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Viana do Castelo

Antigos escritórios da Allianz em Viana do Castelo vendidos a investidor privado

Economia

em

Foto: DR

O edifício dos antigos escritórios da seguradora Allianz em Viana do Castelo, no centro histórico, com 253 metros quadrados e que se encontrava devoluto, foi vendido a um investidor privado português, anunciou hoje a imobiliária JLL, responsável pelo negócio.

“Este mandato foi atribuído à JLL na sequência de uma colaboração anterior com a seguradora na região Norte, mais concretamente no Porto, no âmbito da qual a Allianz contactou a consultora com o objetivo de vender a sua antiga sede na cidade Invicta, um imóvel com 2.600 m2 [metros quadrados] na rua Gonçalo Cristóvão. Graças ao aconselhamento da equipa da JLL, a seguradora viria a optar por arrendar a totalidade do edifício a uma marca hoteleira nacional, garantindo assim um contrato de longa duração que além de gerar rendimento, resulta também numa valorização do edifício”, lê-se num comunicado enviado às redações.

A imobiliária foi já escolhida pela Allianz para vender os atuais escritórios na região de Braga, com cerca de 450 m2 e para encontrar um novo espaço para a seguradora naquela cidade.

Viana do Castelo

Viana do Castelo compra polidesportivo e aumenta para nove pavilhões municipais

Política

Foto: CM Viana do Castelo

A Câmara de Viana do Castelo aprovou hoje, por unanimidade, a transferência de 362 mil euros, em seis prestações, para o Centro social e Cultural da Meadela, para integrar no património municipal o seu nono pavilhão desportivo.

Na proposta de acordo, entre autarquia e aquela associação, hoje apresentada pelo vereador do Desporto, Vítor Lemos, refere que o pavilhão polidesportivo da Meadela, integrada na União de Freguesia de Viana do Castelo, foi construído em 2010, num investimento superior a 1,6 milhões de euros.

O projeto recebeu uma comparticipação de fundos comunitários destinados a associações da ordem dos 500 mil euros, sendo que o município ajudou na construção do equipamento com cerca de 770 mil euros.

“O Centro Social e Cultural da Meadela, em dezembro de 2020, informou o município que não tem vocação, nem condições para gerir o pavilhão, pelo que pretendem efetuar um acordo com a autarquia, por forma a poder transmiti-lo para o património e gestão total do município”, refere a proposta aprovada hoje em reunião camarária.

Vítor Lemos destacou a “importância da transmissão da propriedade daquele pavilhão para a esfera municipal por estar situado numa freguesia com cerca de 13 mil habitantes e uma comunidade escolar composta por cerca de 500 anos do jardim de infância e escola básica da freguesia”.

O vereador do Desporto referiu que procedimento hoje aprovado para o pavilhão da Meadela foi aplicado, anteriormente, na transferência, para o município, de outros dois pavilhões, um na freguesia de Afife e, outro, em Barroselas.

Vítor Lemos adiantou que quando o equipamento estiver formalmente na posse da autarquia, formalizará uma proposta para que o pavilhão receba o nome de Nicolau Veríssimo, recentemente falecido, presidente daquela associação durante vários anos e “grande impulsionador” da construção do equipamento.

Após o 25 de abril de 1974, Nicolau Veríssimo foi eleito o primeiro presidente de Junta de Freguesia da Meadela, tendo ainda desempenhado, entre outras funções o cargo de vereador da Câmara e presidente do conselho de administração dos serviços municipalizados de Viana do Castelo.

Além dos nove pavilhões desportivos, segundo Vítor Lemos, o município dispõe de três piscinas, um estádio municipal, duas pistas de atletismo de ‘tartan’, e quatro equipamentos de desportos náuticos.

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Viana do Castelo

Estrutura de retaguarda de Viana do Castelo tem 25 doentes e fica aberta até março

Covid-19

Foto: DR

A Estrutura de Apoio de Retaguarda (EAR) instalada no centro cultural de Viana do Castelo, que atualmente acolhe 25 doentes covid-19, vai continuar em funcionamento até final de março, revelou hoje o presidente da Câmara.

José Maria Costa, que falava ao executivo municipal no início da reunião camarária de hoje, realizada através de videoconferência, pela primeira vez com a participação da imprensa, explicou que aquela decisão resulta da “atual situação pandémica” que afeta o distrito de Viana do Castelo.

“Fruto dos contactos que temos mantido, quer através da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho com a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, quer com a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) decidimos alargar o período de cedência do centro cultural para EAR até 31 de março”, especificou.

“É opinião do presidente do conselho de administração da ULSAM que seria mais prudente mantermos esta situação até à primavera. Atualmente há 25 doentes internados naquele espaço”, especificou.

A EAR começou a funcionar no final de novembro e recebeu os primeiros doentes em dezembro.

Na sessão de abertura da estrutura, em declarações aos jornalistas, o presidente da comissão distrital da proteção civil de Viana do Castelo Miguel Alves, disse que a EAR tem 30 camas preparadas, mas pode crescer até às 120 camas.

“No limite, se tivéssemos uma situação de absoluta rutura, catástrofe, que não prevemos, o espaço está preparado para acomodar 200 pessoas”, sustentou, na altura, o autarca socialista.

A estrutura foi instalada em abril pela Câmara de Viana do Castelo.

Inicialmente esteve prevista a sua desativação no final de outubro, mas, entretanto, a Câmara de Viana do Castelo e a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) decidiram prolongar o seu funcionamento devido ao aumento de casos de covid-19 na região.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima.

Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas dos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo e algumas populações vizinhas do distrito de Braga.

Em todas aquelas estruturas trabalham mais de 2.500 profissionais, entre eles, cerca de 500 médicos e mais de 800 enfermeiros.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.075.698 mortos resultantes de mais de 96,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.686 pessoas dos 595.149 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Viana do Castelo

Hospital de Viana tem 164 doentes internados com covid-19

25 em cuidados intensivos

Foto: DR / Arquivo

O hospital de Viana do Castelo tem hoje 164 doentes infetados com o vírus SARS-Cov-2 internados em enfermaria e cuidados intensivos, sendo que, face ao “explosivo” número de casos, “tem sido necessário reajustar, permanentemente”, a resposta à doença.

Em resposta escrita, a um pedido de esclarecimento da agência Lusa, o presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) explicou que, “neste momento, estão internados nas enfermarias do hospital de Santa Luzia, 139 doentes com covid-19 e 25 na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI)”.

“Neste contexto explosivo do número de casos, em que é necessário estar a reajustar, permanentemente, a organização às necessidades, destaco o papel dos profissionais de saúde de que todos nos devemos orgulhar”, sublinhou Franklim Ramos.

Segundo aquele responsável, “em consequência do elevado número de casos detetados com infeção por SARS-CoV-2 no Alto Minho, que apresenta uma incidência muito elevada, a maior da Região Norte, a ULSAM tem vindo a ter uma preocupante procura de doentes positivos com complicações, muitas delas a exigirem internamento”.

“Acrescem a esta situação as outras doenças, que nada têm a ver com a pandemia, mas muitas delas a exigir internamento, o que também complica a situação, tendo em conta as dificuldades normais do contexto”, sustentou.

Franklim Ramos insistiu no “apelo a toda a população” para que “siga as orientações da Direção Geral da Saúde (DGS), no que respeita ao confinamento geral, no sentido de travar as cadeias de transmissão e reduzir a procura dos serviços hospitalares, por forma a minimizar esta pressão acentuada”.

O responsável da ULSAM acrescentou que o hospital “tem recebido e transferido alguns doentes, com covid e não covid, para outros hospitais, como é o caso de quatro doentes, que não estão infetados, e que transferidos para o Hospital Particular de Viana do Castelo”.

Acrescentou estar em curso “o processo de vacinação dos utentes, residente em lares, bem como dos profissionais de saúde que estão na linha da frente, dentro dos critérios estabelecidos e de acordo com as orientações da DGS, que ficará concluído na próxima quarta-feira”.

“Não posso deixar de dizer que o nosso desempenho e o sucesso dos nossos resultados dependem, em muito, de que todas as pessoas cumpram integralmente o confinamento e adotem as adequadas medidas de prevenção (distanciamento, etiqueta respiratória, uso de máscara e lavagem frequente das mãos), no sentido de aliviar a pressão sobre o Serviços Nacional de Saúde (SNS)”, observou.

Na semana passada, à Lusa, o administrador informou que o hospital de Viana do Castelo “ajustou a capacidade de resposta”, aumentando numa semana, o número de camas para internamento de 35 para 116.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima.

Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas dos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo e algumas populações vizinhas do distrito de Braga.

Em todas aquelas estruturas trabalham mais de 2.500 profissionais, entre eles, cerca de 500 médicos e mais de 800 enfermeiros.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.075.698 mortos resultantes de mais de 96,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.686 pessoas dos 595.149 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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