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Alto Minho

Alto Minho e Galiza pedem clarificação sobre proibição de circulação nos santos

Entre os dias 30 de outubro e 03 de novembro

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Foto: DR / Arquivo

O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) do Rio Minho pediu hoje ao Governo para clarificar a mobilidade transfronteiriça, na sequência da proibição de circulação entre concelhos portugueses entre os dias 30 de outubro e 03 de novembro.


“Esperamos que, na próxima semana, haja uma clarificação de como se vai processar a circulação nas fronteiras. Temos recebido dezenas de contactos de espanhóis a perguntar se podem vir a Portugal”, afirmou hoje à agência Lusa o diretor do AECT do Rio Minho, Fernando Nogueira.

Na quinta-feira, o Conselho de Ministros decidiu que a circulação entre concelhos do continente está proibida entre os dias 30 de outubro e 03 de novembro, ou seja, durante o fim de semana correspondente ao Dia de Finados.

A decisão de limitar a circulação de passageiros surge pouco mais de uma semana após o Conselho de Ministros ter anunciado o regresso do estado de calamidade.

O responsável, que é também presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira, no distrito de Viana do Castelo, disse ser seu “entendimento” que “se não se pode circular entre concelhos portugueses, automaticamente os vizinhos galegos não devem entrar porque são de fora do concelho”.

“Apesar das fronteiras continuarem abertas não poderão entrar, pois são externos, a não ser que tenham autorização prévia por motivos profissionais ou outros aprovados na resolução do Conselho de Ministros, na quinta-feira”, especificou.

Fernando Nogueira adiantou que por causa daquela medida, a Câmara de Vila Nova de Cerveira, vai, na próxima semana, avaliar a realização, ou não, da feira semanal do concelho que coincide com o fim de semana abrangido pela proibição de circulação no continente.

“Aguardamos por diretivas nacionais mais específicas para decidir, uma vez que não devem aceder à feira cidadãos de outros concelhos e já a atividade de feirar não é considerada uma atividade profissional”, explicou.

Fernando Nogueira insistiu na necessidade de criação do Cartão do Cidadão Transfronteiriço para “evitar, futuramente, este tipo de situação”.

Em causa está a criação do cartão do cidadão transfronteiriço que o AECT do Rio Minho propôs em junho e que integra a Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT), apresentada este mês na cimeira luso-espanhola realizada na Guarda.

Constituído em fevereiro de 2018, e com sede em Valença, o AECT Rio Minho abrange um total de 26 concelhos: os 10 municípios do distrito de Viana do Castelo que compõe a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho e 16 concelhos galegos da província de Pontevedra.

Portugal contabiliza pelo menos 2.245 mortos associados à covid-19 em 109.541 casos confirmados de infeção, segundo o mais recente boletim da Direção-Geral da Saúde, de quinta-feira.

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Alto Minho

Caminha com 181 casos ativos e mais três mortes por covid-19

Dados locais

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Foto: DR / Arquivo

Mais três pessoas morreram por covid-19 em Caminha entre segunda e quarta-feira, de acordo com o boletim da ULSAM – Unidade Local de Saúde do Alto Minho, atualizado às 18:00 de ontem.

Caminha regista atualmente 10 óbitos por covid-19.

Aquele concelho do Alto Minho conta com 181 casos ativos, mais 30 em dois dias.

Desde o início da pandemia, Caminha já registou 386 casos confirmados e 195 pessoas já recuperaram da doença.

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Alto Minho

Sete profissionais de saúde infetados no hospital de Ponte de Lima

Surto de covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O hospital de Ponte de Lima registou um surto de covid-19 com sete profissionais de saúde infetados.

Quatro dos casos verificaram-se no serviço de convalescença e três na SIV (Suporte Imediato de Vida), sendo que o INEM já enviou reforços.

Fonte da ULSAM – Unidade Local de Saúde do Alto Minho explicou a O MINHO que o surto verificou-se na semana passada. Todos os profissionais e utentes foram testados e os que deram negativo sê-lo-ão novamente.

A unidade garante que a atividade do hospital decorre normalmente e em segurança.

Segundo o último boletim epidemiológico da ULSAM, atualziado na passada segunda-feira, Ponte de Lima tem 311 casos ativos.

Desde o início da pandemia, o município limiano registou 517 casos confirmados e 193 pessoas já recuperaram da doença, havendo 13 mortes a lamentar.

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Alto Minho

Ponte de Lima investe 200 mil para transformar antiga escola em incubadora de empresas

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Foto: DR

O Auto de consignação da empreitada de “Recuperação da Antiga Escola de Serdedelo para Incubadora de Empresas” pelo valor de 199.313,98 euros foi assinado na terça-feira, numa cerimónia que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Ponte de Lima, anunciou hoje a autarquia local.

A recuperação da antiga Escola Primária de Serdedelo tem como finalidade a dinamização do imóvel, através da instalação de uma Incubadora de Empresas, a integrar o “Terra Incubadora”.

Este é um projeto municipal que “apoiou já 25 empresas, ou seja, 50% das candidaturas entregues, (…) destas, 18 ainda estão em funcionamento, o que corresponde a uma taxa de sucesso na ordem dos 72%”, revelou o presidente da Câmara de Ponte de Lima, Victor Mendes.

O autarca considerou que se trata da “requalificação de um imóvel de propriedade do Município de Ponte de Lima, onde se instalará uma infraestrutura que terá o intuito de “ajudar empresas numa fase inicial, (…) para que possam dar início ao seu percurso do ponto de vista empresarial”.

Assinatura de protocolo. Foto: CM Ponte de Lima 

Segundo o edil, este projeto contribui para a “descentralização de um conjunto de investimentos de âmbito municipal, (…) correspondendo a requalificação deste equipamento a um investimento total de 200 mil euros, com comparticipação de 85% pelo Norte2020.”

O presidente da Junta de Serdedelo, Fernando Fiúza considera esta uma “obra bem pensada, à entrada da freguesia”, afirmando que “este é um edifício que merece ser recuperado e rentabilizado”, e que espera um “retorno do investimento”.

Fernando Fiúza agradeceu “ao Município, o esforço feito com a freguesia de Serdedelo, onde só neste mandato, [no conjunto de empreitadas realizadas], foi feito um investimento de cerca de um milhão de euros”.

Nas palavras do presidente da Câmara, “É nossa responsabilidade requalificar o património municipal”, neste sentido a autarquia efetua um “esforço do ponto de vista financeiro, na freguesia de Serdedelo, que ficará certamente para sempre ligada à história destas empresas”.

Víctor Mendes deixou ainda uma “palavra de agradecimento pelo trabalho como autarca” a Fernando Fiúza, por 12 anos de mandato.

O prazo de execução da obra é de oito meses.

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