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Alto Minho

Alto Minho com redução tarifária nos transportes públicos até final de maio

CIM do Alto Minho abrange dez concelhos do distrito de Viana

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Foto: DR/Arquivo

O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho disse hoje que, até final de maio, serão decididas as reduções tarifárias nos transportes públicos, ao abrigo do Programa de Apoio à Redução Tarifária nos Transportes Públicos (PART).

Questionado pela agência Lusa, à margem da reunião de Câmara de Viana do Castelo, também presidida pelo socialista, José Maria Costa adiantou que, em abril, a CIM do Alto Minho “aprovou as linhas gerais” daquela medida e acrescentou que “cada um dos municípios que integra a estrutura está, agora, a estudar as ações concretas”.

“Vamos reunir em maio. Os meus colegas estão a trabalhar, com as operadoras de transportes, para que, durante este mês de maio, sejam introduzidas reduções das tarifas. Espero que entrem em vigor até final do mês”, sustentou.

José Maria Costa especificou que as verbas previstas no PART serão atribuídas à CIM do Alto Minho, sendo depois transferidas para cada um dos municípios, de acordo com os planos que forem aprovados”.

O PART conta com 104 milhões de euros do Fundo Ambiental, através do Orçamento do Estado, e terá a comparticipação de 12 milhões de euros dos municípios, cabendo a cada Comunidade Intermunicipal (CIM) definir, a nível local, qual será o valor da redução no preço das viagens.

A fórmula de cálculo dos valores a receber ou a comparticipar por cada Área Metropolitana ou CIM tem em conta o número de utilizadores dos transportes públicos, o tempo médio utilizado nas deslocações e “um fator de complexidade dos sistemas de transporte das áreas metropolitanas”.

A CIM do Alto Minho abrange dez concelhos do distrito de Viana do Castelo (Viana do Castelo, Caminha, Vila Nova de Cerveira, Valença, Paredes de Coura, Monção, Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Ponte de Lima).

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Viana do Castelo

Colisão com dois feridos graves corta estrada Barcelos-Viana

Acidente

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Foto: DR

Uma colisão rodoviária provocou o corte total da EN 103, entre Alvarães e São Romão do Neiva, concelho de Viana do Castelo.

Há registo de dois homens com ferimentos graves, com idades compreendidas entre os 66 e os 70 anos.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Viana, a Cruz Vermelha de Neiva, a VMER de Barcelos e a GNR.

O alerta foi dado cerca das 17:30.

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Alto Minho

‘Freestyle’ de concertinas regressa a Arcos de Valdevez (com máscaras e distanciamento)

Tradição minhota

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Foto: Arcos de Valdevez (página de Facebook)

É uma particularidade de domingo no centro de Arcos de Valdevez. As rodas de improviso com concertinas e castanholas a puxar a um pé de dança ao som de modas minhotas estiveram interrompidas durante mais de dois meses face à pandemia de covid-19. Mas hoje regressaram. E sem aviso.

No centro daquela vila, vários tocadores, munidos de máscara e assegurando a distância de segurança recomendada pelas autoridades de saúde, replicaram músicas do coração do Minho, atraindo novamente alguns populares.

No período áureo, durante o verão e com emigrantes, chegam a juntar-se mais de 200 pessoas a cantar, dançar e, claro, a tocar. A moda acabou por ser interrompida pelo surto de covid-19, mas parece agora regressar, ainda de forma tímida, mas com vários participantes.

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Viana do Castelo

IPMA alerta banhistas para perigo de toxicidade dos bivalves em Viana

Ameijoa-relógio, mexilhão, lapa e ameijoa branca

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Foto: Ilustrativa / DR

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) lançou um aviso para a zona litoral de Viana do Castelo face ao perigo de toxicidade de bivalves e outros moluscos que habitualmente se encontram nas praias.

Segundo aquele instituto, que atualizou o mapa de interdição de apanha e comercialização de “moluscos bivalves, equinodermes, tunicados e gastrópodes marinhos vivos”, está proibida a apanha deste género alimentar, tanto para profissionais como para os banhistas.

Em toda a costa de Viana do Castelo está interdita a apanha de ameijoa-relógio, mexilhão, lapa e ameijoa branca, “por conterem toxinas que provocam intoxicação paralisante”, sendo apenas permitida a apanha de ouriço-do-mar.

Ameijoa Branca

Lapa

De acordo com o IPMA, estes bivalves “podem conter toxinas que provocam intoxicação amnésica, intoxicação diarreica ou intoxicação paralisante”.

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