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Desporto

António Salvador pede “ânimo” aos bracarenses

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

A pandemia da covid-19 vai trazer “dificuldades” e “constrangimentos” ao futebol e ao desporto em geral, pelo que “é previsível” que “todos tenham que se reajustar e reinventar”, considerou hoje o presidente do SC Braga, António Salvador.

“Pessoas e instituições vão enfrentar, num futuro próximo, desafios imensos. É previsível que todos tenhamos que nos reajustar e reinventar e, por isso, é sensato que o futebol e o desporto não se iludam quanto às dificuldades que este período nos apresenta e quanto aos constrangimentos que ele nos trará para os próximos anos”, escreveu numa carta dirigida aos associados do clube minhoto.

Assegurando “acompanhamento permanente dos atletas e das equipas” do SC Braga, o dirigente reforçou que, “assim que a pandemia for vencida”, o clube “estará preparado para retomar a sua atividade”.

António Salvador frisou o “momento difícil e inesperado” que o mundo atravessa por causa do novo coronavírus e pediu “ânimo” aos bracarenses, deixando ainda uma palavra de gratidão aos profissionais de saúde.

“Entre a família do SC Braga contam-se vários médicos e profissionais de saúde que têm sido a linha da frente deste combate e é a eles, e a toda esta vasta comunidade clínica nacional e internacional, que presto o meu profundo agradecimento pelo seu papel nesta imensa crise”, pode ler-se na missiva.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 791 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 38 mil morreram.

Dos casos de infeção, pelo menos 163 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 160 mortes e 7.443 casos de infeção confirmados.

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Futebol

Voo do Santa Clara, próximo adversário do SC Braga, adiado duas vezes

I Liga

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Foto: DR

O voo do Santa Clara, primeiro adversário do SC Braga no regresso da I Liga, para o continente, onde a equipa irá disputar o resto da I Liga de futebol, foi adiado pela segunda vez, devido a uma avaria no avião, avançou à agência Lusa fonte do clube.

A mesma fonte revelou que a equipa irá ter novo voo no próximo sábado às 10:00 (hora local), tendo chegada prevista às 13:00, hora de Lisboa.

É o segundo adiamento do voo Santa Clara para o continente, que estava inicialmente marcado para o meio da tarde desta sexta-feira, tendo sido adiado para as 23:45 (hora local) com chegada prevista para as 2:45 de Lisboa.

Segundo o que agência Lusa apurou, a comitiva do Santa Clara chegou a entrar no avião, mas a entrada de um pássaro no motor impediu a descolagem.

O emblema açoriano irá viajar para Lisboa para disputar os restantes jogos da I Liga de futebol como visitado na Cidade do Futebol, em Oeiras, para evitar possíveis surtos da covid-19.

Por indicação da Direção-Geral da Saúde, o Santa Clara terá de voar num voo fretado, que será operado pela SATA e que custará cerca de 30 mil euros aos cofres do emblema açoriano.

No retomar do campeonato, os açorianos vão receber o SC Braga no dia 05 de junho, às 18:00 na Cidade do Futebol.

Nas restantes jornadas, os ‘encarnados’ de Ponta Delgada vão enfrentar o Vitória de Setúbal (fora), o Portimonense (casa), o Benfica (fora), o Boavista (fora), o Marítimo (casa), o Sporting (fora), o Aves (casa), Rio Ave (fora), e Vitória de Guimarães (casa).

Uma vez que o último jogo do campeonato frente aos vimaranenses ainda não tem data marcada, o emblema insular ainda não sabe quando irá regressar aos Açores.

A I Liga, na qual o Santa Clara está no 10.º lugar, com 30 pontos, tem o seu retorno previsto para 03 de junho, para se disputar as restantes 10 jornadas.

Após 24 jornadas, o FC Porto lidera a competição, com 60 pontos, mais um do que o campeão Benfica.

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Futebol

Vizela renova contrato com guarda-redes Ivo Gonçalves

II Liga

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Foto: FC Vizela / Facebook

O Vizela, clube que foi promovido à II Liga portuguesa de futebol, anunciou hoje a renovação de contrato com o guarda-redes Ivo Gonçalves, que assinou um novo vínculo por uma temporada.

O guarda-redes português, de 36 anos, que os vizelenses tinham recrutado, no início desta época, ao Leixões, participou em apenas sete jogos na formação minhota esta temporada, mas confere à equipa a experiência de já ter alinhado nos escalões profissionais.

“É um orgulho imenso continuar a representar o clube, agora na II Liga, de onde nunca deveria ter saído. Só posso estar satisfeito por continuarem a apostar em mim e por confiarem no meu trabalho. Os objetivos passam por atingir a manutenção o mais rápido possível”, disse o guardião em declarações ao site do clube.

Ivo Gonçalves, natural de Silves, no Algarve, representou vários clubes na II Liga, contanto no seu currículo com passagens por Leixões, Penafiel, Académico de Viseus, Farense ou Portimonense.

Além desta renovação com Ivo Gonçalves, o emblema vizelense já tinha anunciado a continuidade dos avançados Diogo Ribeiro, Tavinho e Kiko Bondoso, dos médios Ericsson e Zag, do defesa João Pedro e a contratação de Richard Ofori, lateral esquerdo ex-Fafe.

O Vizela, a par do Arouca, foi indicado pela Federação Portuguesa de Futebol para a subida à II Liga Portuguesa de Futebol, depois do Campeonato Portugal, onde militava, ter sido interrompido, devido à pandemia de covid-19.

À data da suspensão da prova, o Vizela liderava a Série A com 60 pontos (mais oito que o segundo classificado Fafe), enquanto o Arouca estava em 1º lugar na Série B com 58 pontos (mais oito que o Lusitânia de Lourosa).

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Futebol

Presidente Armando Silva recusa recandidatura à liderança do Desportivo das Aves

Futebol

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I Liga

O presidente Armando Silva recusou a recandidatura às eleições dos órgãos sociais do Desportivo das Aves para o biénio 2020-2022, em 27 de junho, anunciou hoje o líder do último classificado da I Liga de futebol.

“Atingi um desgaste pessoal e profissional grande. Sinto-me satisfeito e orgulhoso por todo o trabalho que fiz enquanto presidente em prol do clube, do qual sou sócio há 40 anos. Chegou o momento de dar lugar a outras pessoas”, justificou ​​​​​​​o dirigente em comunicado.

Na liderança avense desde a temporada 2010/11, Armando Silva, de 56 anos, foi reeleito sem oposição em abril de 2018, com 90% dos votos, dois meses antes de assistir a mudanças na administração da SAD, na qual detém 10% de capital desde agosto de 2015, face aos restantes 90% controlados pelo grupo de investidores ‘Galaxy Believers’.

“Desde a minha chegada passámos por momentos difíceis e importantes, como a criação obrigatória da SDUQ [Sociedade Desportiva Unipessoal por Quotas] e a passagem a SAD [Sociedade Anónima Desportiva] numa assembleia geral histórica. Construí o complexo, que aumentou a qualidade do futebol de formação e deu mais dignidade ao clube”, frisou.

Recordando que “todo o restante património permanece na posse do clube sem qualquer ónus”, Armando Silva congratula-se pelo trabalho realizado fora do âmbito do futebol profissional, no qual coordenou diversas campanhas do Desportivo das Aves na II Liga, antes do regresso consumado ao principal escalão em 2016/17.

“Mantive o futsal masculino e feminino, criámos a secção de voleibol feminino e somos um clube certificado pela Federação Portuguesa de Futebol. Nesta minha saída, agradeço a todos os que me acompanharam ao longo destes anos e fico com uma grande certeza: não farei a outros o que me andam a fazer nestes últimos meses”, apontou.

O sufrágio deveria ter ocorrido em 09 de maio e foi suspenso três semanas antes devido à pandemia de covid-19, sem candidaturas anunciadas e em articulação com as restrições sanitárias, transitando do estádio para o pavilhão do emblema de Santo Tirso, que ocupa o último lugar da I Liga, com 13 pontos em 24 jornadas, nove abaixo da zona de salvação.

O Desportivo das Aves trabalha na máxima força para a receção ao Belenenses SAD, 13.º colocado do campeonato, com 26 pontos, em 05 de junho, à exceção de um jogador que permanece em isolamento e cuja identidade não foi revelada, após ter apresentado na segunda-feira um resultado inconclusivo no segundo teste de despistagem à covid-19.

Os nortenhos têm atravessado uma série de contrariedades desportivas, diretivas e financeiras desde agosto e podem perder dois a cinco pontos pelo atraso salarial verificado entre dezembro de 2019 e fevereiro de 2020, que a SAD justificou com a paralisação da atividade económica na China, motivada pelo novo coronavírus.

O processo seguiu da Liga de clubes para o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol em 03 de abril, originando as rescisões unilaterais do guarda-redes francês Quentin Beunardeau e do avançado brasileiro Welinton Júnior, enquanto a administração do chinês Wei Zhao liquidava verbas aos plantéis principal e sub-23.

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