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Região

Arriva coloca em ‘lay-off’ 68% dos colaboradores

Covid-19

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Foto: Divulgação

O grupo de transportes de passageiros Arriva vai colocar em ‘lay-off’ 68% dos seus 1.500 colaboradores em Portugal, a partir de quinta-feira, devido à pandemia da covid-19, foi hoje anunciado.


“Todas as empresas da Arriva Portugal entrarão amanhã [quinta-feira] no regime de ‘lay-off’ simplificado, medida que impactará nos serviços que diariamente disponibilizamos”, disse Rita Lourenço, diretora comercial da empresa, à agência Lusa.

Segundo a empresa, “o recurso ao ‘lay-off’, bem como os ajustes na oferta dos serviços são algumas das medidas tomadas no sentido de minimizar os efeitos desastrosos que a atual situação está a causar”.

A Arriva Portugal, que opera em vários concelhos do Norte, em Lisboa e na margem sul do Tejo, está, segundo Rita Lourenço, “bastante apreensiva” com a ausência de linhas de crédito específicas para o setor dos transportes públicos.

“A ausência, até ao momento, de linhas de crédito específicas para o setor dos transportes, que permitam dar resposta aos problemas de tesouraria com que nos deparamos, deixa-nos bastante apreensivos, uma vez que necessitamos de cumprir com as nossas obrigações, nomeadamente o pagamento de salários”, explicou.

A Arriva Portugal opera através da Arriva Transportes nos concelhos de Guimarães, Fafe, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Braga, Barcelos, Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso, Maia, Vila do Conde, Póvoa de Varzim e Porto, e com a Transportes Sul do Tejo (TST) nos concelhos de Almada, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Palmela, Barreiro, Moita, Montijo, Alcochete e Lisboa.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,4 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 82 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 380 mortes, mais 35 do que na véspera (+10,1%), e 13.141 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 699 em relação a terça-feira (+5,6%).

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

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Guimarães

Utente de Guimarães com covid-19 em estado crítico transferido para Lisboa

Covid-19

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Foto: DR

O Hospital São José, em Lisboa, recebeu quatro doentes com covid-19 da região Norte, um dos quais de Guimarães, que necessitam de ECMO, um dispositivo de circulação extracorporal essencial ao tratamento de doentes críticos, avançou à Lusa a instituição.

“O Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC) [onde está integrado o Hospital São José], está a fazer resgates de ECMO (cuidados intensivos) de doentes covid-19 da região Norte”, indica, numa nota enviada à Lusa.

Na sexta-feira recebeu doentes dos hospitais de Penafiel, Pedro Hispano, em Matosinhos, e de Bragança e no sábado recebeu um doente do Hospital de Guimarães.

“Esperamos que o confinamento reduza nos próximos dias a pressão sobre o SNS [Serviço Nacional de Saúde]”, sublinha o CHLC, adiantando a que “a gestão dos doentes funciona em pleno entre as unidades”.

O Centro Hospitalar e Universitário de S. João, no Porto, os hospitais de Santa Maria e de S. José são centros de referência para ECMO.

Portugal registou 6.602 novos casos de infeção com o novo coronavírus e 55 mortes associadas à doença covid-19 nas últimas 24 horas, segundo o boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgado hoje.

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 3.305 mortes e 211.266 casos de infeção pelo novo coronavírus, estando hoje ativos 85.444 casos, mais 1.412 do que na sexta-feira.

O maior número de novos casos diários de infeção com o SARS-Cov-2 foi registado na sexta-feira, com 6.653 casos.

Segundo o boletim, a região Norte regista o maior número de infeções e de mortos nas últimas 24 horas, seguindo-se a região de Lisboa e Vale do Tejo.

Os mais recentes dados indicam que 62,9 por cento dos novos casos foram contabilizados na região Norte, onde também se registou mais de metade das vítimas mortais (28) das últimas 24 horas.

Em Lisboa e Vale do Tejo, verificaram-se 1.563 novos casos e 17 mortos.

Portugal contabiliza pelo menos 3.305 mortos associados à covid-19 em 211.266 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 23 de novembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado e municípios vizinhos. A medida abrange 114 concelhos, número que passa a 191 a partir de segunda-feira.

Durante a semana, o recolher obrigatório tem de ser respeitado entre as 23:00 e as 05:00, enquanto nos fins de semana a circulação está limitada entre as 13:00 de sábado e as 05:00 de domingo e entre as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira.

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Ave

Estafetas da Câmara de Famalicão entregaram 600 refeições entre as 19:00 e as 22:00

Estado de emergência

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Foto: Ilustrativa / DR

O serviço de estafetas gratuito da Câmara de Famalicão para entrega de jantares ao domicilio de restaurantes deste concelho, entregou 600 refeições entre as 19:00 e as 22:00 deste sábado, anunciou a autarquia.

Numa publicação nas redes sociais, a autarquia lista 47 restaurantes aderentes, 37 estafetas e todas as freguesias abrangidas pelo serviço gratuito (a refeição é paga).

Os consumidores puderam consultar os restaurantes aderentes através da página de Internet do município: www.famalicao.pt.

Esta medida do executivo municipal, liderado por Paulo Cunha, tem como objetivo contribuir para a mitigação dos efeitos económicos na restauração provocados pelas medidas impostas pelo Estado de Emergência, nomeadamente com o recolher obrigatório a partir das 13:00 aos fins de semana, sublinhou o município.

A autarquia explicou que o processo é simples, tendo o consumidor apenas de contactar o restaurante, encomendar a refeição e pagar por MB WAY ou transferência bancária, não sendo admitidos pagamentos diretamente ao estafeta.

“Esta medida materializa um apoio muito específico do município à restauração do concelho, que é claramente o setor mais castigado do novo estado de emergência”, considerou o presidente da câmar.

Acrescentando ainda que o município tem vindo a acompanhar com “muita preocupação” as dificuldades num dos setores mais afetados pelas medidas excecionais restritivas à circulação das pessoas, recentemente aprovadas pelo Governo.

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Guimarães

Esplanadas ‘fantasma’ e pedras da calçada. Assim ficou Guimarães a um sábado à tarde

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A população de Guimarães aderiu em massa ao horário de recolher obrigatório de fim de semana, confinando-se pouco depois do relógio marcar 13:00.

Durante a tarde, as ruas e as estradas assistiam à passagem de poucos, os que trabalhavam ou que se deslocavam para alguma urgência.

No centro histórico, só restaram as centenas de cadeiras e mesas de esplanada, vazias, à espera de dias melhores.

Foto: Vítor Oliveira / Facebook

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Foto: Vítor Oliveira / Facebook

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Foto: Vítor Oliveira / Facebook

Na madrugada de 08 de novembro, o país ficou a saber pelo primeiro-ministro, António Costa, que a circulação ia ser limitada nos dois fins de semana seguintes, entre as 13:00 de sábado e as 05:00 de domingo e as 13:00 de domingo e as 05:00 de segunda-feira, nos 121 concelhos de maior risco de contágio pelo novo coronavírus (vão aumentar para 191 a partir de segunda-feira).

No âmbito do estado de emergência decretado devido à pandemia de covid-19, o Governo decidiu também instaurar um recolher obrigatório entre as 23:00 e as 05:00 nos dias de semana, entre 09 e 23 de novembro (enquanto vigora o estado de emergência, que tem uma validade de 15 dias, podendo ser renovado), nos concelhos mais afetados, com o comércio a encerrar até às 22:00 e os restaurantes até às 22:30.

Viana também ficou em casa em dia de recolher obrigatório

Seguiu-se uma semana de contestação e manifestação de dúvidas em relação às exceções da medida, por parte de várias associações comerciais que representam o comércio e a restauração.

Assim, na quinta-feira, o Governo decidiu ordenar o encerramento do comércio e restauração às 13:00, neste e no próximo fim de semana.

Ficou também definido que a abertura dos estabelecimentos só pode ocorrer a partir das 08:00.

Barcelos é ‘cidade fantasma’ no primeiro sábado com recolher obrigatório

“A regra é tudo fechado às 13:00”, disse o primeiro-ministro, António Costa, em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, referindo-se aos concelhos com risco elevado de contágio de covid-19.

Os restaurantes só podem funcionar a partir das 13:00 para entrega ao domicílio, clarificou o primeiro-ministro, e não para ‘take away’, como esperavam os empresários do setor.

Ruas de Fafe vazias perante olhar atento da GNR

António Costa anunciou ainda que haverá um apoio de 20% da perda de receitas dos restaurantes nos dois fins de semana face à média dos 44 fins de semana anteriores (de janeiro a outubro 2020).

Ruas de Braga vazias num sábado à tarde. Só restam ‘Uber Eats’ e pombas

Fora da obrigatoriedade de fechar a partir das 13:00 e de abrir apenas a partir das 08:00 estão as farmácias, clínicas e consultórios, veterinários, estabelecimentos de venda de bens alimentares com porta para a rua até 200 metros quadrados, bombas de gasolina, padarias e funerárias.

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