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II Liga

Arouca-FC Famalicão em risco por causa do relvado

Liga vai avaliar estado do terreno três horas antes do jogo

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Foto: DR

Quim Machado crê que haverá jogo este domingo entre Arouca e Famalicão, ainda que a Liga tenha prevista uma vistoria ao relvado do Estádio Municipal de Arouca três horas antes do início da partida da 21.ª jornada da II Liga.

“Acredito que vai haver jogo. Temos poupado o relvado e queremos o melhor relvado possível porque quem vem ao futebol, normalmente, quer ver relvados em condições, quer ver golos, e eu acho que temos feito tudo para o conseguir. Agora sabemos que, e sobretudo no inverno, temos algumas dificuldades para treinar fora do estádio. Não tendo um campo de treinos é mais difícil… Amanhã [hoje] vamos jogar”, afirmou o treinador do Arouca, em conferência de imprensa de antevisão ao confronto com os minhotos.

A equipa arouquense, que não tem outro espaço para treinar a não ser o estádio, tem treinado atrás de uma das balizas, procurando não desgastar muito o retângulo de jogo, já um pouco castigado pelo inverno.

Nesta jornada da II Liga, o Estádio Municipal de Aveiro foi interditado devido às más condições do relvado, o que motivou a transferência do Oliveirense-Mafra para o Estádio do Mar, em Matosinhos.

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II Liga

Alerta Famalicão: Cheiro intenso a I Liga no ar

30.ª jornada da II Liga

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Foto: Facebook de FC Famalicão

O FC Famalicão venceu hoje na visita ao estádio do Benfica B, por 1-3, em jogo da 30.ª jornada da II Liga, e deu mais um passo rumo ao objetivo de subida ao principal escalão do futebol português.

Depois de ter estado a perder 1-0, o Fama conseguiu dar a volta, ainda na primeira parte, chegando ao intervalo a vencer, por 1-3 (Raphael Guzzo, aos 17′, Fabrício Simões, aos 35, e Feliz, aos 40′ marcaram).

Na segunda parte, o FC Famalicão confirmou a vitória que permite manter a distância de nove pontos para o Estoril, que ontem também venceu, e, de oito para a Académica, caso os de Coimbra vençam hoje, em casa frente o Mafra (0-0, ao intervalo).

Com 12 pontos em disputa, o FC Famalicão passou a ter as portas da I Liga completamente escancaradas. Quando falta jogar contra o último (Vitória B, em casa), 16.º (Varzim, fora), 14.º (Oliveirense, em casa) e Estoril (fora) os famalicenses precisam de quatro pontos, no máximo, para regressar à I Liga… 25 anos depois.

Já hoje, após ter ganho contra o Académico de Viseu, o FC Paços de Ferreira, líder da II Liga, carimbou a subida.

Ficha de Jogo

Jogo no Caixa Futebol Campus, no Seixal.

Benfica B – Famalicão, 1-3.

Ao intervalo: 1-3.

Marcadores:

1-0, Nuno Santos, 08 minutos.

1-1, Raphael Guzzo, 17.

1-2, Fabrício, 35.

1-3, Feliz, 40.

Equipas:

– Benfica B: Zlobin, Alex Pinto, Kalaica, Pedro Álvaro, Nuno Tavares, Tiago Dantas (David Tavares, 68), Mendes (Saponjic, 46), Krovinovic (Zé Gomes, 77), Willock, Nuno Santos e Jota.

(Suplentes: Fábio Duarte, Frimpong, Saponjic, Benny, Zé Gomes, David Zec e David Tavares).

Treinador: Renato Paiva.

– Famalicão: Defendi, Victor Garcia, Ricardo, Luís Rocha, David Luís, Feliz, Capela, Raphael Guzzo (Hocko, 73), Walterson, Fabrício (Alhassane Sylla, 88) e Anderson (Fabinho, 68).

(Suplentes: Ricardo Fernandes, Fabinho, Joel, Hugo Gomes, Filipe Oliveira, Alhassane Sylla e Hocko).

Treinador: Carlos Pinto.

Árbitro: João Matos (AF Viana do Castelo).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Alex Pinto (24 e 78), Feliz (56), Fabinho (82) e Ricardo (89). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Alex Pinto (78).

Assistência: cerca de 1000 espetadores.

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II Liga

Vítor Oliveira regressa às origens para reforçar estatuto de ‘rei das subidas’

Paços de Ferreira garantiu o regresso à I Liga

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Foto: Twitter

O treinador Vítor Oliveira festejou hoje pela 11.ª vez a promoção ao escalão principal do futebol português, no comando do Paços de Ferreira – onde tudo começou, em 1990/91 -, reforçando o estatuto de ‘rei das subidas’ na II Liga.

O triunfo alcançado hoje na receção ao Académico de Viseu, por 2-1, na 30.ª jornada do campeonato secundário, permitiu à equipa pacense tornar-se a primeira a assegurar o regresso ao convívio dos ‘grandes’ na época 2018/19, quando ainda faltam disputar quatro rondas para o fim da prova.

Aos 65 anos, o antigo futebolista, natural de Matosinhos, que já orientou quase duas dezenas de emblemas, foi um dos principais responsáveis pelo regresso do Paços de Ferreira à I Liga, um ano após ter sido despromovido, somando a 11.ª subida da carreira, em 18 presenças no segundo escalão.

Há dois anos, Vítor Oliveira tinha conseguido idêntica proeza no Portimonense, completando na temporada 2016/17 uma sequência de cinco promoções consecutivas, depois de Arouca (2012/13), Moreirense (2013/14), União da Madeira (2014/15) e Desportivo de Chaves (2015/16).

À exceção dos algarvios, o técnico não acompanhou nenhum destes clubes na subida, sendo que, no caso dos minhotos, acabou mesmo por deixar a equipa antes do final da temporada, saindo após a 33.ª jornada, quando o Moreirense ocupava o segundo lugar.

Há quatro anos, Vítor Oliveira explicou o porquê de fazer carreira na II Liga, ao invés de seguir o percurso das equipas que sobe.

“Às vezes é melhor estar na II Liga a jogar para subir, do que estar na I Liga a perder e a desgastar-se. Nessas duas propostas, acho que prefiro uma equipa da II. Gosto de futebol e de treinar, independentemente de ser na I ou na II. Mas bom mesmo é estar na I Liga”, observou.

A ‘ligação’ de Vítor Oliveira ao segundo escalão começou no início da década de 90, levando o Paços de Ferreira à I Liga, em 1990/91, algo que voltaria a alcançar com Académica (1996/97), União de Leiria (1997/98), Belenenses (1998/99) e Leixões (2006/07).

Também nesses anos, o técnico optou por não continuar com os emblemas que orientava, exceção feita ao Paços de Ferreira, no qual se manteve na temporada seguinte à subida, terminando no 12.º posto da I Liga de 1991/92.

Na divisão maior, Vítor Oliveira contabiliza 15 presenças, a última das quais no Portimonense, na temporada passada, e, antes dessa, no Moreirense, em 2004/05, quando não terminou a época, sendo substituído por Jorge Jesus, a três rondas do final da prova.

Entre os desempenhos na I Liga, sobressai um sétimo lugar pelo Portimonense, em 1985/86, bem como um oitavo e um nono, ambos pelo Gil Vicente, respetivamente, em 2002/03 e 1992/93.

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Futebol

Primeira vitória do Aves em Guimarães atira Feirense para a II Liga

30.ª jornada da I Liga

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Foto: Facebook de Desportivo das Aves

O Desportivo das Aves conseguiu, este sábado, a primeira vitória da sua história no reduto do Vitória SC, com um triunfo por 2-0 que teve como ‘dano colateral’ a descida do Feirense à II Liga portuguesa de futebol.

Em encontro da 30.ª jornada do campeonato principal, o brasileiro Derley, aos nove minutos, e o guineense Mama Baldé, aos 66, escreveram história no D. Afonso Henriques, que acabou o jogo a insultar, com assobios, os seus jogadores.

Vitória perde (0-2) em casa contra o Aves – resumo

Com o triunfo em Guimarães, o conjunto da Vila das Aves, ainda detentor da Taça de Portugal, deu um passo de ‘gigante’ para continuar na I Liga, ao passar a somar 33 pontos, à condição mais seis do que a primeira equipa abaixo da ‘linha de água’.

O ‘timoneiro’ Augusto Inácio recebeu a equipa no último lugar, com 12 pontos, no final da primeira volta (17 jornadas), e, em 13 jogos, já acrescentou 21 pontos, ao somar seis vitórias, três empates e apenas quatro derrotas.

Mais impressionante, ainda a invencibilidade em reduto alheio, com quatro triunfos e três igualdades: a manutenção ainda não é uma realidade matemática, mas está perto de ser.

Por seu lado, e depois de oito triunfos nos últimos 10 jogos em casa – era exceções um 0-1 com o Benfica e um 0-0 com o FC Porto -, o Vitória sofreu a terceira derrota como anfitrião e não conseguiu chegar-se ao quinto lugar, do vizinho Moreirense.

Na luta pela manutenção, também o Tondela deu um grande passo em frente, ao bater em casa o Boavista por 1-0, graças a um autogolo do francês Stéphane Sparagna, que desviou de cabeça, para a baliza errada, um pontapé de canto, aos 17 minutos.

O conjunto de Pepa passou a contar 31 pontos, apenas menos um do que os ‘axadrezados’, que, depois de terem começado o campeonato com um triunfo em Portimão, por 2-0, jamais ganharam fora, numa ‘seca’ que já vai em 14 jogos.

Ao contrário dos avenses e dos viseenses, o Vitória de Setúbal e o Portimonense não conseguiram ganhar, ‘anulando-se’ no Estádio do Bonfim: os locais adiantaram-se por José Semedo, o amigo de Cristiano Ronaldo, aos 33 minutos, mas, com o fim à vista, aos 87, o brasileiro Ruster, o mais pequeno jogador do Portimonense, empatou, num golpe de cabeça.

Assim, os algarvios saltaram para os 33 pontos e os sadinos para os 32.

Muito mais complicada, ficou a tarefa do Nacional, que perdeu em casa por 1-0 com o Sporting, culpa de um golo do brasileiro Luiz Phellype – o substituto do lesionado Bas Dost -, que, aos 62 minutos, selou o sétimo triunfo consecutivo dos ‘leões’ e marcou pela quinta vez nas últimas quatro rondas.

Enquanto os ‘leões’ reforçaram o terceiro posto, provisoriamente a cinco pontos de Benfica e FC Porto e com mais seis em relação ao SC Braga, os insulares ‘afundaram-se’ no 16.º, já a quatro do 15.º.

Atrás, apenas o Desportivo de Chaves, 17.º, com 25, e o Feirense, que ontem viu decretada a despromoção à II Liga, cenário que há muito se antevia, já que a equipa de Santa Maria da Feira ganhou os dois primeiros jogos do campeonato e, depois disso, nunca mais triunfou – nove empates e 18 derrotas.

A ronda 30 prossegue no sábado, dia em que o FC Porto, segundo classificado, recebe o Santa Clara. O Benfica, líder, com os mesmos 72 pontos dos ‘dragões’, apenas joga na segunda-feira, também no seu reduto, perante o Marítimo.

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