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Região

“Anima Mea” de Alexandre Conefrey mostra-se na Ala da Frente em Famalicão

Mostra para ver até 18 de maio

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Fotos: Divulgação

A galeria de arte contemporânea Ala da Frente, de Vila Nova de Famalicão, já habituou o seu público à inovação e à modernidade artística.

O espaço localizado no Palacete Barão da Trovisqueira, no centro da cidade famalicense, inaugura hoje a exposição “Anima Mea” de Alexandre Conefrey.

Os trabalhos do artista lisboeta chegam à Ala da Frente depois de apreciados em espaços culturais de referência, como a Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, Fundação de Serralves ou a Andrew Mummery Gallery, em Londres.

Comissariada por António Gonçalves, a exposição explora o confronto do artista com uma cadeia de impossibilidades do mundo interior e exterior, material e espiritual. Composta por 28 desenhos, a mostra remete para um universo da pintura de Brueghel, pintor Flamengo do Séc. XVI.

Segundo António Goncalves, “o uso da linguagem do desenho e a exploração das expressividades do carvão suscitam uma particular atenção para as formas que surgem e se organizam em cada plano da folha de papel. Formas que partem das estruturas da torre e dos moinhos. Alusões, parecenças, revelações, aproximações, são repostas que se propõem nas manchas, nas linhas, nas texturas que Alexandre Conefrey plasma na folha de papel. É partir das quais que somos levados ao universo da simbologia, da presença do fazer histórico, em que cada autor deu por meio da imaginação sentido às formas que nos são familiares, mas nem sempre percetíveis.”

A exposição que vai estar patente até 18 de maio propõe, assim, uma atenção à simplicidade do gesto e às suas potencialidades de expressão e investigação enquanto meio para reter as possibilidades da representação.

Com entrada livre, as portas estão abetas de terça a sexta-feira, das 10:00 às 17:30 e aos fins-de-semana das 14:30 às 17:30.

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Braga

Homem mata mulher a tiro em Braga

Violência doméstica

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Uma mulher de 54 anos morreu esta sexta-feira em Braga vítima de um tiro de arma de fogo disparado pelo próprio marido.

O homem terá disparado sobre a mulher dentro da residência, localizada na rua da Bugide, freguesia de Pedralva.

Dirigiu-se esta noite ao posto territorial do Sameiro (GNR) onde confessou a autoria do crime.

Ao local acorreu uma ambulância INEM e a VMER de Braga, tendo confirmado o óbito da mulher.

O homem, de 59 anos, encontra-se sob custódia policial. Desconhecem-se ainda os motivos do crime.

Este é já o segundo caso de morte entre casais no distrito de Braga no espaço de seis dias.

No passado domingo, um homem matou a companheira em Gondifelos, Famalicão, pondo termo à vida de seguida.

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Alto Minho

Mulher morre atropelada em Caminha

Em Seixas

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Uma mulher com cerca de 70 anos perdeu a vida após atropelamento em Seixas, Caminha, na Estrada Nacional 13, apurou O MINHO junto dos Bombeiros de Caminha.

Para além da vítima mortal, o sinistro resultou ainda em mais dois feridos, um familiar da vítima, que também terá sido atropelado, e o condutor da viatura envolvida no acidente.

No local estiveram os Bombeiros de Caminha com três ambulâncias, assim como a VMER de Viana do Castelo. O alerta foi dado pelas 21:01 e o óbito foi declarado no local e a vítima transportada para o Instituto de Medicina Legal.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

“Pico” nas urgências reteve ambulâncias no Hospital de Braga. Situação já normalizou

Bombeiros revoltados

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ambulâncias de várias corporações de bombeiros da região de Braga ficaram esta tarde de sexta-feira retidas durante mais de uma hora junto das urgências do Hospital de Braga, face ao tempo de espera na triagem.

Ao que O MINHO apurou junto de várias corporações da região de Braga, algumas ambulâncias chegaram mesmo a esperar mais de uma hora enquanto os doentes ficavam em macas no serviço de urgências, à espera de serem atendidos na triagem.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Fonte da unidade hospitalar disse a O MINHO que a situação se encontra normalizada, tendo existido um “pico” durante esta tarde, face a algumas situações de última hora que “atrasaram” as ambulâncias.

A mesma fonte indica, contudo, que tem sido dada “prioridade máxima” às macas que chegam nas ambulâncias, de forma a “libertar” as viaturas que são necessárias em outras ocorrências, não podendo ficar “à espera” naquele serviço.

Ao que O MINHO apurou ao final da tarde desta sexta-feira, a situação já se encontra normalizada.

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