitores portugueses e não só

Cabeça de lista do PS

em

Foto: Twitter de Pedro Marques

O candidato do PS às europeias Pedro Marques passeou no sábado pelo centro de Viana do Castelo e falou com eleitores de outros países, como do Reino Unido, a quem disse que preferia que permanecessem na União Europeia.

“Welcome to Portugal”, atira o ministro socialista Tiago Brandão Rodrigues, com origens no Minho, a um casal britânico sentado numa esplanada, para logo Pedro Marques perguntar se vão votar no próximo dia 26, ao que estes respondem que não.

“Que pena. Nós queremos que fiquem na Europa. O referendo foi uma confusão, mas vamos ver no que dá. O nosso sentimento é que os queremos cá , mas se deixarem a Europa, queremos um bom acordo”, diz-lhes Marques.

Foto: Twitter

Pouco depois, dirigindo-se a um casal jovem, o cabeça de lista do PS diz-lhes que “é muito importante que os jovens votem”, fórmula que vai repetindo às pessoas que aborda, sempre com a tónica do discurso centrada na importância de “não deixar serem os outros a escolher”.

Na comitiva, para além do ministro da Educação, Pedro Marques é acompanhado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Jorge Moreno Delgado e os presidentes de câmara de Caminha, Miguel Alves, e de Viana do Castelo, José Maria Costa.

Mais à frente, Pedro Marques cruza-se com uma senhora que se queixa de receber apenas 275 euros ao fim do mês, apesar de ter descontado durante 30 anos, para logo depois criticar o valor quer julga ser o salário do primeiro ministro e até criticar José Sócrates.

“As pessoas que recebem o rendimento mínimo podiam andar a fazer a limpeza nas florestas, nas bermas e nas praias”, sugere, queixando-se que não consegue fazer vida com o baixo valor que recebe de reforma ao fim do mês.

A propósito das sondagens divulgadas na sexta-feira e que colocam os socialistas à frente dos sociais-democratas nas eleições europeias, com uma diferença de oito pontos, Marques mostra-se confiante e diz que as verdadeiras sondagens serão no próprio dia das eleições, a 26 de maio.

Ao longo do percurso, que acabaria por terminar junto à Praça da República, Pedro Marques vai sendo solicitado para fotografias e até prova um enchido da terra, numa banca de produtos de fumeiro que de uma pequena feira que decorre naquela praça.

Questionado se logo à noite, em que se disputa a liderança do campeonato de futebol, vai ver algum jogo, Marques refugia-se no argumento de que há coisas “mais importantes” e que o que realmente espera “é ser campeão no dia 26”.

No final do passeio, Pedro Marques assiste ainda a um momento de dança pelo Grupo de Danças e Cantares de Perre.

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