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Cávado

Arranca ecovia que vai ligar Esposende, Barcelos, Braga, Vila Verde, Amares e Terras de Bouro

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Com o lançamento da primeira pedra do troço Fão – Fonte Boa, o Município de Esposende deu, hoje, o pontapé de saída da Ecovia do Cávado Homem, que vai ligar a cidade da foz do Cávado a Terras de Bouro, numa extensão de 75 quilómetros.


A infraestrutura, um projecto intermunicipal que envolve os municípios da Comunidade Intermunicipal do Cávado – Esposende, Barcelos, Braga, Vila Verde, Amares e Terras de Bouro, ligará duas importantes áreas protegidas – o Parque Natural do Litoral Norte e o Parque Nacional Peneda Gerês, sempre ao longo das margens dos rios Cávado e Homem, proporcionando a sua valorização paisagística e ambiental, potenciando este território em termos turísticos.

No que respeita ao concelho de Esposende, a Ecovia terá uma extensão total de 7 quilómetros.

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Na sessão de lançamento da primeira pedra do troço que atravessa o concelho, queocorreu esta manhã, em Fonte Boa, o Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, assinalou a importância da Ecovia do Cávado Homem, dizendo que é “uma infraestrutura importantíssima” para toda a região, quer do ponto de vista da mobilidade quer do da atratividade do território, constituindo-se como “impulsionadora e fomentadora do desenvolvimento” dos municípios abrangidos. O Autarca notou que esta Ecovia vai interligar com a Ecovia do Litoral, permitindo a mobilidade suave entre os municípios do Cávado e do litoral, ao longo de “150 quilómetros de percursos de beleza única”.

O troço que atravessa o concelho, entre Fão e Fonte Boa, representa um investimento de 345.260 euros e tem um prazo de execução de seis meses.

Benjamim Pereira notou que, não obstante este trajeto ter obtido financiamento comunitário, sempre foi intenção do Município proceder à sua concretização atendendo à sua importância, e manifestou a expetativa de que os restantes municípios vejam também aprovadas as suas candidaturas.

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Numa intervenção também marcada por críticas aos que apontam o dedo à atuação do executivo municipal, Benjamim Pereira garantiu total empenho e determinação para prosseguir a desafiante tarefa de gerir os destinos do concelho, num dos “piores momentos para ser autarca em Portugal”.

Benjamim Pereira terminou a sua intervenção com agradecimentos, nomeadamente ao Ministro do Ambiente, Matos Fernandes, “por ter induzido uma nova dinâmica na aplicação dos fundos comunitários”, ao Presidente da Águas do Norte, Eduardo Gomes, pelos investimentos levados a cabo em Esposende, nomeadamente no tratamento de efluentes, e ao Presidente da Polis Litoral Norte, Pimenta Machado, por todos os investimentos levados a cabo pela Agência Portuguesa do Ambiente e pela Polis Litoral Norte. Benjamim Pereira agradeceu, também, à estrutura Executiva e técnicos da CIM Cávado, bem como aos técnicos do Município envolvidos no projecto da ecovia do Cávado Homem, e, ainda, ao Presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Fonte Boa e Rio Tinto, Carlos Escrivães, “parceiro imprescindível neste projecto”.

Luís Macedo, Secretário Executivo da CIM Cávado, felicitou o Município de Esposende pelo facto de sempre ter acreditado neste projecto e ter dado os passos certos em devido tempo. Considerou que o lançamento do troço de Esposende representa, simbolicamente, o início do processo e um exemplo para todos os que têm dúvidas sobre a viabilidade do projeto. Aludindo à complexidade do processo, Luís Macedo reconheceu que não foi fácil alcançar unidade, garantindo, contudo, que todos os municípios estão agora em sintonia. “Este projecto parecia uma utopia, mas vai ser uma realidade”, afirmou, enaltecendo a mais-valia da Ecovia do Cávado Homem aos mais variados níves.

Visivelmente satisfeito, o Presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Fonte Boa e Rio Tinto, Carlos Escrivães, afirmou que a Ecovia “é uma mais-valia e um sonho enorme” não só para Fonte Boa e para Esposende, como para os restantes municípios atravessados por este circuito. O Autarca agradeceu, por isso, “a persistência” do Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, e o empenho do Secretário Executivo da CIM Cávado, Luís Macedo, com vista à sua concretização.

 

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Barcelos

Barcelos: Mulher de 27 anos envolvida em acidente acusou 1,90g/l de álcool no sangue

Condutora detida pela PSP

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Foto: Ilustrativa / DR

A PSP deteve, na madrugada desta segunda-feira, uma mulher de 27 anos por ter apresentado uma taxa de álcool no sangue de 1,90 g/l após ter estado envolvida num acidente de viação na Rua de Santa Marta, em Arcozelo, Barcelos.

Em comunicado, a PSP refere que, “hoje, pelas 00:30, na cidade de Barcelos, na Rua de Santa Marta, esta Polícia procedeu à detenção de uma cidadã com 27 anos de idade, por ter sido interveniente em acidente de viação e ao ser submetida ao teste de álcool acusou uma TAS de 1,90 g/l”.

A mulher foi notificada para comparecer no Tribunal de Barcelos.

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Barcelos

Clientes de restaurante em Barcelos comem no carro depois das 22:30 (mas é paródia)

Paródia

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Foto: Jorge Falcão

Podia ser verdade mas não é. O Restaurante Turismo lançou ontem um vídeo nas redes sociais como forma de alerta para o impacto das novas medidas decretadas junto com o Estado de Emergência no setor da restauração.

No clipe pode ver-se três clientes a jantar dentro das instalações do conhecido restaurante da cidade, um deles o conhecido humorista Alexandre Santos, quando chega o proprietário, Jorge Falcão, com um relógio a indicar que são 22:29.

“Desculpem, mas pelas novas medidas decretadas, está aqui a conta, e gostava que saíssem, pois já sabem as novas regras”.

Os clientes respondem que já vieram “preparados”, pagam e levam os pratos para uma carrinha estacionada no exterior.

No vídeo, pode ver-se a mesa montada na parte traseira da carrinha com os três elementos a continuar o jantar.

Aparece novamente Jorge Falcão a perguntar se precisam de mais alguma coisa, ao que eles respondem que falta o café.

O proprietário refere que tem de desligar a máquina porque depois a EDP comunica às autoridades [algo que não é factual].

O vídeo termina com o dono do restaurante a pedir “quilo e meio de café em pó” para que os clientes possam preparar o próprio café dentro da carrinha.  Água, os clientes têm.

É um vídeo ficcionado, mas Jorge Falcão, já fora de brincadeiras, e num texto que acompanha o vídeo nas redes sociais, questiona que diferença faz ter um cliente para lá das 22:30 se o mesmo chegou depois das 21:00 para jantar.

“Não nos fecharam os restaurantes é certo, mas colocaram-nos uma limitação no horário (22:30 sem ninguém dentro de portas). Custa assim tanto perceber que quem chega a um restaurante por volta das 21:00. Sim, pois quem trabalha, quem tem filhos, quem tem horários, quem tem obrigações a cumprir, não tem oportunidade de chegar mais cedo ao restaurante, e não se consegue fazer um serviço decente para quem nos visita”, refere Jorge Falcão.

“Que diferença faz a quem já está dentro do restaurante desde as 21h, sair às 23h ou 23:30 e terminar uma refeição com calma nesta azáfama de novo conceito de vida normal que estamos a viver?”, questiona.

“Isto é a mesma coisa que eu dar o meu cartão multibanco ao meu filho para ele comprar brinquedos , mas não lhe dar o código para usufrui do cartão”, exemplifica.

“Os tempos são difíceis para todos, cada qual à sua escala. Eu falei da minha área de tasqueiro, mas sei que muitas e muitas mais áreas que estão com restrições podiam ser revistas, se quem tomasse as devidas decisões estivesse no terreno a ver como as coisas funcionam e não numa secretaria só a imaginar como possivelmente as coisas podem funcionar”, aponta.

O proprietário do Turismo admite que “não é fácil estar na posição de quem manda neste momento, pois todos nós damos palpites, mas ouçam pelo menos um representante de cada área”.

No final, deixa o apelo para que os clientes “venham mais cedo jantar”.

“Se não podes mudar, aceita que fica mais fácil”, termina.

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Cávado

Esposende garante indemnização pela obra de 2015 da Restinga do Cávado

Polis Litoral Norte

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Foto: CM Esposende

A câmara de Esposende garantiu hoje 1,5 milhões de euros de indemnização da fornecedora dos sacos de areia usados em 2015 na obra para estabilizar a Restinga do Cávado, que “em pouco mais de um ano ficou destruída”.

Na sua página da rede social Facebook, o presidente daquela autarquia do distrito de Braga, Benjamim Pereira (PSD/CDS-PP), anunciou ter assinado um “acordo relativo à resolução do litígio que impendia sobre a empreitada da Restinga do Cávado” com a fornecedora dos Geobags, os sacos de areia.

A empreitada de 2015 foi lançada pela Polis Litoral Norte, “sem qualquer comparticipação do município”, pelo valor de cerca de 1,6 milhões de euros, provenientes de fundos comunitários e do Estado através do Programa Operacional da Valorização do Território (POVT).

“Assinei hoje, em representação do município, um importante acordo relativo à resolução do litígio que impendia sobre a empreitada da Restinga do Cávado, executada em 2015, intervenção esta de estabilização da restinga, construída com Geobags (sacos cheios de areia) e que ao fim de pouco mais de um ano estava completamente destruída”, anuncia o autarca.

Segundo explica no seu texto, em 2015, o “município viu ser implementada uma solução que resultou de um grupo de trabalho com diversas entidades locais e nacionais, mas, como é do conhecimento geral, não era a solução que satisfazia”.

“Defendemos sempre uma solução mais robusta que resolvesse de uma vez por todas o problema da barra e do assoreamento do rio, criando assim condições para a navegabilidade e melhor aproveitamento das infraestruturas existentes, nomeadamente as docas de Recreio e de Pesca”, refere.

Benjamim Pereira aponta que “a este propósito o município tem, neste momento, em elaboração um projeto para a Restinga/Barra que em tempo próprio apresentará ao Governo para que possa ser apreciado”.

O acordo hoje firmado, explana, “garante as verbas indemnizatórias por parte do fornecedor dos Geobags num valor de 1 milhão e 50 mil euros, sendo o restante valor correspondente aos trabalhos, garantidos também neste acordo pela empresa que executou a obra”.

O autarca afirma que “cabe agora à Polis Litoral Norte a preparação de uma nova intervenção, que deverá ser articulada com outras, nomeadamente de desassoreamento”.

“Tudo faremos para convencer o Governo que esta venha a ser uma primeira fase da solução definitiva deste problema da Barra de Esposende. O município teve intervenção neste processo num contexto da responsabilidade que detém no território e fica como fiel depositário do valor da indemnização até que seja possível arrancar com a empreitada”, esclarece.

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