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Alto Minho

Apreendido cerca de um milhão de cigarros de contrabando na A3, em Cerveira

Crime

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Foto: Divulgação / GNR

Dois homens foram hoje detidos por suspeita de contrabando de tabaco e foram apreendidos cerca de um milhão de cigarros sem estampilha fiscal, destinados a “circuitos comerciais paralelos” da Área Metropolitana do Porto, revelou a GNR.


Em comunicado, a Unidade de Ação Fiscal da GNR esclarece que “o valor comercial do tabaco apreendido é de cerca de 196.800 euros” e que se o mesmo fosse “vendido ao público teria lesado o Estado em mais de 157.440 euros”, devido à “evasão à tributação incidente em sede de Imposto Especial Sobre o Consumo de Tabaco (IT) e IVA”.

A GNR esclarece que a operação decorreu de uma “fiscalização rodoviária” realizada na A3 em Vila Nova de Cerveira, distrito de Viana do Castelo, e durante a qual “os militares detetaram 960 mil cigarros acondicionados em 48 mil maços de cigarros, que não ostentavam a estampilha especial exigida para a sua comercialização em território nacional”.

“A Unidade de Ação Fiscal (UAF) apreendeu hoje cerca de um milhão de cigarros de contrabando, destinado a abastecer os circuitos comerciais paralelos à atividade legal das tabacarias na Área Metropolitana do Porto”, descreve aquela força policial. Para além do tabaco, “foram apreendidos 590 euros em numerário, assim como dois veículos utilizados na atividade criminal”.

Os dois detidos têm 32 e 48 anos e são suspeitos da “prática do crime tributário de Introdução Fraudulenta no Consumo”.

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Alto Minho

Melgaço quer atrair residentes das cidades: “É como estar em férias de forma permanente”

Demografia

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Castro Laboreiro é um dos pontos mais a norte de Portugal. Fica a 27 quilómetros da vila de Melgaço, sede do concelho. Foto: DR / Arquivo

O Município de Melgaço lançou um novo pacote para atrair residentes das grandes cidades, intitulado “Viver em Melgaço”, foi hoje anunciado.

Em comunicado enviado à nossa redação, a autarquia dá conta de novas medidas para esse efeito, como isenção de taxas para construir habitação própria, fundo de apoio à criação de micro-negócios ou novos apoios à natalidade e a famílias numerosas.

Manoel Batista, presidente da Câmara, conta um testemunho de um recém-habitante: “um novo habitante de Melgaço, confessou-me que aqui sente-se em férias permanentemente. Garantiu que o tempo que gastava no trânsito todos os dias se transformou em tempo de qualidade com a família e lhe permitiu voltar a uma antiga paixão: a prática de desporto”.

“Queremos convidar os portugueses a virem viver em Melgaço”, reforça o autarca, lembrando que a pandemia de covid-19 obrigou a novos hábitos e fez com que as pessoas “repensassem o seu modo de viver e onde viver”.

Explica que o trabalho à distância permite a que se viva longe das grandes cidades, enquanto se procura melhor qualidade de vida. E Melgaço, diz o autarca, proporciona o melhor desse mundo.

“Queremos convidar os portugueses a virem viver em Melgaço. Esta nova realidade demonstrou-nos novas formas de viver. O trabalho à distância está a levar os portugueses a procurarem maior qualidade de vida e a abandonar os grandes centros. Queremos mostrar que Melgaço é uma boa opção para viver. Queremos acolher mais habitantes”, refere o autarca,

Manoel Batista realça as “condições excelentes” do concelho: “Sabemos que quem optar por viver em Melgaço vai encontrar aqui os serviços básicos necessários. A tudo isto acresce uma qualidade de vida saudável, muito diferente da das grandes áreas metropolitanas e uma paisagem única. Estamos a criar um pacote ainda mais apetecível, para quem escolher Melgaço para Viver… e contamos com o Governo para nos apoiar neste desígnio”.

Entre as medidas estão: Isenção de taxas de urbanização e edificação para habitação própria e permanente para casais até aos 35 anos, para uma área bruta de construção de até 250 m2; intenção de derrama sobre o IRC das empresas; fundo de apoio a micro-negócios (até 45 mil euros), o Melgaço Finicia, com parte do capital sem juros; apoios ao investimento específicos para territórios do interior e medidas de apoio à natalidade, à primeira infância, às famílias numerosas e outros apoios inseridos no Plano de Desenvolvimento Sustentável e Solidário (PDSS).

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Alto Minho

Sobe para 63 número de utentes infetados na Casa da Caridade, em Ponte de Lima

Covid-19

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Foto: DR

Mais oito utentes da Casa da Caridade de Ponte de Lima estão infetados com o novo coronavírus, fazendo subir para 63 o número total de casos na instituição, disse hoje o diretor.

Contactado pela agência Lusa, Agostinho Freitas explicou que aumento surge na sequência dos testes realizados na quinta-feira aos 12 utentes que tinham testado negativo.

Os únicos quatro utentes que não estão infetados com o novo coronavírus Sars-Cov-2 vão ser transferidos durante a tarde de hoje para uma unidade hoteleira em Ponte de Lima.

Aquele serviço foi “contratualizado pela instituição, em parceria com a Câmara de Ponte de Lima”.

Do total de idosos que a instituição acolhe (67), 63 estão infetados.

“Os utentes permanecem na instituição. O seu estado de saúde é estável. Estão com alguns sintomas como problemas respiratórios, dores de garganta, e náuseas. Não houve necessidade de recorrer ao hospital, onde permanece apenas um idoso de 85 anos”, referiu Agostinho Freitas.

Além dos utentes, 11 dos 33 funcionários da instituição estão infetados.

O surto de covid-19 associado a esta estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI) teve início na última sexta-feira, com a confirmação dos dois primeiros casos em utentes.

No sábado, a instituição acionou o plano de contingência e, no domingo, “foram testados todos os utentes e colaboradores da ERPI”, sendo que os resultados foram conhecidos na terça-feira e separados os utentes positivos dos negativos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 45,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Portugal registou hoje um novo máximo de novas infeções diárias de infeção com o novo coronavírus com o registo de 4.656 casos positivos nas últimas 24 horas, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Alto Minho

Caminha vai fazer minuto de silêncio pelas vítimas da covid-19

No dia 2 de novembro

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Caminha está a promover uma ação junto da população para ser feito um minuto de silêncio, às 12:00, da próxima segunda-feira, dia 2 de novembro, Dia de Finados e de Luto Nacional pelas vítimas da covid-19 decretado pelo Governo.

“A ideia é a de motivar as pessoas a, dentro de cada contexto e de cada possibilidade, pararem o que estão a fazer ao meio-dia da próxima segunda-feira, juntando-se a toda a comunidade num minuto de silêncio sentido que será acompanhado pelo toque das sirenes dos Bombeiros de Caminha e Vila Praia de Âncora e pelo som dos sinos das igrejas de todas as paróquias”, explica a autarquia em comunicado.

O presidente da Câmara, Miguel Alves, citado no comunicado, considera que se “trata de um momento simbólico e naturalmente voluntário”.

“Num singelo minuto de reflexão interior, pretendemos honrar as vítimas da doença e agradecer a todos os que a combatem, das diferentes formas. Pedimos às pessoas para pararem o que estão a fazer, se puderem, de modo a criarmos um cordão invisível de homenagem a quem tanto sofre. Sei que os trabalhadores do Município estão sensibilizados para o momento e quero referir a pronta colaboração dos Bombeiros e do Arciprestado de Caminha mas gostava, de uma forma ou de outra, que toda a população se juntasse a nós neste gesto tão emotivo”, acrescenta o autarca.

O concelho de Caminha regista 168 casos de infeção desde o início da pandemia – tendo 67 ativos – e quatro óbitos.
Além de restrições no acesso aos cemitérios, este fim de semana a Câmara suspendeu a travessia do ferryboat “para evitar deslocações desnecessárias entre os dois lados do rio Minho”.

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