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Atletismo

Antony Gonçalves (Braga) medalha de Ouro na Maratona da Muralha da China em veteranos

‘Papa maratonas’ correu com a camisola do SC Braga: “Uma responsabilidade acrescida”

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Fotos: Cedidas a O MINHO

O bracarense Antony Gonçalves, juntou, esta segunda-feira, mais uma medalha de ouro ao seu currículo, ao vencer a Maratona da Muralha da China, na categoria de veteranos 65-69 anos, com mais de um minuto de vantagem para o segundo.


A correr a sua 25.ª maratona, o atleta de Braga foi o 158.º na geral, em 696 atletas, com um tempo de 05:27:44 horas, muito aquém das 08:00 de limite da prova.

“Foi muito duro e um sofrimento enorme”, revela a O MINHO.

A lesão que o apoquentou nas semanas antes da prova, não se fez sentir: “nos primeiros 16 quilómetros corri com receio mas depois percebi que não ia ter problemas e soltei-me”.

Até aos 35 quilómetros, a prova foi “mais pacífica” mas a subida das quatro mil escadas finais “são um sofrimento enorme”.

Antony Gonçalves lembrou-se da descida do Bom Jesus na parte final e aliada às pontas finais fortes conseguiu chegar à meta em primeiro.

Dos 1.400 participantes só cerca de 700 concluíram e na festa final de entrega de prémios, o feito português foi um dos que esteve em destaque.

Reportagem anterior à prova

Aos 65 anos, papa maratonas de Braga vai desafiar os 20.500 degraus da Muralha da China

Antony Gonçalves correu com a camisola do SC Braga, “uma responsabilidade acrescida”, e por isso o clube também saiu bem na fotografia, tendo uma homenagem prevista para amanhã.

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Atletismo

FPA prolonga integração no Projeto de Alto Rendimento até março de 2021

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) prolongou a integração de atletas e treinadores no Projeto de Alto Rendimento (PAR) até março de 2021, “considerando o contexto de pandemia” de covid-19, que provocou a interrupção da atividade desportiva.

A decisão do organismo federativo, anunciada na quinta-feira, visa os atletas de nível quatro e cinco que já estavam no início da pandemia integrados no PAR, programa que é financiado, entre outros, pelo Instituto Português de Desporto e Juventude (IPDJ) e o Comité Olímpico de Portugal (COP).

“Esta decisão permite que os atletas tenham a possibilidade de defender o seu nível de integração, através da participação num período competitivo e da possibilidade de participarem nos trabalhos de setor previstos normalmente para final o do ano”, explicou o presidente da FPA, Jorge Vieira.

O plano de apoio ao alto rendimento foi desenvolvido pela FPA, com o objetivo de melhorar as condições de preparação dos atletas portugueses com vista aos Jogos Olímpicos Rio2016 e Tóquio2020, adiados para 2021 devido à pandemia.

São integrados no PAR os atletas e os seus treinadores que obtenham determinadas classificações em competições internacionais, ou que alcancem determinadas marcas de acordo com as tabelas de prestação desportiva, atualizadas anualmente.

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Atletismo

Provas da Liga Diamante de Eugene e Paris canceladas

Por causa da pandemia

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Foto: DR / Arquivo

Os ‘meetings’ de atletismo de Eugene, nos Estados Unidos, e de Paris, pontuáveis para a Liga Diamante, foram anulados devido à pandemia de covid-19, anunciaram hoje os organizadores.

A competição de Paris, marcada inicialmente para junho e depois reagendada para 06 de setembro, foi anulada pela Federação Francesa de Atletismo devido, entre outros fatores, “às restrições sanitárias em vigor” e “à incerteza sobre a presença de atletas oriundos do mundo inteiro”.

Os organizadores do ‘meeting’ de Eugene justificaram o cancelamento da prova, prevista para 04 de outubro, com as “condições sanitárias” que vigoram no estado norte-americano de Oregon.

A Liga Diamante, que com estes dois cancelamentos fica reduzida a 11 provas, em vez das 15 inicialmente previstas, deverá ter início em 14 de agosto, no Mónaco, seguindo-se, em 23 do mesmo mês, o ‘meeting’ de Estocolmo.

Além das duas provas hoje canceladas, já tinham sido retirados do calendário a de Rabat e a de Londres, que deveriam ter sido disputados em 31 de maio e 04 de junho, respetivamente.

A pandemia de covid-19 já provocou quase 487 mil mortos e infetou mais de 9,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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Atletismo

Federação de atletismo tem plano de retoma e vai anunciar calendário

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) definiu o seu programa de retorno à competição após a interrupção pela covid-19, acompanhado de um plano de recomendações para os treinos e atividades.

Na quarta-feira, a FPA divulga a calendarização e locais do primeiro período competitivo, que se inicia no sábado, com o setor de lançamentos, e que “visa tocar em todos os domínios do atletismo português”.

“É um programa de retoma progressivo, dividido por fases e focado em alcançar a normalidade desportiva e social”, especifica Jorge Vieira, presidente da FPA, que não garante que, face às incertezas provocadas pela pandemia, essa calendarização seja “definitiva”.

Confederação de Treinadores pede retoma urgente do desporto federado

O documento teve em consideração as normas e recomendações das várias entidades nacionais e internacionais e, segundo a federação, vai ao encontro das orientações mais recentes da Direção-Geral da Saúde (DGS) para a utilização de recintos desportivos e para a realização da prática desportiva.

“Apesar de abrangente, é preciso realçar que a realidade que vivemos, ainda no meio de uma pandemia, impõe inúmeros desafios e uma constante atualização de regras, normas e recomendações, por isso, sempre que justificável, as recomendações constantes neste documento serão atualizadas, em conformidade com as orientações emanadas dos órgãos decisores”, esclarece a entidade.

A FPA lembra que “a segurança, o desenvolvimento e a promoção da modalidade serão sempre os objetivos na base destas e de futuras recomendações”.

Jorge Vieira destacou o papel dos clubes neste processo – “habituados a viver com dificuldades, sobretudo financeiras” – e manifestou-se confiante de que os mesmos “vão superar, progressivamente, as dificuldades resultantes desta paralisação da atividade social e económica”.

O dirigente considera ainda que este é o “momento e oportunidade para aprofundar o relacionamento do desporto federado com o desporto escolar”, sugerindo uma “cooperação sem precedentes”, medida que, defende, “não pode ser mais adiada”.

O documento da retoma foi elaborado pela direção da FPA juntamente com a direção técnica nacional, tendo passado posteriormente pela “análise crítica e respetivos contributos” de todos os diretores técnicos regionais, contando também com o contributo dos treinadores em cada setor.

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