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Futebol

Árbitro francês Ruddy Buquet no SC Braga – AEK

Liga Europa

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Foto: DR

Benfica e Sporting de Braga têm árbitros ‘estreantes’, com o montenegrino Nikola Dabanovic na visita das ‘águias’ ao Lech Poznan e o francês Ruddy Buquet na receção dos minhotos ao AEK, ambos na Liga Europa de futebol.


Dabanovic, árbitro internacional desde 2009, já esteve num jogo das ‘águias’, mas na UEFA Youth League, pelo que dirigirá pela primeira vez na quinta-feira em Poznan um jogo da equipa principal do Benfica, na ronda inaugural do grupo C, às 17:55.

Em Braga, estará o francês Ruddy Buquet, árbitro também com larga experiência europeia, que já esteve em jogos de Benfica, FC Porto e Sporting, mas que se estreia também a ‘apitar’ os bracarenses.

A equipa de Carlos Carvalhal recebe a partir das 20:00 o AEK Atenas, dos portugueses Hélder Lopes, André Simões, Paulinho e Nélson Oliveira, em jogo do grupo G da Liga Europa.

Nas nomeações hoje conhecidas para a segunda competição da UEFA, o organismo indicou a francesa Stephanie Frappart para o Leicester-Zorya Luhansk, naquele que será apenas o segundo jogo europeu masculino ao mais alto nível para a árbitra de 36 anos.

Frappart foi a árbitra da final da Supertaça Europeia de 2019 entre Liverpool e Chelsea (2-2, 5-4 nas grandes penalidades), e, já depois, esteve num jogo entre as seleções de sub-21 de Itália e da Arménia.

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Futebol

SC Braga na luta pelo primeiro lugar do grupo

Liga Europa

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Foto: SC Braga / Arquivo

O Benfica, na receção ao Rangers, e o SC Braga, de visita a Leicester, jogam na quinta-feira a primeira de duas batalhas consecutivas pela liderança dos respetivos grupos da Liga Europa de futebol.

Com seis pontos conquistados nas duas primeiras rondas, tantos quantos os dos próximos adversários, os dois representantes portugueses na prova têm muito bem encaminhado o apuramento, pelo que é mais o primeiro lugar que está em causa.

No Grupo D, os ‘encarnados’ recebem os líderes do campeonato escocês, um conjunto comando pela lenda ‘red’ Steven Gerrard que soma 15 vitórias e dois empates nos 17 jogos realizados em 2020/21, enquanto no G, os ‘arsenalistas’ viajam ao reduto do Leicester, nada menos do que o vice-líder da ‘Premier League’.

A formação ‘encarnada’ é a primeira a entrar em campo, pelas 17:55, e chega ao encontro três dias depois de perder para o Sporting a liderança da I Liga portuguesa de futebol, após um inapelável 0-3 face ao Boavista, no Bessa.

Foi a segunda derrota da época, após o desaire por 2-1 na casa do PAOK, que custou a presença na Liga dos Campeões, e interrompeu uma série de sete triunfos consecutivos, dois na Liga Europa, no reduto do Lech Poznan (4-2) e na receção ao Standard Liège (3-0).

Agora, segue-se o mais cotado adversário, um conjunto que na época passada não perdeu face ao FC Porto na fase de grupos da Liga Europa (1-1 no Dragão e 2-0 em casa) e, depois, afastou o Sporting de Braga, de Rúben Amorim, nos 16 avos de final (3-2 em Glasgow e 1-0 na ‘pedreira’).

Na Luz, e face aos seis pontos das duas equipas, contra nenhum de belgas e polacos, que se defrontam em Poznan, joga-se pela liderança do agrupamento, sendo que o vencedor ficará, por consequência, muito perto do apuramento.

A situação é semelhante no Grupo G, mas, neste, com o Leicester a ter de assumir-se como favorito, na receção ao Sporting de Braga, do ‘alto’ do segundo lugar daquele que é considerado, quase unanimemente, como o melhor campeonato do Mundo.

Os ingleses, que já foram capazes de golear fora o Manchester City por 5-2, ganharam os últimos quatro jogos, o derradeiro na segunda-feira, em Leeds, por 4-1, colocando-se a um escasso ponto do líder e campeão Liverpool, após sete rondas.

Na Liga Europa, equipa que ainda não contou com o português Ricardo Pereira, devido a lesão, soma os mesmos seis pontos dos bracarenses e idênticos 5-1 em golos, pelo que o vencedor do agrupamento começará a definir-se no King Power Stadium.

Se os ingleses estão num bom momento, os comandados de Carlos Carvalhal – de regresso a solo britânico, onde treinou Sheffield Wednesday e Swansea – também surgem muitos fortes, com seis triunfos consecutivos, o último segunda-feira na receção ao Famalicão (1-0), após entrada com dois desaires.

Os ‘arsenalistas’ vão ter pela frente um grande teste às suas capacidades, tal como o Benfica, curiosamente antes de se defrontam na Luz, às 20:00 de domingo, em encontro da sétima jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Quanto aos outros agrupamentos, o Tottenham, de José Mourinho, joga no reduto do lanterna-vermelha Ludogorets, depois da inesperada derrota em Antuérpia (0-1), o comandante surpresa do Grupo J, enquanto a Roma, de Paulo Fonseca, é anfitriã do Cluj, num embate de líderes, no Grupo A.

Destaque ainda para a receção do Arsenal ao Molde, no Grupo B, e do Villarreal ao Maccabi Telavive, no Grupo I, dois duelos que, a exemplo dos que envolvem Benfica e Sporting de Braga, colocam frente a frente dois conjuntos com seis pontos.

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Futebol

SC Braga sobe ao pódio e Benfica entrega liderança ao Sporting

I Liga

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Foto: SC Braga

O Benfica caiu com ‘estrondo’ ao sexto jogo na Liga portuguesa de futebol, na visita ao Boavista, e entregou a liderança ao Sporting, enquanto o SC Braga superou o Famalicão e subiu ao terceiro lugar.

Após cinco vitórias noutros tantos jogos, os ‘encarnados’ perderam por 3-0 no fecho da sexta jornada, com Angel Gomes, Alberth Elis e Yanis Hamache a fazerem os golos do primeiro triunfo dos ‘axadrezados’, que repetiram o resultado de setembro de 2006, quando Roland Linz, por duas vezes, e Przemyslaw Kazmierczak marcaram para os portuenses.

Em vésperas de receber os escoceses do Rangers, para a Liga Europa, a formação comandada por Jorge Jesus averbou o segundo desaire da temporada, depois de ter ‘caído’ diante do PAOK, na pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

O Benfica mantém-se com 15 pontos, mas desceu ao segundo posto, atrás do Sporting, que termina a ronda isolado no topo, com 16, e que passa a ser a única equipa invicta na I Liga, após o ‘folgado’ triunfo de domingo, sobre o Tondela (4-0).

Há 27 anos que os ‘leões’ não lideravam isolados à sexta jornada, desde a época 1993/94, então com Bobby Robson ao comando, sendo que esta é mesmo a primeira vez que tal sucede desde que as vitórias passaram a valer três pontos, ou seja a partir de 1995.

Já o Boavista deixou a zona de despromoção, precisamente por troca com os tondelenses, sendo 14.º classificado, com seis pontos.

O SC Braga recebeu e venceu o Famalicão por 1-0, somando a quarta vitória consecutiva na I Liga, antes de visitar o Estádio da Luz, no domingo, sendo que, pelo meio, tem uma deslocação a Leicester, para a Liga Europa.

O central Bruno Viana apontou, à entrada para o último quarto de hora, o tento decisivo na ‘Pedreira’, que permitiu aos ‘arsenalistas’ subirem ao terceiro lugar, com 12 pontos, e ultrapassarem o FC Porto, que tem 10, os mesmos de Santa Clara e Vitória de Guimarães.

Os famalicenses, que jogaram os últimos 25 minutos reduzidos a 10 elementos, por expulsão de Riccieli, levam quatro partidas sem triunfar na competição e têm os mesmos seis pontos de Belenenses SAD e Boavista.

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Futebol

Boavista atrevido derruba Benfica irreconhecível

I Liga

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Foto: Boavista

Uma exibição personalizada permitiu hoje ao Boavista impor-se na receção ao Benfica, por 3-0, no encontro de encerramento da sexta jornada da I Liga de futebol, que impediu as ‘águias’ de reassumirem a liderança isolada.

No Estádio do Bessa, a grande penalidade de Angel Gomes (18 minutos) e os golos de Alberth Elis (38) e Yanis Hamache (76) interromperam o pleno de triunfos lisboetas no campeonato e pautaram a pior exibição da segunda era de Jorge Jesus na Luz.

O Benfica entregou a liderança ao Sporting, mantendo-se com 15 pontos, menos um que os ‘leões’ e mais três do que o Sporting de Braga, terceiro colocado, falhando a oportunidade de ampliar a diferença sobre o campeão nacional FC Porto, quarto, com 10 pontos.

Já o Boavista somou o primeiro triunfo esta temporada, abandonou a zona de despromoção e ascendeu à 13.ª posição, com seis pontos, na sequência das altas expectativas alimentadas em torno do investimento demonstrado no defeso.

Apesar do calendário apertado, Jorge Jesus apostou na máxima força, ao devolver Gilberto e Adel Taarabt à titularidade, e viu os ‘encarnados’ introduzirem a bola na baliza adversária aos 11 minutos, embora Darwin Núñez estivesse em posição irregular.

O lance criado por Luca Waldschmidt e revertido pelo videoárbitro contrariou a agressividade dos pupilos de Vasco Seabra, cujo bloco compacto condicionava a fluidez ‘encarnada’ e espreitava em cada transição uma ocasião para incomodar Odysseas.

Exemplo maior surgiu aos 18 minutos, quando Angel Gomes entrou em simulações na área, perdeu espaço de remate e foi derrubado por Everton, antes de ludibriar o guarda-redes lisboeta da marca de penálti e abrilhantar o regresso à competição após lesão.

O Boavista ia beneficiando do desnorte alheio e quase duplicou a contagem aos 26 minutos, numa combinação entre Miguel Reisinho e Angel Gomes, nascida com um mau passe de Gabriel e finalizada com um pontapé do criativo intercetado por Otamendi.

Entre abordagens displicentes e setores desconexos, o Benfica caiu na letargia, revelou pouca atitude competitiva e só gerou perigo à meia hora, com Taarabt a superar Ricardo Mangas na direita para isolar Jan Vertonghen, que cabeceou à figura de Léo Jardim.

Obrigando o Benfica a defender em zonas recuadas, as ‘panteras’ expuseram os problemas das ‘águias’ no controlo do espaço e desequilibraram com facilidade no último terço, somavam ‘tiros’ de longe por Paulinho (32 minutos) e Reggie Cannon (45+3).

Odysseas encaixou as duas investidas, mas revelou-se impotente para suster o remate colocado de Alberth Elis aos 38 minutos, a passe do incontornável Angel Gomes, concluindo uma etapa inaugural pressionante, atrevida e recheada de nota artística.

Jorge Jesus mexeu três unidades ao intervalo e esgotou as alterações à hora de jogo, mas só colheu um livre desenquadrado de Darwin Núñez (52 minutos) e uma dupla defesa de Léo Jardim (62) a pontapés consecutivos de Rafa e do avançado uruguaio.

Ao adiantamento do Benfica, que suplicava por rapidez de processos, a equipa de Vasco Seabra respondeu com união sem bola e crença nos contra-ataques, tendo Alberth Elis exposto a permeabilidade lisboeta e testado a atenção de Odysseas (55 minutos).

Depois de ter consentido alguma iniciativa, o Boavista voltou a criar mossa e teve forças para chegar ao terceiro tento, graças à jogada de envolvimento na direita de Elis com Paulinho, que precedeu a entrada de rompante e a ‘bomba’ de Yanis Hamache.

O recém-entrado Yusupha Njie ainda desperdiçou o quarto golo na cara de Odysseas (90+5 minutos), mesmo antes de o apagado Darwin Núñez estimular nova parada vistosa de Léo Jardim, refletindo a tendência do 125.º confronto entre dois emblemas históricos.

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