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Braga

António Variações vai receber Medalha de Ouro de Amares a título póstumo

Será entregue a medalha grau de ouro, a título póstumo

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António com a mãe, Deolinda de Jesus. Foto: DR

A Câmara de Amares anunciou, esta sexta-feira, uma homenagem ao músico António Variações, a decorrer no próximo dia 07 de dezembro, no Mosteiro de Santo André, em Rendufe, concelho de Amares.

Em comunicado, aquela autarquia adianta que o evento será iniciado com um recital de música de câmara, protagonizado pelo Flexus Trio, com Ana Sofia Matos (clarinete), Maria Isabel Mendonça (piano) e Mariana Morais (Viola d’ arco).

Durante o recital, vai estar exposta a obra Variações, em resina cristal, da autoria de Rueffa, artista plástica, a qual fará uma breve apresentação no intervalo do recital.

No final, vai ter lugar a entrega, a título póstumo, da “Medalha de Mérito Concelhio – Grau Ouro”, por parte da Câmara de Amares a António Joaquim Rodrigues Ribeiro (António Variações).

A homenagem vai ser levada a cabo pela Câmara Municipal de Amares em articulação com a Comissão Promotora da Homenagem a António Variações (2018-2020), Junta de Freguesia de Rendufe e a Paróquia de Rendufe (Santo André).

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Braga

Já abriu a Mercadona de Braga

1.900 metros quadrados e 165 lugares de estacionamento

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Abriu esta quinta-feira a nova loja da Mercadona em Braga, a segundo do distrito. Com 1.900 metros quadrados e 165 lugares de estacionamento, o novo espaço foi inaugurado com a presença do presidente da câmara, Ricardo Rio, e com a presidente da junta de Nogueira, Fraião e Lamaçães, Goreti Machado.

Edifício da Mercadona, em Lamaçães. Foto: Divulgação

Situada na Avenida Doutor António Palha, em Lamaçães, esta loja conta com 85 trabalhadores e é a última abertura da cadeia de lojas espanhola para este ano.

Em comunicado, a empresa refere que “2019 fica marcado na história da Mercadona pela concretização da sua internacionalização em Portugal, a primeira da empresa”, com dez supermercados nos distritos de Porto, Aveiro e Braga, além do Bloco Logístico na Póvoa de Varzim, o Centro de Coinovação em Matosinhos e os escritórios no Porto e em Lisboa.

“Em 2020, a empresa dará continuidade ao seu projeto de expansão mantendo-se na zona Norte do país e com a previsão de abertura de mais dez novas lojas ao longo do ano.

Executivo da Câmara Municipal de Braga e da Junta de Freguesia de Nogueira, Fraião e Lamaçães, junto da equipa da Mercadona. Foto: Divulgação

Ricardo Rio, edil de Braga, salienta o “investimento estratégico” que permite criação de emprego no concelho: “É um projeto que prezamos e que recebemos de braços abertos”.

“Esta é mais uma prova do dinamismo e do enorme potencial de crescimento que Braga apresenta, ao afirmar-se como uma cidade estratégica para novos investimentos também neste setor. Nesse sentido, acolher esta unidade de referência nacional e internacional é também um tributo a Braga”, acrescentou.

Executivo da Câmara Municipal de Braga e da Junta de Freguesia de Nogueira, Fraião e Lamaçães, junto da equipa da Mercadona. Foto: Divulgação

Inês Santos, diretora regional de Relações Externas da Mercadona Portugal, deixou elogios à cidade: “Braga é uma cidade dinâmica e em crescimento, onde a Mercadona quis estar desde o princípio. Esta loja, em Lamaçães, torna-se também especial por ser a décima que abrimos em Portugal”.

De acordo com a marca espanhola, são já mais de 1.100 trabalhadores portugueses a laborar para a Mercadona.

Sobre a loja de Braga

Este supermercado responde ao Modelo de Loja Eficiente que a empresa está a implementar em toda a rede e conta com uma superfície de vendas de 1.900 metros quadrados e 165 lugares de estacionamento, com um horário de funcionamento das 9:00 às 21:30, de segunda-feira a domingo.

Clientes na secção da peixaria da Mercadona de Lamaçães, Braga. Foto: Divulgação

Este modelo de loja destaca-se também pelo seu Pronto a Comer, que em Portugal apresenta 35 opções de pratos recém-cozinhados que os clientes podem levar para casa ou comer na própria loja, numa zona de refeições exclusiva para o efeito. Além destes 35 pratos, a Mercadona oferece 205 pratos preparados como a tortilha de batata, as asinhas de frango, o risoto de cogumelos, etc.

Características da loja e suas secções

A nova loja caracteriza-se por ter corredores amplos e confortáveis, dispõe de uma entrada de vidro duplo que evita correntes de ar, lineares específicos de leite fresco e sumos refrigerados, mural de sushi, um ponto de corte final da carne onde os chefes (como internamente a empresa chama aos seus clientes), podem solicitar um corte específico, uma charcutaria com presunto ibérico cortado à faca, uma ilha central na perfumaria para maquilhagem e uma máquina de sumo de laranja espremido na hora.

Existem ainda dois corredores amplos de frutas e legumes, e dois modelos de carrinhos, ergonómicos e leves, que não precisam de moeda.

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Braga

Distrito de Braga sem equipas de cuidados paliativos

Alerta observatório nacional

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Foto: O MINHO (Arquivo)

A cobertura universal de cuidados paliativos “está longe” de ser alcançada e revela “profundas assimetrias” no país, com seis distritos, entre os quais o de Braga, sem nenhuma equipa e outros com taxas superiores a 100%, segundo um relatório hoje divulgado.

“Mais uma vez se verificam assimetrias significativas com seis distritos (Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Leiria e Vila Real) sem nenhuma equipa e outros com taxas superiores a 100%”, nomeadamente Beja e Açores, revela o “Relatório de Outono 2019”, do Observatório Português dos Cuidados Paliativos (OPCP), que analisou a cobertura da rede, reportando-se a dados vigentes em 31 de dezembro de 2018.

“No términus do primeiro plano estratégico nacional de cuidados paliativos [2017/2018], embora exista evolução no número de recursos desta tipologia de cuidados, continua-se com uma cobertura, estrutural e profissional, nacional e na generalidade dos distritos, muito abaixo do minimamente aceitável a que acrescem profundas assimetrias, a nível distrital”, salienta o estudo, a que a agência Lusa teve acesso.

O observatório alerta que esta assimetria “não garante uma abordagem especializada integrada e articulada entre as diferentes valências/equipas, por ausência de uma ou mais valências, sendo um sério obstáculo à acessibilidade a estes recursos como um direito humano e condição nuclear para uma cobertura universal de saúde”.

Em declarações à agência Lusa, o coordenador do OPCP – Instituto de Ciências da Saúde (ICS) da Universidade Católica, Manuel Luís Capelas, lamentou a manutenção desta “distribuição completamente assimétrica do tipo de recursos e de alocação de recursos, sejam humanos ou estruturais”.

“Leiria só tem uma equipa inter-hospitalar, não tem uma cama de internamento, não tem uma equipa comunitária, e depois temos outras regiões do país que até têm coberturas superiores àquilo que é estimado pela ACSS [Administração Central do Sistema de Saúde] e que é considerado em termos internacionais”, vincou.

Outro aspeto negativo apontado no relatório prende-se com o facto de haver “apenas um terço das equipas a prestar cuidados paliativos especializados”, lamentou.

Para Manuel Luía Capelas, o Serviço Nacional de Saúde tem de “garantir uma resposta universal aos cidadãos”, considerando que “é um direito humano, é uma prioridade pública, porque são muitas pessoas envolvidas”.

Segundo o responsável, as entidades privadas da saúde também não têm apostado nos cuidados paliativos. “Temos uma franja da população, seja ela do mais baixo nível socioeconómico ou do mais elevado nível socioeconômico que tem grandes dificuldades para aceder a estes cuidados”, sublinhou.

Manuel Luís Capelas advertiu que se está perante “um problema sério”: “Como costumamos dizer é um tsunami que está a cair nos serviços de saúde e nós temos que verdadeiramente pensar nisso, porque nem há a possibilidade de fugirmos para a intervenção privada”, porque a resposta que existe é “muito incipiente”.

“Se derem resposta a 500, 600, 700 doentes” num universo se 140 mil doentes a taxa de resposta é mínima, elucidou.

O relatório considera que, “não existindo evolução significativa de 2017 para 2018, de acordo com os dados revelados”, seria importante haver “uma remodelação do planeamento estratégico elaborado, baseado no rigor na estimação de recursos, tempos alocados e implementação, assim como na integração das recomendações internacionais por forma a se poder garantir uma cobertura universal, a nível nacional, destes recursos”.

Aponta ainda a necessidade de “um registo nacional da atividade assistencial e da caracterização dos profissionais que exercem em cuidados paliativos, aberta à sociedade, respeitando os preceitos legais, por forma a permitir, sem sobrecarga das equipas, a análise dos decisores e a análise independente por parte da comunidade científica”.

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Braga

Bombeiros evitaram tragédia em Braga

Casas centenárias estiveram em risco

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

42 operacionais apoiados por 14 viaturas combateram, ao início da noite e durante a madrugada, um incêndio que deflagrou numa casa desabitada, na freguesia urbana de Real, em Braga, disse a O MINHO fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS).

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A rápida intervenção das duas corporações do concelho – sapadores e voluntários -, com apoio de Amares, levou à extinção do incêndio e respetiva fase de rescaldo durante mais de quatro horas, na interseção entre a Rua Costa Gomes e a 5 de Outubro, junto à antiga calçada real, local com várias vivendas e habitações centenárias.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A mesma fonte indicou que, face ao bom trabalho dos operacionais, apenas a casa desabitada, e já bastante devoluta, foi consumida pelas chamas, evitando a propagação para algumas casas e lojas de comércio adjacentes, algo que estava a deixar em pânico moradores.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O alerta para o incêndio, com causas desconhecidas [alguma imprensa fala em toxicodependentes mas tal é mera suposição jornalística], foi dado às 20:59, mobilizando não só os bombeiros como operacionais da polícia e membros da divisão da Proteção Civil de Braga.

Não há registo de feridos, disse o CDOS.

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