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Região

ASAE apreende 288 mil artigos em operação que passou por Fafe, Esposende e Vizela

Fiscalização

em

Foto: Arquivo

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu, nas últimas semanas, 288.000 artigos contrafeitos, sobretudo no norte de Portugal, no valor de 1,5 milhões de euros, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a ASAE refere que realizou, nas últimas semanas, oito ações de fiscalização no âmbito do combate à contrafação, dirigidas a alvos específicos, focando a sua atuação nos concelhos de Matosinhos, Fafe, Esposende, Santarém, Vila do Conde e Vizela.

Destas ações resultou o cumprimento de seis mandados de busca (domiciliários e não domiciliários), tendo sido apreendidos cerca de 288.000 artigos, designadamente, vestuário, máscaras, óculos de sol, relógios, perfumes, diversos artigos de marroquinaria, etiquetas (cartonadas e têxteis) e botões com marcas apensas.

O valor dos artigos apreendidos totaliza aproximadamente o valor de 1.500.000,00 euros.

De acordo com a ASAE, os mandados foram executados no âmbito de quatro inquéritos que correm trâmites nas respetivas comarcas, tendo ainda sido instaurados cinco novos processos-crime por contrafação e venda ou ocultação de produtos contrafeitos.

Foram ainda constituídos quatro arguidos, alguns dos quais com histórico reincidente na prática de crime, tendo sido sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência.

Ave

Motociclista ferido após acidente em Famalicão

Em Calendário

Foto: BV Famalicão / Facebook

Um motociclista, com cerca de 30 anos, sofreu ferimentos na sequência de uma colisão, esta manhã, no concelho de Famalicão, apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros.

A colisão, entre o motociclo e uma viatura ligeira, ocorreu em Calendário, na Estrada Nacional 14. Um bombeiro ‘à civil’ da corporação dos Bombeiros de Famalicão prestou primeira assistência, até chegada dos Bombeiros Famalicenses.

Apesar do aparato, o motociclista sofreu apenas ferimentos ligeiros, sendo transportado pelos Famalicenses para a unidade hospitalar local.

A PSP registou a ocorrência.

 

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Região

Barras de Caminha, Âncora e Esposende continuam encerradas à navegação

Agitação marítima

Foto: DR

Seis barras marítimas estão fechadas a toda a navegação e quatro condicionadas, devido à previsão de mau tempo da costa ocidental, de acordo com a informação na página da Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Segundo a AMN, encontram-se fechadas a toda a navegação as barras do porto de Caminha, Vila Praia de Âncora, Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Cascais.

A barra do Porto de Viana do Castelo está condicionada a embarcações de comprimento inferior a 12 metros, a de Aveiro a embarcações de comprimento inferior a 15 metros, ao passo que as do Douro e Figueira da Foz estão têm condicionadas as entradas a embarcações de comprimento inferior a 35 metros.

As restantes 37 barras do país estão abertas à navegação.

O Instituto Português do Mar da Atmosfera (IPMA) prevê para hoje precipitação, sobretudo no Minho e Douro Litoral no final do dia, vento por vezes forte e com rajadas nas terras altas.

Em geral, o céu vai estar muito nublado, sendo esperados períodos de chuva ou aguaceiros, possibilidade de queda de neve acima de 1.200 metros de altitude.

Em Lisboa, o céu deverá manter-se muito nublado, e são esperados períodos de chuva ou aguaceiros fracos, mais frequentes a partir da tarde, vento fraco a moderado, mas por vezes forte junto ao Cabo Raso no final do dia.

A previsão para o Porto é semelhante, com céu muito nublado, aguaceiros fracos, que passam a períodos de chuva a partir da tarde, e vento fraco a moderado, que será por vezes forte junto à faixa costeira no final do dia.

Quanto ao estado do mar, o IPMA prevê ondas de noroeste com três a quatro metros, na costa ocidental, que gradualmente deverão baixar para 2,5 a três metros.

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Barcelos

Protesto pacífico com mais de cem pessoas apelou à abstenção em freguesia de Barcelos

Couto de Cambeses

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Mais de uma centena de pessoas concentram-se hoje junto à sede da Junta de Cambeses, em Barcelos, para apelar à abstenção nas eleições presidenciais, num protesto pacífico contra a falta de saneamento na freguesia.

“Acima de tudo, a ideia é mediatizar a questão da falta de saneamento em Cambeses, para ver se alguém finalmente se lembra de nós e faz a ligação ao saneamento. Doze anos à espera parece-nos demasiado tempo”, disse à Lusa José Campos, um dos dinamizadores do protesto nesta freguesia.

Segundo José Campos, o protesto de hoje traduz-se num apelo ao “não voto”.

“Gostávamos que ninguém viesse votar, mas não impedimos ninguém de o fazer. Quem quiser votar, vota, naturalmente. O que nós queremos é deixar aqui o nosso apelo, o nosso alerta para a falta de saneamento e para tudo o que isso acarreta, até em termos de saúde pública”, acrescentou.

José Campos explicou que em 2008 foram instaladas, na freguesia, as redes de água e saneamento.

Os moradores, acrescentou, “foram obrigados” a fazer a ligação à rede de água.

No entanto, a rede de saneamento “nunca foi ligada”, pelo que as águas residuais “são despejadas para a via pública e coletores de águas pluviais que vão parar ao rio”.

“Cheira mal na freguesia e é um atentado à saúde pública”, refere um documento distribuído pelos organizadores do protesto.

O presidente da Junta de Cambeses, Agostinho Silva, disse à Lusa que a autarquia “está fora do protesto”, mas sublinhou que, “como cidadão”, comunga inteiramente da reivindicação do saneamento.

“É um problema muito grave, espero que todos juntos possamos trabalhar para o ultrapassar”, referiu.

Disse ainda que até cerca das 11:00 a adesão ao voto estava a ser “muito fraca”.

O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, já disse que a questão do saneamento em Cambeses “está dependente” da construção de uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR) em Cristelo.

O autarca socialista manifestou-se esperançado de que a obra seja financiada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

“Se não for possível, temos de arranjar uma forma”, acrescentou.

Quanto ao protesto de hoje, Costa Gomes disse compreender a vontade da população em dispor de uma rede de saneamento, mas frisou que “não vai ser o boicote que vai alterar a situação atual”.

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