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Ave

Armas apreendidas após injúrias familiares em Celorico de Basto

Um arguido de 50 anos

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Foto: DR

Três armas foram apreendidas esta terça-feira no concelho de Celorico de Basto. No âmbito de um inquérito por ameaça agravada com arma de fogo entre familiares, que decorria desde dezembro de 2018, a GNR constituiu arguido um homem, de 50 anos, por ser suspeito das ameaças.

No decorrer das diligências, os militares realizaram uma busca domiciliária, onde apreenderam: duas caçadeiras uma arma de ar comprimido e 83 munições.

Os factos foram remetidos para o Tribunal Judicial de Guimarães.

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Guimarães

Guimarães recorda D. Afonso Henriques no 834.º aniversário da sua morte

Na sexta-feira

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

A Grã Ordem Afonsina vai assinalar na sexta-feira o 834.º aniversário da morte de D. Afonso Henriques, “um símbolo identitário da cidade que serviu de berço ao Fundador da Nação Portuguesa”, anunciou hoje a instituição.

As solenidades iniciam-se às 16:00 com a inauguração da sede social da Grã Ordem Afonsina, no edifício do Mercado Municipal de Guimarães, seguindo-se uma palestra sobre a vida e obra de Afonso Henriques, pelo orador António José Oliveira, na Sala Dr. Emídio Guerreiro, Edifício da Sociedade Martins Sarmento.

As celebrações terminam às 19:00, com uma eucarística com a participação do Chorus Anima Populi e do organista Nuno Mimoso, na Igreja de Nossa Senhora da Oliveira.

“Guimarães tem a obrigação de honrar a memória de Afonso Henriques, na medida em que ele é, não só um símbolo identitário desta cidade que lhe serviu de berço, mas também o Fundador da Nação Portuguesa e a pedra angular da construção da grande pátria lusófona”, justifica a Grã Ordem Afonsina.

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Famalicão

Famalicão: Ano de conferências no Museu da Industria Têxtil acaba com apresentação monográfica

“Percursos e memórias da indústria na Bacia do Ave”

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Foto: DR / Arquivo

A apresentação da coleção monográfica “Arqueologia Industrial” no Museu de Industria Têxtil, em Vila Nova de Famalicão, vai marcar o final de um ciclo de conferências que percorreu “marcos históricos do cluster” daquele setor da região.

Em comunicado enviado hoje à Lusa, a câmara municipal de Famalicão explica que o ciclo “Percursos e memórias da indústria na Bacia do Ave” termina dia 14 com a apresentação daquela coleção monográfica, de Lopes Cordeiro.

A coleção foi fundada em 1987 como publicação periódica e é agora lançada, em 2019, no formato de livro, “constituindo uma coleção monográfica nas áreas da arqueologia, património e museologia industrial, procurando acompanhar o desenvolvimento destas áreas no país e no estrangeiro”.

A sua edição é da responsabilidade do Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave/Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Associação Portuguesa para o Património Industrial (APPI), representante em Portugal do The International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage (TICCIH), sendo publicada pelas Edições Humus.

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Guimarães

Ossadas humanas descobertas em Vila Real podem ser de camionista de Guimarães desaparecido

Descoberta em zona de mato ardido

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Foto: DR

A Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real foi, esta quinta-feira, chamada para investigar o aparecimento de ossadas humanas na zona de Casas da Estrada, no concelho de Alijó, disse fonte da GNR.

Segundo a fonte, as ossadas foram encontradas por um popular numa área atingida por um incêndio, neste verão, e a “cerca de um quilómetro” da Autoestrada 4 (A4).

A Polícia Judiciária foi chamada ao local para investigar.

Em fevereiro, naquela zona da A4, localizada entre os nós do Pópulo e de Murça, perto de uma das saídas de emergência, desapareceu um camionista de 45 anos após um acidente com um camião.

Na altura, a GNR informou que quando os militares chegaram ao local encontraram o camião tombado na autoestrada, sem, no entanto, encontrarem indícios do condutor.

Aquela força policial disse que, de acordo com testemunhas e as câmaras de videovigilância da A4, o homem saiu da autoestrada perto do local do acidente.

A GNR efetuou buscas nas imediações e nas aldeias próximas, com recurso a cães, e a militares do comando de Vila Real e do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS).

A queixa pelo desaparecimento do condutor foi formalizada por familiares, em Guimarães, de onde é natural.

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