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Esposende

Museu vai trazer à memória a apanha do sargaço em Esposende

Reabilitação da antiga Escola Básica de Areia-Apúlia para o museu.

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Foto: DR

Já arrancaram as obras de reabilitação da antiga Escola Básica de Areia-Apúlia para Museu do Sargaço, um projeto do Município de Esposende “que trará à memória da população e da cultura local, a “apanha do sargaço”, aquela que foi, e ainda é, uma tradição de grande relevo para o povo apuliense”.

A Autarquia adiantou hoje que a obra corresponde a um investimento de 275 584 euros e tem um prazo de 198 dias (aproximadamente seis meses e meio), enquadrando-se no PARU (Plano de Ação de Regeneração Urbana) para a área de Apúlia. Sob a premissa “remodelar para recrear”, a intervenção “passa pela remodelação de um espaço também ele com história, mantendo intactas as linhas mestras e os marcos arquitetónicos do edifício, com o objetivo de recrear espaços e tradições de um dos pilares da economia de Apúlia”.

No primeiro piso ficará situada a receção/zona de acolhimento, os sanitários, uma sala polivalente, bem como um espaço destinado à guarda de material expositivo e reparação/restauração de peças de arte em exposição, localizando-se, no piso superior, a sala de exposição geral. O acesso ao piso superior, além de ser pelas escadas, será ainda feito através de um elevador, garantindo, assim, o acesso a pessoas com mobilidade reduzida a todos os espaços do museu.

No exterior, será criada uma “praça temática” relacionada com a apanha do sargaço, bem como um pequeno “auditório” ao ar livre, que permitirá acolher todo o tipo de palestras e eventuais espetáculos relacionados com o tema da apanha do sargaço e das exposições.

O projeto prevê, ainda, a criação de onze lugares de estacionamento públicos, dois dos quais destinados a pessoas com mobilidade condicionada, além de cinco lugares de estacionamento privativos, sendo um destinado a pessoas com mobilidade condicionada.

“É intenção do Município manter vivas as memórias da tradição da prática desse ofício de grande valor cultural de Apúlia e do próprio concelho”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, clarificando que o Museu do Sargaço se insere num “projeto mais vasto de valorização do património do concelho, que integra entre outras iniciativas, a criação do Centro Interpretativo do Junco, na freguesia de Forjães”.

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Esposende

Esposende combate lagarta do pinheiro nas escolas

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Foto: DR

O Município de Esposende procedeu, durante o mês de janeiro, à intervenção de abate das espécies hospedeiras da lagarta do pinheiro nos estabelecimentos concelhios de ensino básico, na medida em que a contenção da praga por via das metodologias preventivas se demonstrou, nesta fase, já não ser suficientemente eficaz.

A lagarta do pinheiro é o principal inseto desfolhador dos pinheiros e cedros em Portugal e o seu nome advém-lhe do facto de constituir longas procissões de lagartas que se dirigem das árvores para o solo, onde irão crisalidar.

Nos últimos anos, e provavelmente com direta relação com as alterações climáticas, têm-se observado ataques de elevada intensidade desta praga, e, em ambiente urbano, impõe-se uma vigilância constante e combate urgente dadas as consequências que pode trazer em termos de saúde pública.

O contacto físico direto com as lagartas deve ser sempre evitado, pois possuem pelos urticantes que podem causar graves reações alérgicas no Homem e animais. Também a inalação terá os mesmos efeitos, de entre os quais se indica a urticária, com registo de irritações na pele (geralmente ardor, comichão e manchas avermelhadas na pele), irritações nos olhos (olhos avermelhados, inchados e com comichão), e alterações no aparelho respiratório (dificuldade respiratória).

Para evitar a propagação desta praga, deixa-se um alerta geral à população para que as situações de natureza privada sejam devidamente tratadas pelos respetivos proprietários dos terrenos/árvores, nunca descurando as questões de segurança, nomeadamente devendo ser utilizadas luvas máscara e óculos durante o processo de remoção das lagartas e de sua queima.

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Esposende

Esposende atua contra degradação de imóveis

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Foto: Divulgação/CM Esposende

O Município de Esposende anunciou que tem vindo a proceder ao levantamento dos prédios urbanos degradados existentes no concelho, no sentido de garantir a sua conservação e manutenção obrigatórias.

Em causa estão as edificações em estado de degradação, em risco de ruína ou que, por questões de salubridade, possam constituir perigo para a saúde pública.

“Não obstante a legislação determinar a realização de obras de conservação dos edifícios pelo menos uma vez em cada período de oito anos e de permitir o agravamento da taxa do IMI, vão subsistindo situações em os edifícios atingem um grau de degradação acentuado obrigando a Câmara Municipal a intervir. Assim, com base na avaliação de cada situação mediante a realização de uma vistoria, a Autarquia define o tipo de intervenção a realizar e estipula o prazo de execução das obras de conservação necessárias à melhoria do arranjo estético dos edifícios em caixa, medidas que são sempre sujeitas à aprovação do executivo municipal”, explica a Câmara, em comunicado.

Por esta via, o Município pretende evitar que os edifícios cheguem a um estado de degradação irreversível, acautelando também possíveis ocorrências que possam colocar em perigo as pessoas.

Benjamim Pereira, presidente da Câmara, refere que “frequentemente, o Município vê-se obrigado a notificar os proprietários para efetuarem este tipo de intervenções, tal é o estado a que deixam chegar os seus imóveis”, acrescentando que “além da questão estética, que em nada favorece a imagem que queremos para o nosso concelho, é, sobretudo, o aspeto da segurança de pessoas e bens que está em causa”.

O autarca lembra que, no âmbito do PARU – Plano de Ação de Regeneração Urbana, os proprietários com imóveis nas zonas urbanas de Apúlia, Esposende, Fão e Marinhas poderão beneficiar de incentivos para obras de requalificação, para além da isenção de taxas.

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Esposende

Incêndio num anexo em Esposende provoca danos materiais

Incidente ocorreu durante a madrugada.

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Foto: DR

Um incêndio urbano provocou danos na madrugada desta quarta-feira na freguesia de S. Paio de Antas, no concelho de Esposende.

Segundo informações dos Bombeiros Voluntários de Esposende, o incêndio ocorreu num anexo de uma habitação, na rua do Monte. O alerta foi dado pouco antes das 03:00, e estiveram no local dois veículos de combate com oito operacionais.

Quando os bombeiros chegaram, o anexo estava todo tomado pelas chamas.

“A nossa preocupação foi a proteção das habitações contíguas”, adiantou o comandante das operações de socorro, adjunto comando Júlio Melo, dos Bombeiros de Esposende.

O incidente provocou avultados danos nos equipamentos agrícolas.

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