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Alto Minho

Arranque “positivo” da safra perspetiva “bom” ano de lampreia no Alto Minho

“Deve ser dos melhores janeiros de sempre”

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Foto: Ilustrativa / DR / Arquivo

O presidente da Associação de Pescadores do rio Minho e do Mar disse hoje que o arranque “positivo” da safra da lampreia, no dia 02, perspetiva um “bom” ano de pesca que se prolonga até 20 de abril.

“Deve ser dos melhores janeiros de sempre. Os prognósticos auspiciam que seja uma boa safra. A chuva intensa que caiu nos últimos meses ajudou que a água doce entrasse no mar e trouxesse mais rapidamente o peixe para o rio, para a desova”, afirmou hoje à Lusa Augusto Porto.

O pescador adiantou que a lampreia apanhada desde 02 de janeiro “tem saído boa” e que, “na primeira venda, os exemplares têm atingido os 30 euros”.

A lampreia pode medir mais de um metro e pesar cerca de dois quilogramas, sendo considerada uma verdadeira iguaria da região do Minho.

Segundo números avançados à Lusa pelo comandante da capitania de Caminha, Pedro Costa, responsável pela fiscalização da atividade ao longo daquele rio internacional, este ano, estão matriculadas em Portugal 151 embarcações de pesca e, em Espanha, 64.

A faina da lampreia decorre na época em que a espécie volta a entrar nos rios, na direção da nascente, para cumprir a fase de reprodução.

A atividade decorre em cerca de 35 quilómetros do rio Minho, variando em função da arte utilizada, já que pode ser feita com “lampreeiras”, a bordo de embarcações artesanais, ou com pesqueiras armadas, arte denominada botirão e cabaceira (estruturas antigas, em pedra, existentes no rio).

Nas pesqueiras a faina começa no dia 15 de fevereiro.

Desde novembro de 2018, o uso do colete de salvação é obrigatório nas pesqueiras do rio Minho.

A medida, aprovada pela Comissão Internacional de Limites entre Portugal e Espanha, surgiu na sequência dos acidentes mortais, envolvendo aquelas estruturas onde são colocadas redes para a captura da lampreia.

Já no rio Lima, e segundo dados do comandante do porto de Viana do Castelo, Sameiro Matias, estão devidamente licenciadas para aquela pesca “entre 45 a 50” embarcações locais.

A faina faz-se apenas numa extensão total de 10 quilómetros, entre a cidade de Viana do Castelo e a freguesia de Lanheses, no mesmo concelho.

Contactado pela agência Lusa, Luís Miguel Ferreira, da direção da Associação de Pescadores do rio Lima, foi mais cauteloso que os colegas do rio Minho.

Admitiu que, em relação à safra de 2019, “janeiro deste ano começou melhor, mas a quantidade ainda é reduzida”.

“Ainda não se pode especular se vai ser um ano melhor ou pior do que 2019. É muito cedo”, disse.

Luís Miguel Ferreira referiu que, “por maré, estão a ser pescadas uma média de 10 a 12 lampreias” e que “o preço, em lota, ronda os 40 euros”.

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Viana do Castelo

Juiz manda prender jovem que fez vários assaltos com arma branca em Viana

Crime

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Foto: DR / Arquivo

A GNR anunciou hoje a detenção de um homem, de 28 anos, por tentativa de roubo e de extorsão, no concelho de Viana do Castelo, o qual ficou sujeito à medida de coação de prisão preventiva.

“Na sequência de várias denúncias, por ameaças, tentativa de roubo e [de] extorsão, todas com recurso a arma branca, os militares desencadearam um conjunto de diligências policiais que levaram à identificação e detenção do suspeito que se encontrava na posse de uma faca de cozinha, de um ‘X-ato’ e [de] um canivete”, explica a GNR, em comunicado.

O detido, com antecedentes criminais pelo mesmo tipo de crime, foi presente ao Tribunal Judicial da Comarca de Viana do Castelo para primeiro interrogatório judicial, o qual lhe aplicou a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.

A detenção ocorreu no domingo, acrescentando a GNR que o arguido “já havia sido detido há cerca de um mês pelo furto de vários objetos em ouro, na residência da própria mãe, num valor a rondar os 25 mil euros”.

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Alto Minho

Homem cai a um poço e fica em estado grave em Ponte da Barca

Acidente

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem, de 61 anos, ficou com ferimentos graves depois de cair acidentalmente num poço, na freguesia de Lavradas, em Ponte da Barca, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Segundo explica José Freitas, comandante dos Bombeiros de Ponte da Barca, o homem procedia a trabalhos de reparação em cima do poço quando terá sofrido uma queda de cerca de cinco metros de altura, ficando com ferimentos graves.

“Inicialmente foi ativada uma ambulância e uma equipa de resgate mas só foi necessária a primeira viatura porque familiares conseguiram retirar o homem do poço antes da nossa chegada”, acrescenta o comandante.

O alerta foi dado cerca das 14:30.

No local esteve ainda a VMER do Alto Minho.

A vítima foi transportada para o hospital de Viana do Castelo.

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Alto Minho

Viana do Castelo apela à compra no comércio local

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Viana do Castelo

A Câmara e a Associação Empresarial de Viana lançaram uma campanha com o “Compre em Viana, apoie o Comércio Local”.

“Em contexto de pandemia, a campanha visa transmitir e demonstrar a confiança e segurança na utilização dos equipamentos vianenses, no acesso aos alojamentos hoteleiros, restaurantes, cafés, pastelarias e estabelecimentos comerciais da cidade e do concelho”, refere a Câmara em comunicado.

A campanha tem por base, como esclarece o município, “as vantagens competitivas e diferenciadoras de Viana do Castelo, como as caraterísticas do território, a qualidade ambiental e do edificado, a extensão das praias, a segurança e os serviços de saúde, os desportos náuticos, os produtos endógenos, os espaços museológicos, a diversidade da oferta cultural, os amplos espaços de fruição e de lazer, a oferta hoteleira de elevada qualidade, a excelência da restauração e do comércio”.

A campanha de apoio ao comércio local está integrada na iniciativa “Havemos de ir a Viana”, de promoção da cidade e do concelho no pós-Estado de Emergência, lançada pelas duas entidades com o objetivo de promover a reativação do comércio, restauração e hotelaria vianenses.

A campanha junta-se ao selo “Comércio Seguro”, lançado no início deste mês e que já conta com a adesão de 1.200 estabelecimentos.

A iniciativa “Comércio Seguro” pretende reativar o comércio tradicional local através de um selo que garante que o negócio está a cumprir todas recomendações de prevenção da covid-19, emanadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Os kits, que incluem o selo, são atribuídos mediante a assinatura de uma declaração de compromisso e incluem um guia com as recomendações da DGS. O objetivo, explica o município, é ajudar a restabelecer o ambiente de confiança que deve existir entre consumidores e comércio tradicional e vice-versa.

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