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O Município de Vieira do Minho partilhou, através do Facebook, algumas imagens da neve que esta sexta-feira cobriu a Serra da Cabreira.

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Braga

Populares ajudam autoridades a procurar mulher desaparecida em monte de Braga

Bombeiros e GNR fazem buscas na Morreira

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Dois elementos dos Bombeiros Sapadores de Braga e três militares da GNR de Braga, ajudados por populares, fazem buscas por uma mulher desaparecida em Morreira, Braga.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Maria da Conceição Antunes, de 83 anos, foi vista pela última vez às 09:30 de quinta-feira, num caminho florestal a cerca de dois quilómetros de casa, na Rua Nova da Naia, em Morreira.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A mulher terá desaparecido com algum dinheiro, numa altura em que o marido se deslocou a Braga.

As buscas, até agora infrutíferas, incidem nos caminhos florestais e na área adjacente daquela freguesia.

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Braga

UMinho quer “criar modelos preditivos” de riscos nas vias de transporte europeias

Projeto da Escola de Engenharia

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Foto: O MINHO

Uma equipa da Universidade do Minho (UMinho) quer criar “modelos preditivos” do impacto e frequência de acidentes naturais na rede rodoferroviária da Europa e conceber uma aplicação “de alerta”, desenvolvendo sensores para comboios que detetem anomalias.

Em comunicado enviado à Lusa, a UMinho explica que a equipa, da Escola de Engenharia, está a analisar o “funcionamento da rede rodoferroviária na Europa perante riscos naturais e humanos, como incêndios, tempestades, derrocadas, atos de suicídio e choques”.

Segundo o texto, os investigadores querem “criar modelos preditivos do impacto e frequência daquelas ocorrências, conceber uma ‘app’ de alerta com a melhor via a seguir após um evento extremo, bem como inserir sensores em comboios e outros equipamentos para detetar anomalias nas infraestruturas, aperfeiçoar as barreiras em áreas críticas e, ainda, capacitar a sociedade neste âmbito”.

O grupo da UMinho, coordenado por José Campos e Matos, que lidera também o Atlantic SIRMA, que tem até 2021 dois milhões de euros do programa Interreg e junta entidades do Reino Unido, Irlanda, França e Espanha.

“Queremos desenvolver ferramentas e tecnologias para reforçar a gestão de risco nestas vias. Um suicídio, por exemplo, obriga a parar uma linha ferroviária e isso traz muitos custos sociais e económicos”, realça, no texto, o investigador, que assinalou que a origem dos riscos humanos tem um quadro psicológico e cultural próprio.

O projeto SIRMA está definido em três fases: “Mitigar rapidamente os problemas detetados, conceber modelos com a performance histórica das infraestruturas, estimando em gráfico quando ficarão ameaçadas, e criar soluções de prevenção e manutenção – por exemplo, desenvolvendo uma aplicação para alertar o cidadão sobre um caminho alternativo perante uma intempérie”, enumera.

Além disso, aponta como objetivo “a monitorização inovadora da ferrovia pelos próprios comboios que, através de sensores e vibrações, poderão detetar irregularidades e materiais em falta e a formação de técnicos para saber como agirem nos eventos extremos e junto das populações”.

“Na verdade, cada zona estará mais suscetível aos seus problemas específicos: as marítimas estão sujeitas a tempestades, as fluviais a cheias, as despovoadas a incêndios, os vales a torrentes, deslizamentos e descarrilamentos, as cidades a terrorismo”, enumera o investigador do Instituto de Sustentabilidade e Inovação em Engenharia de Estruturas (ISISE), no campus de Azurém, em Guimarães.

Segundo refere a UMinho no comunicado, as alterações climáticas têm afetado o Atlântico europeu, como sucede com tempestades tropicais ou grandes incêndios, levando à degradação imediata de certas infraestruturas de transporte.

“Os carris da ferrovia do Sul da Europa, face à subida das temperaturas, terão mais casos de dilatação, logo dificuldade de manutenção e disponibilidade do serviço, aumentando custos diretos e indiretos. Já a ferrovia na Irlanda, por exemplo, tem sofrido muitas cheias, ameaçando a segurança e as infraescavações em pontes”, descreve a universidade.

Campos e Matos assinala ainda a “má opção” pela construção de certos trajetos na proximidade marítima, afirmando ser “um problema sério, devido à subida progressiva do nível da água do mar”.

No caso das estradas e autoestradas, a prevenção aposta nas passagens hidráulicas (‘box culverts’) ou no corte temporário do acesso, como em derrocadas e no deslizamento de aterros.

“Há de facto uma grande interdependência das redes rodoviárias e por vezes passa despercebida; em muitos dos fogos, os sistemas de comunicação falham porque a via também ficou destruída, incluindo esta cabos de comunicação em fibra ótica”, refere o investigador.

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Braga

Bombeiros de elite de todo país preparam ‘invasão’ ao Bom Jesus de Braga

Concurso Bombeiro de Elite

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Arquivo

Entramos hoje em contagem decrescente para a III Edição da Prova Bombeiro de Elite. Faltam 10 dias para a maior prova do género em Portugal e esta edição promete surpreender pelo número de recordes já alcançados, mesmo antes da sua realização.

É também uma prova cada vez mais internacional, conforme comprovam as inscrições de participantes de vários pontos do mundo.

Este ano contamos com a participação de 800 atletas bombeiros, entre os quais 120 mulheres, de 11 nacionalidades. Ao todo, vão marcar presença 140 corporações, com o envolvimento de países como França, Alemanha, Espanha, Polónia, Inglaterra, Croácia, Luxemburgo, Cabo Verde e Portugal.

O desafio mantém-se: subir os 566 degraus, numa distância de 615 metros, com um desnível positivo de 116 metros, tendo como cenário o Bom Jesus de Braga, agora elevado a Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO.

Promovida pela Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, esta prova realizou-se pela primeira vez em 2017, na altura com 100 participantes. Um número que quadriplicou em 2018 e que este ano atinge um número fantástico de 800 participantes.

Um sinal de que esta prova veio para ficar!

O apito inicial está marcado para as 9h00 do dia 28 de Setembro.

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