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Arcos de Valdevez

António Costa inaugura reabilitação de 4,1 milhões em escola de Arcos de Valdevez

Tiago Brandão Rodrigues também estará no evento

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Foto: DR/Arquivo

A requalificação da Escola Básica 2,3/S de Arcos de Valdevez, com cerca de 30 anos e 1.200 alunos, vai ser inaugurada na quarta-feira, após um investimento superior a 4,1 milhões de euros, informou hoje o presidente da Câmara.


A cerimónia de inauguração da requalificação da escola básica está marcada para quarta-feira, às 15:00, com a presença anunciada do primeiro-ministro, António Costa, e do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

Em declarações à agência Lusa, o social-democrata João Manuel Esteves adiantou que a obra, que se prolongou durante dois anos, implicou um investimento municipal de 1,2 milhões de euros e financiamento comunitário de cerca de 2,7 milhões.

“Foi uma intervenção profunda com o objetivo de criar condições a alunos e professores. Agora é uma escola virada para o futuro, dotada das ferramentas necessárias para que alunos e professores enfrentem os desafios do futuro”, afirmou João Manuel Esteves.

O presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, no distrito de Viana do Castelo, sublinhou a importância da empreitada realizada no edifício, que estava em “avançado estado de degradação”, e a colaboração da toda comunidade educativa, que permitiu “conciliar” os trabalhos de requalificação com as aulas.

“Foram dois anos de obras que foram realizadas faseadamente para não afetar o normal funcionamento das aulas”, destacou.

A intervenção agora concluída permitiu dotar o estabelecimento de ensino com 135 espaços de ensino, educação, cultura, sociais, de gestão e administração escolar, entre outros.

A escola nunca foi alvo de alguma manutenção que “atenuasse o desgaste das estruturas devido aos anos de vida dos edifícios e sua consequente utilização”.

A intervenção incluiu “a substituição da cobertura em fibrocimento por painel ‘sandwich’, o que, além de cumprir a função impermeabilizante, melhorará significativamente o comportamento térmico e a eficiência energética dos edifícios”.

Foi também colocado um sistema de aquecimento.

A requalificação incidiu no pavilhão polivalente, nos blocos I, II e oficina, e incluiu a colocação de mobiliário escolar, material didático, mobiliário e equipamento técnico de laboratório e equipamento informático e multimédia.

A empreitada “criou condições de segurança e de acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida”.

Já o auditório, com capacidade para 180 lugares sentados, “contempla uma área com bancada retrátil, permitindo a fácil utilização desse espaço para várias atividades em simultâneo”, sendo que “todos os edifícios serão interligados por passagens cobertas”.

Segundo a Câmara, a obra “completa as intervenções na rede de equipamentos escolares do concelho”, após a reabilitação efetuada nas escolas básicas de Távora Santa Maria e Eira do Penedo – Soajo.

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Alto Minho

Incêndio deflagra em anexo de habitação em Arcos de Valdevez

Rio de Moinhos

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Foto: Bombeiros de Arcos de Valdevez

Um incêndio deflagrou, ao início da manhã desta quarta-feira, no anexo de uma habitação, na localidade de Breia, Rio de Moinhos, Arcos de Valdevez.

A pronta intervenção dos bombeiros impediu que as chamas alastrassem à habitação e causassem danos de maior.

Ao que O MINHO apurou, a situação terá começado com uma fogueira no exterior que acabou por alastrar àquele anexo, onde estavam guardadas alfaias agrícolas.

O alerta foi dado às 06:02.

Os Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez combateram as chamas com 17 elementos apoiados por 4 viaturas.

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Alto Minho

Trabalhador cai a ravina de 5 metros em Arcos de Valdevez

Acidente

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Fotografia: Bombeiros de Arcos de Valdevez

Um homem caiu a uma ravina de uma altura de cinco metros quando estava a executar trabalhos de corte de árvores, na zona de Rouças, em Gavieira, Arcos de Valdevez.

A vítima, cuja idade não foi possível apurar, foi transportada para o hospital de Viana do Castelo com ferimentos ligeiros, pelos Bombeiros de Arcos de Valdevez.

Para a ocorrência foi acionado o helicóptero do INEM, mas como a situação da vítima não justificou o transporte aéreo, esta foi transportada por via terreste.

O alerta foi dado às 11:39.

Além da equipa dos Bombeiros de Arcos de Valdevez, no socorro esteve também a SIV de Melgaço.

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Alto Minho

Investigadores querem preservar antigas armadilhas de lobos em Arcos de Valdevez

Património cultural

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Foto: DR / Arquivo

Uma equipa de investigadores das universidades do Minho e do Porto está a estudar os fojos do lobo da Serra da Peneda, em Arcos de Valdevez, com vista à preservação daquele património de “elevado” valor cultural, foi hoje anunciado.

Em comunicado, os quatro investigadores envolvidos no projeto sublinham que os fojos (antigas armadilhas que serviam para capturar os lobos) são exemplos de “inegável autenticidade e da identidade das comunidades locais e das suas práticas comunitárias na construção e gestão do território”.

A primeira fase do trabalho de campo decorreu nos dias 16 e 17 de julho, tendo a equipa de investigação analisado duas tipologias distintas de fojos.

“Com uma presença incontornável na paisagem, tanto o fojo da Cabrita (Gondoriz) como o Fojo de Seida (Gavieira) são exemplares de património vernáculo de elevado valor cultural tangível e intangível”, refere o comunicado.

Os trabalhos realizados prenderam-se com a recolha de informação morfológica e tipológica das estruturas em estudo e do seu território envolvente, complementada com análises construtivas e ao seu estado de preservação.

Foi ainda recolhida informação digital com vista à construção de modelos virtuais.

Segundo os investigadores, “o estudo destas estruturas permite compreender as estratégias de implantação no território e relação com as paisagens pastoris da alta montanha de Arcos de Valdevez, bem como a elevada flexibilidade” da técnica da alvenaria em junta seca, adaptação às condicionantes do território e às características do granito existente e elevada resiliência das estruturas resultantes”.

No futuro, serão desenvolvidos conteúdos em diversos formatos, capazes de contribuir para a divulgação do conhecimento daquele tipo de património, promovendo a sua preservação junto da comunidade local e dos diferentes públicos que visitam aquele território.

A mesma equipa de investigação já desenvolveu, entre 2014 e 2016, um estudo sobre as brandas de Sistelo e estruturas pastoris em falsa cúpula, também no concelho de Arcos de Valdevez.

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