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Braga

ARS Norte põe distrito de Braga em Alerta Vermelho devido ao calor

Saúde pública

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Foto: DR

A ARS Norte, através da delegação de saúde de Braga, lançou esta quarta-feira um “Alerta Vermelho” face à previsão da manutenção das temperaturas elevadas durante os próximos três dias, que podem contribuir para um “excesso de mortalidade” por entre a população mais vulnerável.


Em comunicado enviado à nossa redação, o delegado de saúde de Braga, João Manuel Cruz, aponta o “risco de impacto na saúde das pessoas” durante os próximos três dias, revelando que, através de informação recolhida junto do Boletim ICARO, o impacto na mortalidade pode ser excessivo.

Adianta ainda que, entre 06 e 12 de julho, observou-se um aumento de mortalidade devido ao calor nas regiões Norte, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, com especial predominância nas pessoas de sexo feminino no grupo etário acima dos 75 anos de idade.

Recorde-se que são esperadas temperaturas máximas para a região interior do Minho que podem rondar os 40 graus, com concelhos como Monção a poderem ultrapassar esse número no mercúrio. Na sexta-feira será o dia mais quente, de acordo com as previsões do Instituto Português da Mar e Atmosfera, com o concelho de Braga a esperar temperatura máxima de 39 graus.

Segundo o mesmo instituto, o distrito de Braga permanece em aviso laranja, o segundo mais grave numa escala de quatro, até final de sexta-feira. Encontra-se assim, em aviso laranja por questões meteorológicas e em alerta vermelho por questões de saúde pública.

Recomendações da Direção-Geral da Saúde para os próximos três dias

Beba água ou sumos de fruta natural, mesmo quando não tem sede, e evite o consumo de bebidas alcoólicas;
Faça refeições frias, leves e coma mais vezes ao dia;
Utilize roupa larga, que cubra a maior parte do corpo, chapéu de abas largas e óculos de sol com proteção UVA e UVB;
Mantenha-se em ambientes frescos arejados, pelo menos 2 a 3 horas por dia;
Evite a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11 e as 17 horas;
Utilize protetor solar, com fator igual ou superior a 30 e renove a sua aplicação de 2 em 2 horas e após os banhos na praia ou piscina;
Evite atividades que exijam grandes esforços físicos, nomeadamente, desportivas e de lazer no exterior;
Se trabalhar no exterior, hidrate-se frequentemente, proteja-se com roupa larga e chapéu e trabalhe acompanhado porque em situações de calor extremo poderá ficar confuso ou perder a consciência;
Escolha as horas de menor calor para viajar de carro e não permaneça dentro de viaturas estacionadas e expostas ao sol;
Tenha especial atenção com os doentes crónicos, grávidas, crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;
Se está grávida modere a atividade física, evite a exposição direta ao sol e ingira frequentemente líquidos;
Assegure que as crianças consomem frequentemente água ou sumos de fruta natural e que permanecem em ambiente fresco e arejado. As crianças com menos de 6 meses não devem estar sujeitas a exposição solar, direta ou indireta;
Contacte e acompanhe os idosos e outras pessoas que vivam isoladas. Assegure a sua correta hidratação e permanência em ambiente fresco e arejado;
Se é doente crónico, ou está sujeito a terapêuticas e/ou dietas especificas, siga as recomendações do seu médico assistente ou do Centro de Contacto do SNS 24: 808 24 24 24;
No período de maior calor, corra as persianas ou portadas. Ao entardecer deixe que o ar circule pela casa;
Mantenha-se informado quanto às previsões meteorológicas e siga as recomendações da Direção-Geral da Saúde;
Em caso de emergência ligue 112.

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Braga

Explosivo de Beirute era para empresa da Póvoa de Lanhoso

Nitrato de amónio

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Foto: DR / Nicolas Tawk

As 2.750 toneladas de nitrato de amónio que explodiram, na passada terça-feira, no porto de Beirute destinavam-se à Fábrica de Explosivos de Moçambique (FEM), que é propriedade da empresa portuguesa Moura & Silva, da Póvoa de Lanhoso.

A notícia é avançada, este sábado, pelo jornal Público, a quem um porta-voz da empresa garante, no entanto, que aquela carga ainda não era sua – foi feita a encomenda, mas apenas seria paga quando chegasse ao seu destino, a cidade da Beira, no Norte de Moçambique.

“Esta foi uma encomenda normal, de uma matéria que a empresa utiliza na sua atividade comercial, cumprindo sempre de forma escrupulosa todos os requisitos legais e melhores práticas internacionais”, assegurou.

Segundo o Público, o nitrato de amónio apreendido na capital libanesa poderia ter como finalidade, provavelmente, ser usado nas minas do Norte de Moçambique.

Os químicos que provocaram a explosão no porto de Beirute chegaram à capital libanesa há sete anos, a bordo de um navio de carga alugado pela Rússia e nunca deviam ter parado naquele local.

Em 2013, o navio “Rhosus”, com bandeira da Moldávia e proveniente da Geórgia, fez uma escala não planeada em Beirute, a caminho de Moçambique.

O dono do navio ordenou uma paragem não planeada para receber carga adicional. Mas o navio acabou por não sair de Beirute, envolvido numa disputa legal sobre taxas portuárias.

Como ninguém a reclamou e o dono do navio foi acusado de abandono, a carga acabou por ser descarregada e colocada num armazém do porto de Beirute, onde esteve até terça-feira.

As explosões fizeram pelo menos 154 feridos, número que poderá ainda aumentar, tendo em conta as pessoas que continuam desaparecidas. Há cerca de 5 mil feridos.

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Braga

Gasta 2 euros e ganha 5 mil na raspadinha em Braga

Padim da Graça

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Foto: DR

Um feliz apostador ganhou 5 mil euros numa raspadinha “Grande Sorte”, depois de acertar no boletim premiado no bar da Associação Desportiva Aguias da Graça, em Padim da Graça, Braga.

A raspadinha no valor de dois euros foi adquirida na passada quinta-feira, ao final da tarde, por um cliente habitual, de Padim da Graça, e foi motivo de grande alegria, como seria de esperar.

“Até ficou branco. Não estava a acreditar que ganhou”, conta a O MINHO Carlos Dias, que explora o bar da Associação Desportiva Águias da Graça.

“Saiu bem a quem foi. É uma pessoa que merece”, garante Carlos Dias, acrescentando que se trata de um apostador ocasional.

No bar daquele clube de Braga já têm saúdo “prémios de 500 e 1.000 euros, mas de 5.000 foi a primeira vez”.

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Braga

Motorista da Uber acusa taxista de agressão e insultos xenófobos em Braga

Aconteceu esta semana junto ao Bragaparque

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Foto: Uber (Arquivo)

Uma motorista de TVDE (serviço de transporte individual e remunerado de passageiros em veículos descaracterizados a partir de plataforma eletrónica) – vulgo Uber – apresentou queixa na PSP de Braga contra um taxista que a terá agredido junto ao estacionamento do centro comercial Bragaparque.

“Já tenho advogada. Vou, também, queixar-me ao Tribunal por agressão e atitudes racistas e xenófobas, devido aos insultos e ameaças que proferiu por eu ser brasileira”, disse Liane Silva, em declarações a O MINHO.

O caso ocorreu no começo desta semana junto à porta lateral daquele centro comercial: a motorista estava estacionada e o taxista chegou, começando a dizer-lhe que não podia parar ali, passando a importuná-la e agredi-la.

Tirou-lhe, também, o telemóvel quando ela se predispôs a chamar a Polícia, levando-o para um carro particular que lhe pertencia, sublinha a Eliane.

De seguida, a cidadã chamou o segurança do Bragaparque, dizendo-lhe que o taxista lhe furtara o telefone, só que – garante – também este foi agredido, tendo, por isso, recebido tratamento hospitalar. Nesse entretanto, a equipa de segurança do espaço chamou a PSP, que identificou o alegado agressor.

O MINHO contactou a principal central de táxis de Braga, onde ninguém conhece o incidente.

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