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Alto Minho

Alto Minho caminha contra o lítio, “em defesa da Serra da Peneda e do Soajo”

Caminhada por Arcos de Valdevez, Melgaço e Monção

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O movimento cívico “Em Defesa das Serras da Peneda e do Soajo” promove, na sexta-feira, uma caminhada que percorrerá territórios de Arcos de Valdevez, Melgaço e Monção, nas imediações do Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG), informou hoje aquele grupo.

Segundo aquele movimento cívico que contesta a prospeção de vários minerais, entre eles o lítio naqueles três concelhos do Alto Minho, o percurso terá início pelas 09:30 na Branda de São Bento do Cando, Gavieira, Arcos de Valdevez).

“O objetivo desta iniciativa é promover o usufruto e o conhecimento deste um território de excelência, e a sensibilização de cidadãos e entidades para as temáticas relacionadas com a proteção do património ambiental, paisagístico e cultural”, sustenta o movimento cívico.

Já em maio, o mesmo grupo de cidadãos promoveu uma caminhada para dar “visibilidade ao movimento e à luta que está a travar para impedir a maior ameaça de sempre à integridade das Serras da Peneda e Soajo”.

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Alto Minho

Concluído investimento de 1,5 milhões na ponte da Linha do Minho, em Caminha

“Foi efetuada a substituição integral do carril e travessas de madeira na ponte, bem como a substituição e reparação de peças metálicas rebitadas”

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Foto; Olhares / Nuno Martins

A Infraestruturas de Portugal anunciou, esta sexta-feira, a conclusão de obras de 1,5 milhões de euros na ponte sobre o rio Coura, Caminha, da linha ferroviária do Minho, para “garantir a segurança” da estrutura metálica, de via única, datada de 1879.

Em comunicado, a IP explicou que a intervenção de proteção anticorrosiva da ponte do Coura incluiu a decapagem integral da ponte com jato de areia, para remoção de toda a tinta existente, tendo posteriormente sido aplicado um esquema de pintura composto por três camadas de tinta”.

Além destes trabalhos, especificou a IP, “foi efetuada a substituição integral do carril e travessas de madeira na ponte, bem como a substituição e reparação de peças metálicas rebitadas”.

A “complexidade” desta intervenção, iniciada em junho, implicou “a colaboração de distintas equipas de trabalho da empresa, que, com o seu ‘know-how’, empenho e articulação, permitiu “executar os trabalhos sem comprometer a circulação regular de comboios e cumprindo igualmente com as exigências ambientais relacionadas com as medidas de proteção à dispersão de resíduos”.

A realização da empreitada “contou ainda com o apoio da Polícia Marítima (PM) de Caminha que assegurou os necessários os procedimentos de segurança e apoio à navegação, nomeadamente na emissão de avisos”.

A ponte sobre o Coura “foi uma das primeiras obras realizadas pela Casa Francesa Fives-Lille”. Tem uma tem uma extensão total de 164,210 metros, e um tramo central de 60 metros, com dois dos seus pilares fundeados a 10 e 17 metros de profundidade.

“Em 1999, de modo a adequar a ponte a maiores cargas, foi desenvolvido um projeto de reforço total que, atendendo a relevância da obra de arte – de elevado valor estético e significado histórico – acautelou a preservação das suas características e identidade, reabilitando-a através da criação de uma nova estrutura, sem esconder a original, e que através da aplicação de cores contrastantes permite facilmente identificar as duas”, refere a nota da Infraestruturas de Portugal.

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Alto Minho

Bombeiros resgatam égua ‘selvagem’ presa em armadilha em Monção

Armadilhas para javalis foram a causa provável

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Foto: Facebook de Bombeiros de Monção

Os Bombeiros de Monção procederam, esta quinta-feira, pelas 15:45, ao salvamento de uma égua na união de freguesias de Barroças e Taias, adiantou a Rádio Vale do Minho.

O animal encontrava-se preso numa armadilha, “plantada” em espaço florestal, e foi encontrado em sofrimento por um caçador que deu o alerta.

Foto: Facebook de Bombeiros de Monção

Esta ação contou com o apoio de viatura ligeira e três operacionais desta corporação de bombeiros, incluindo um veiculo de socorro e o veterinário municipal.

“Encontramos uma égua sem qualquer chip de identificação com a pata presa num laço. Uma armadilha provavelmente destinada a javalis. No entanto, quando ela se tentou libertar do laço, caiu-lhe um ramo em cima. Ficou totalmente imobilizada e devia estar assim há várias horas”, explicou Francisco Vaz.

Após o resgate, a égua conseguiu prosseguir, sozinha, pela floresta, apenas com algumas escoriações.

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Alto Minho

Mulher suspeita de liderar rede de droga no Alto Minho fica em prisão preventiva

Único dos sete elementos detidos pela GNR que fica com medida mais gravosa

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Imagem ilustrativa / Twitter

O Tribunal de Viana do Castelo decretou hoje a prisão preventiva para uma mulher e apresentações semanais para mais seis pessoas suspeitas de traficarem droga em três concelhos do Alto Minho, informou fonte da GNR.

Contactada pela agência Lusa, a fonte do Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo explicou que a medida de coação mais grave foi aplicada a uma mulher de 58 anos, considerada “a principal suspeita” neste caso de tráfico de droga, sendo que, “no dia da detenção, na terça-feira, tinha em sua posse a maior quantidade de produto estupefaciente”.

Na altura da detenção, os militares da GNR apreenderam 2.314 doses de vários estupefacientes e mais de 10 mil euros, após o cumprimento de 20 mandados de busca domiciliaria e oito buscas em veículos.

Apreendidas mais de duas mil doses de droga após 28 buscas em Viana, Caminha e Cerveira

Os outros seis envolvidos no processo, cinco homens e uma outra mulher, ficam obrigados a apresentações semanais no posto policial da sua área de residência.

Na quarta-feira, em comunicado, a GNR de Viana do Castelo informou que, além dos sete detidos, com idades entre os 24 e os 58 anos, foram ainda identificados mais oito homens.

A operação, que conduziu ao desmantelamento daquela rede que operava nos concelhos de Caminha, Vila Nova de Cerveira e Viana do Castelo, contou com “o reforço dos Comandos Territoriais do Porto e de Braga, da Unidade de Intervenção e da Polícia de Segurança Pública (PSP)”.

Segundo a GNR de Viana do Castelo, aquela operação resultou de “um processo por tráfico de estupefacientes, cuja investigação decorre há um ano”.

No decurso daquelas ações apreenderam 1.028 doses de cocaína, 1.054 de haxixe, 224 de canábis e oito de MDMA, bem como 10.675 euros e diverso material relacionado com o tráfico droga.

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