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Alto Minho

Bombeiros de Arcos de Valdevez com ambulâncias à venda no OLX

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Foto: OLX

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez está a renovar a frota de viaturas e, para isso, quer vender duas ambulâncias usadas. A corporação já colocou o anúncio de venda no portal OLX, dedicado a vendas online.

As viaturas, ambas ambulâncias de socorro tipo B Mercedes-Benz Sprinter – uma 315 CDI de 2009 e uma 316 CDI de 2010, estão “a funcionar na perfeição e sempre bem assistidas”, de acordo com o anúncio colocado na internet. Estão à venda por 20.500 euros cada, sendo o preço negociável.

O mesmo anúncio indica que a corporação se encontra a renovar a frota, daí o motivo da venda.

 

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Alto Minho

Autoescada dos bombeiros de Valença parada “há mais de oito anos” por falta de dinheiro para manutenção

“Há mais de oito anos”

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Foto: Facebook de BV Valença

A autoescada dos bombeiros de Valença, que comemoram o centenário da sua fundação, está “inoperacional há mais de oito anos por falta de verba para a manutenção”, disse hoje o presidente da direção da associação humanitária.

Em declarações à agência Lusa, a propósito das comemorações do centenário que decorrem no fim de semana, Fernando Oliveira adiantou que “a situação já foi reportada à Autoridade Nacional da Proteção Civil”, e sublinhou tratar-se de um equipamento que “pode ser extremamente útil para o distrito de Viana do Castelo”.

“É a única autoescada com estas características no distrito de Viana do Castelo. Em julho foi solicitada para combater o incêndio que destruiu uma fábrica na zona industrial de Padreiro, em Arcos de Valdevez, mas não foi enviada por não reunir condições de segurança”, explicou o presidente da direção da associação humanitária de bombeiros de Valença.

Fernando Oliveira garantiu que a corporação da segunda cidade do Alto Minho “não dispõe dos 30 mil euros necessários para a reparação do equipamento”.

A autoescada “foi oferecida pela Junta da Galiza, em 1994, tendo ficado na posse de uma associação de municípios raianos que, em maio deste ano, transferiu a propriedade do equipamento para a associação humanitária, que não tem dinheiro para a mandar reparar”.

“A corporação depende dos serviços que presta a instituições do Estado, como o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e o Instituto de Emergência Médica (INEM), que pagam o mais rápido possível. Não é fácil de gerir a corporação, mas lá vamos aguentando o barco”, admitiu.

Além daquele equipamento, Fernando Oliveira, apontou ainda como “necessidade mais urgente” os equipamentos de proteção individual.

“Os fatos de combate a incêndios urbanos são muito caros e a corporação não tem capacidade financeira para os adquirir. Os fatos que temos são bastante antigos”, lamentou.

A necessidade de “obras de fundo” no quartel, inaugurado em 1988, é outra das necessidades da corporação.

“Nestes 31 anos temos feito algumas intervenções, mas o edifício necessitava de obras de fundo. O quartel não é muito funcional. Faltam dormitórios porque temos um corpo misto de bombeiros e mais estacionamento para as viaturas”, frisou.

Segundo Fernando Oliveira, o corpo de bombeiros é composto por 42 operacionais, sendo 22 são funcionários da associação humanitária.

“Há muita dificuldade no voluntariado. O corpo de bombeiros tem capacidade para 89 operacionais e nós temos menos de metade, mas esse é um problema transversal a quase todas as corporações”, referiu.

No sábado, integrado nas comemorações dos 100 anos, a corporação vai promover um Dia à Comunidade. Este ano, além da habitual exposição estática de meios e do espaço saúde (com medição da tensão arterial e glicemia), animação musical e um simulacro histórico na fortaleza.

No domingo, a partir das 15:00, decorrerá a sessão solene comemorativa da data, com a presença prevista do ministro da Administração Interna.

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Viana do Castelo

Detetada lixeira ilegal na margem do rio Lima em Viana

Caso vai ser denunciado à APDL

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O comandante da capitania de Viana do Castelo disse hoje ter sido identificada uma lixeira ilegal, em zona portuária, na margem esquerda do rio Lima, em Darque, cuja existência vai ser comunicada à APDL, autoridade administrante do espaço.

“Foi localizada uma grande quantidade de entulho, desde tijolos, pedaços de cimento, e sanitários. Vai ser levantado o auto de notícia e remetido à Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), entidade administrante daquela área integrada na zona portuária”, adiantou Sameiro Matias.

O comandante da capitania de Viana do Castelo acrescentou que, “paralelamente, estão a ser desenvolvidas diligências para tentar apurar o responsável pela descarga de entulho”.

O caso foi hoje denunciado, hoje, através de redes sociais por um blogue local (Olhar Viana do Castelo) que divulgou fotografias do depósito de entulho naquela zona situada junto ao porto de mar e, nas proximidades da praia do Cabedelo, na freguesia de Darque.

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Alto Minho

Esporão compra Quinta do Ameal em Ponte de Lima

Empresa fundada por José Roquette aposta nos vinhos verdes

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Foto: Divulgação

O Esporão, com sede em Évora, no Alentejo, comprou a Quinta do Ameal, em Ponte de Lima, anunciou a empresa de vinhos, esta segunda-feira. O valor do negócio não foi revelado.

Localizada em Refóios do Lima, na margem do rio Lima, já perto da fronteira com Arcos de Valdevez, a propriedade com cerca de 30 hectares pertencia à família do enólogo Pedro Araújo, do Porto, que explorava a quinta desde os anos 1990.

Fundado em 1973 por José Roquette, ex-presidente do Sporting, e Joaquim Bandeira, o Esporão tem base no Alentejo e é uma das mais importantes empresas de vinhos em Portugal, com uma faturação de 50 milhões de euros anuais, resultante da produção de cerca de 12 milhões de litros de vinho, que exporta, com preços entre 2,50 e 150 euros, para meia centena de países.

Nos últimos anos, o Esporão já havia comprado a Quinta das Murças, no Douro, e a Sovina, marca de cerveja artesanal. Entra agora no mercado dos vinhos verdes, numa aposta na diversificação e num projeto ao qual o enólogo Pedro Araújo continuará ligado.

“Com esta aquisição, o Esporão enriquece o seu portefólio”, diz a empresa em comunicado, destacando o facto de a Quinta do Ameal ser “pioneira na afirmação da casta Loureiro”, quer nos métodos de produção orgânica, diferenciação e oferta de “um portfólio completo, onde se inclui o enoturismo”.

Imagem: Google

Nas as lojas online, os preços dos vinhos e espumantes da Quinta do Ameal variam entre 6,95 e 54 euros.

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