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Póvoa de Lanhoso

Jovem da Póvoa de Lanhoso alega em tribunal que passou notas falsas pensando que eram autênticas

Juiz ironiza: “Por azar, foram logo duas notas falsas”

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Foto: Ilustrativa

Um de cinco acusados de passar em Portugal notas de 50 euros trazidas de França alegou esta quarta-feira em tribunal que na altura dos factos, em princípios de 2015, pensava tratar-se de dinheiro autêntico.

O julgamento do caso, a decorrer no Tribunal de São João Novo, no Porto, envolvia cinco acusados, mas dois deles tiveram os seus processos separados, por não serem localizados em tempo útil, e dois outros faltaram a esta audiência sem apresentarem justificação.

O único arguido presente hoje em audiência, um homem de 28 anos, admitiu ter usado duas notas de 50 euros que se veio a apurar serem falsas, mas garantiu que na ocasião nada sabia.

“Só o soube quando a polícia interveio no caso”, declarou.

De acordo com a sua versão, uma das notas falsas de 50 euros, usada em compras num supermercado, resultou do troco recebido numa feira, onde pagara uma despesa com uma nota de 100 euros.

Quanto à segunda nota, assegurou, foi-lhe entregue por um primo (um dos ausentes nesta sessão de julgamento) com a qual pagou uma despesa num bar.

O presidente do coletivo de juízes perguntou-lhe se não achava estranho ter recebido duas notas falsas de 50 euros sensivelmente na mesma ocasião.

“Por azar, foram logo duas notas falsas”, acrescentou, irónico, o magistrado Pedro Meneses.

Ao que o arguido retorquiu: “Pois. O que é que eu posso fazer?”.

Chamado a depor, o dono do bar onde foram usadas algumas das notas falsas disse que o arguido presente na sala de audiências e três outros acusados no processo fizeram uma despesa global de 70 euros.

Cada um pagou com notas falsas de 50 euros as respetivas despesas, pelo que, no total, receberam troco em dinheiro autêntico de 130 euros.

A acusação do processo refere que três residentes em França, um deles lusodescendente, entraram em Portugal no início de 2015 para um período de férias, trazendo consigo, cada um, notas contrafeitas de 50 euros correspondentes a uma quantia global de 400 euros em valor real.

O objetivo seria “ir aos saldos” em Portugal, ou seja, pagarem todos os gastos em férias, passando preferencialmente as notas em compras de diminuto valor para receberem o máximo possível de troco em dinheiro autêntico.

Na prática do crime de passagem de moeda falsa colaboraram, segundo o Ministério Público, um primo e um amigo do lusodescendente, ambos residentes em Póvoa de Lanhoso.

Em fase de inquérito, diz o Ministério Público, os três principais arguidos, referindo-se à forma como obtiveram as notas, “foram unânimes em afirmar que as adquiriram em Marselha, França, já contrafeitas, a indivíduos que não identificaram, negando terem sido os próprios a proceder à falsificação das mesmas”.

Num dos casos descritos na acusação, ocorrido em 17 de janeiro de 2015 num supermercado de Braga, os três principais arguidos chegaram a usar uma das notas falsas para pagar uma compra de 1,99 euros.

Outra técnica usada era cada um pagar a sua parte em pequenas despesas, obtendo assim mais troco em dinheiro autêntico.

“Todos os arguidos conheciam as características das notas e bem sabiam que, ao entregá-las como forma de pagamento, estavam a lesar os comerciantes, não só no montante da venda como no valor restante do troco que lhes era dado como se a nota que recebiam fosse verdadeira e legítima, obtendo assim os arguidos proveitos económicos indevidos”, conclui o Ministério Público.

O arguido ouvido ontem em tribunal, natural e residente na Póvoa de Lanhoso, pediu ao Ministério Público a suspensão provisória do processo, o que foi recusado porque “não há grave diminuição de culpa”.

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Póvoa de Lanhoso

PSD condenado por adaptar “Despacito” na campanha eleitoral de 2017 na Póvoa de Lanhoso

Tribunal já recusou os argumentos do partido

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Foto: DR/Arquivo

O PSD foi condenado em 10 mil euros pelo uso indevido do tema “Despacito”, do cantor porto-riquenho Luis Fonsi, na campanha eleitoral da candidatura de Avelino Silva na Póvoa de Lanhoso de 2017.

O PS de Vila Pouca de Aguiar também recebeu a mesma condenação. Os partidos vão pagar um total de 20 mil euros à Sociedade Portuguesa de Autores.

Os dois partidos tentaram descartar responsabilidade por serem candidaturas municipais, no entanto, as decisões do Tribunal da Propriedade Intelectual e o Tribunal da Relação de Lisboa recusaram os argumentos.

Segunda a TSF, o PSD respondeu que a estratégia de campanha é definida a nível local e que até chamou a atenção dos responsáveis concelhios para a “necessidade do escrupuloso cumprimento do regime de direitos de autor”.

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Póvoa de Lanhoso

Castelo de Lanhoso recebeu “escape room”

No âmbito da comemoração do Dia Nacional dos Castelos

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Foto: Divulgação/CM Póvoa de Lanhoso

A primeira edição do escape room no Castelo de Lanhoso decorreu na noite de sábado, 5 de outubro. Dar a conhecer o ex libris da Póvoa de Lanhoso de uma forma inovadora e desafiadora foram alguns dos objetivos desta iniciativa promovida pela Câmara Municipal, no âmbito da comemoração do Dia Nacional dos Castelos (7 de outubro).

Foto: Divulgação/CM Póvoa de Lanhoso

Foto: Divulgação/CM Póvoa de Lanhoso

A vencedora foi Teresa Pinheiro e a sua equipa, com o tempo final de 22 minutos e 45 segundos. Nesta primeira edição, participaram 44 pessoas, de várias nacionalidades e de várias zonas do norte do país, que apreciaram bastante a atividade, que aguardam por outras sessões e que elogiaram a forma diferente de conhecer o Núcleo Museológico do Castelo de Lanhoso, através da resolução de pequenos enigmas, da atenção aos pormenores e do trabalho em equipa.

Para sair do topo da Torre de Menagem as pessoas participantes contaram com a ajuda dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. As próximas edições estão marcadas para os dias 22 e 23 de novembro, mas as vagas já estão todas preenchidas.

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Braga

Incêndio que deflagrou em Póvoa de Lanhoso em fase de rescaldo

Em Vilela

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Foto: DR / Arquivo

O incêndio que deflagrou pelas 16:24 de hoje em Vilela, Póvoa de Lanhoso, está em fase de rescaldo, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Braga.

Segundo a fonte, o incêndio está dominado e entrou em fase de rescaldo cerca das 19:45.

A fonte acrescentou que não chegou a haver habitações em risco.

No teatro das operações, e segundo a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil, estão 136 operacionais, apoiados por 38 viaturas.

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