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Alto Minho

Alto Minho debate experiências de valorização económica

Na Escola Superior de Ciências Empresariais de Valença.

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Escola Superior de Ciências Empresariais do IPVC, em Valença. Foto: IPVC / Divulgação

A “Promoção e Valorização Económica de Recursos Culturais e Patrimoniais: Balanço & Perspetivas” é o tema do seminário que a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho vai promover na sexta-feira na Escola Superior de Ciências Empresariais de Valença.

Segundo a estrutura, que integra os dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, “o objetivo é debater temas como inovação, tendências tecnológicas e estratégias de promoção e valorização económica e turística de recursos culturais e patrimoniais, através da apresentação de estudos de caso, experiências e boas práticas nacionais e internacionais”.

Inserido no projeto “Inova Alto Minho – Qualificação e Inovação dos Sistemas Competitivos Territoriais do Alto Minho”, cofinanciado pelo NORTE 2020, este seminário tem início às 09:00.

A iniciativa, adianta a nota, vai “ao encontro da estratégia da CIM Alto Minho de valorização económica dos principais ativos culturais e patrimoniais com vocação turística no território, tendo em consideração que o Alto Minho é a NUTS III da Região do Norte com maior número de monumentos nacionais classificados”.

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Viana do Castelo

Artes de pesca ilegais apreendidas em Viana do Castelo

Na semana passada.

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Foto: Divulgação/Autoridade Marítima Nacional

A Polícia Marítima de Viana do Castelo apreendeu diverso material na semana passada, durante uma missão de fiscalização no mar territorial direcionada à pesca profissional, com incidência na utilização de artes de pesca sem a respetiva licença ou que não cumpra os requisitos legais no que diz respeito às caraterísticas.

Resultante desta ação foi intercetada uma embarcação de pesca local em plena faina a utilizar armadilhas de gaiola, vulgarmente conhecidas como covos, e após ter sido verificada a licença de pesca confirmou-se não estar licenciada para o tipo de arte.

A caceia, composta por três dezenas de armadilhas, foi apreendida e foi elaborado o respetivo expediente.

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Alto Minho

Nova ETAR de 650 mil euros inaugurada em zona industrial em Melgaço

Em Penso.

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Foto: DR/Arquivo

A nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Penso, Melgaço, num investimento de quase 650 mil euros, a inaugurar na sexta-feira, vai servir a zona industrial instalada naquela freguesia e ainda a aldeia de Alvareda.

Em declarações hoje à agência Lusa, o presidente da Câmara de Melgaço, no distrito de Viana do Castelo explicou que o equipamento foi construído no mesmo local da antiga ETAR, “totalmente inutilizada por falta de capacidade às necessidades das populações de Penso e Alvareda”.

“Agora temos uma ETAR completamente nova, com tecnologia muito avançada e com capacidade de resposta reforçada. A antiga não estava a prestar um bom serviço às populações e ao ambiente. Melgaço tem de ter uma paisagem muito bem cuidada para se afirmar como um território de excelência para os desportos de natureza e, por isso, precisava muito desta obra”, explicou Manoel Batista.

O autarca socialista adiantou que a nova ETAR já se encontra em funcionamento há um mês e meio.

“Não estava a funcionar em pleno devido a questões elétricas, entretanto ultrapassadas”, especificou.

O equipamento, que representou um investimento de mais de 649 mil euros, comparticipado em mais de 551 mil euros pelo Fundo de Coesão, vai ser inaugurado, na sexta-feira, pelas 10:30, com a presença prevista do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins.

Segundo a Câmara de Melgaço, o novo equipamento “inclui dois sistemas de gradagem para remoção de sólidos grosseiros e finos e um desarenador/desengordurador, possui um tratamento primário, incluindo a homogeneização do efluente, correção do pH e nutrientes e um tratamento secundário (biológico Aeróbio por lamas biológicas em modo SBR), num reator com capacidade total para tratamento de 500 metros cúbicos por dia”.

A estrutura está ainda preparada para fazer “um tratamento terciário, constituído por um leito de areia de fluxo ascendente”.

O projeto, “financiado por Fundos Europeus Estruturais e de Investimento(FEEI), do Fundo de Coesão, através do programa Portugal 2020, nomeadamente do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR), estima servir entre 500 e 15.000 habitantes”.

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Alto Minho

Adega de Ponte da Barca planeia investir cinco milhões em novas instalações

Projeto.

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Foto: DR/Arquivo

A Adega Cooperativa de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez planeia construir novas instalações a um quilómetro das atuais e calcula que o investimento necessário ronde os cinco milhões de euros.

“O nosso objetivo é fazer lá, na nova adega, os vinhos da vindima de 2021”, disse à agência Lusa o diretor de Marketing da organização, Bruno Almeida, explicando que “atual linha de engarrafamento e rotulagem não consegue satisfazer as encomendas recebidas”.

O mesmo responsável adiantou que “está a ser feito nesta altura o estudo de viabilidade económica”, admitindo que em maio haverá novidades sobre o projeto.

A nova adega ficará num terreno situado em Vila Nova de Muía, incluirá ainda “uma forte vertente de enoturismo”, algo hoje inexistente, e “parte da sua construção será financiada por fundos comunitários”.

Com perto de mil associados, a Adega de Ponte da Barca exportou “cerca de 45 por cento da sua produção em 2018 para 30 países e entre os principais mercados externos contam-se os Estados Unidos, o Brasil, o Equador, a Polónia e a Rússia.

“O crescimento médio anual das exportações nos últimos cinco anos foi de 12 por cento”, destacou Bruno Almeida, referindo que o objetivo passa por “crescer a esse ritmo até 2022”.

O diretor disse ainda que esta adega cooperativa aposta forte “em mercados novos”, preparando-se para entrar no Peru, México e Vietname, e registou “um crescimento abaixo dos cinco por cento a nível interno”.

A empresa vendeu três milhões de garrafas e faturou 4,5 milhões de euros em 2018, prevendo para este ano receitas de “5,1 milhões de euros”.

Constituída em 1963, a Adega de Ponta da Barca iniciou a sua atividade em 1968 e celebrou os seus 50 anos com a apresentação pública da nova identidade corporativa e o lançamento de um vinho da casta loureiro, em homenagem aos seus associados.

Bruno Almeida, ex-quadro da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), salientou que a instituição quis aproveitar celebração do seu cinquentenário para “fazer uma viragem”, na expectativa de assim “aumentar a notoriedade da sua marca”.

“Era importante criar uma imagem coerente com a qualidade dos vinhos que a instituição produz”, vincou.

O vinho comemorativo chegará ao mercado “dentro dois meses” e será o primeiro com a nova imagem corporativa, inspirada na ponte local sobre o rio Lima construída no século XIV.

Um dos pontos altos da cerimónia comemorativa dos 50 anos da Adega de Ponta da Barca foi a homenagem prestada aos “quatro associados que entregam as suas uvas há mais de 50 anos” à Adega de Ponte da Barca.

Na ocasião, o presidente o presidente da CVRVV, Manuel Pinheiro, considerou que “o sector cooperativo é hoje mais necessário do que nunca, para valorizar os produtores e a agricultura” e elogiou a “visão estratégica desta adega, que é rara no sector”.

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