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Alto Minho

Investimento de 15 milhões em 100 mil quilómetros de fibra ótica no Alto Minho

Caminha e Viana com cobertura acima dos 95%

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Foto: DR / Arquivo

A Altice Portugal vai investir, até dezembro de 2020, cerca de 15 milhões de euros em mais de 100 mil quilómetros de fibra ótica em quatro concelhos do distrito de Viana do Castelo, disse esta quarta-feira, à Lusa, a operadora de telecomunicações.

Em nota enviada à agência Lusa, a propósito dos investimentos a formalizar, na quinta e na sexta-feira, no distrito de Viana do Castelo, a Altice Portugal explicou que, com as novas empreitadas de infraestruturação de fibra ótica, os concelhos de Arcos de Valdevez, Melgaço e Ponte de Lima vão passar a ter uma cobertura de cerca de 75%, Caminha de 95% e Viana do Castelo superior a 95%.

“São mais de 100.000 quilómetros de fibra ótica que vão ligar estes municípios”, sustenta a Altice Portugal.

Na quinta e na sexta-feira, a Comissão Executiva da Altice Portugal, liderada pelo presidente executivo, Alexandre Fonseca, vai deslocar-se aos quatro concelhos do Alto Minho para formalizar, com as respetivas câmaras, os protocolos para “o reforço do investimento em infraestruturação de fibra ótica”.

“Rumamos agora ao norte do país, neste que é o último périplo de 2019. Ao longo do ano, percorremos Portugal de norte a sul, passando pelas ilhas. Desde janeiro de 2018, já foram realizados 14 périplos, mais de 20 deslocações, tendo a Comissão Executiva da Altice Portugal percorrido mais de 15 mil quilómetros”, especificou o presidente executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, citado na nota.

Segundo dados da operadora, “4,9 milhões de casas já se encontram com cobertura de fibra ótica de última geração, estando a Altice Portugal a menos de 10% de atingir o objetivo de 5,3 milhões de casas, 27 mil lugares, 308 concelhos e mais de três milhões de quilómetros de fibra, que vão tornar Portugal o primeiro país da Europa com cobertura praticamente integral de fibra ótica”.

“Só em 2019, a Altice Portugal já realizou um conjunto de investimentos em infraestruturação nas aldeias históricas de Portugal, no maciço central da serra da Estrela, no Alto Alentejo, na Guarda e Meda, tendo também apresentado o projeto 100% fibra, garantindo já a cobertura integral de mais uma centena de freguesias do país, nomeadamente, em 22 municípios e 111 freguesias, contribuindo de forma destacada para o desenvolvimento económico de Portugal”, sustenta a empresa.

Além dos protocolos de investimento a estabelecer com as quatro autarquias do Alto Minho, ao abrigo de “ações de responsabilidade social” a Altice Portugal vai oferecer ‘tablet’s’ a agrupamentos escolares de Caminha e Ponte de Lima para “criar oportunidades iguais para todos os jovens, contribuindo, assim, para a construção da sociedade da informação e acesso às tecnologias de informação e comunicação”.

A empresa vai ainda estabelecer com a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho um protocolo “com o objetivo de criar valor e promover a região”.

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Alto Minho

Queixas de moradores força mudança de local do Festival Sonic Blast em Moledo

Nova localização discutida na terça-feira

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Foto: Facebook de Sonic Blast

O presidente da Câmara de Caminha disse, esta sexta-feira, que as queixas da população de Moledo estão na origem da mudança de local do Sonic Blast e que na terça-feira haverá uma reunião para analisar um novo espaço para o festival.

Em declarações à agência Lusa, Miguel Alves adiantou ter recebido um abaixo-assinado de moradores de Moledo, lançado após à edição de 2019, queixando-se do “barulho e dos danos que o som excessivo causava nas habitações mais próximas do evento”.

O autarca reconheceu a “dimensão e projeção interessante” que o festival de rock psicadélico e ‘stoner rock’ atingiu, adiantando que a nova localização deverá ficar resolvida na reunião que irá decorrer na Câmara de Caminha, na terça-feira, pelas 15:00.

Contactado pela Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de Moledo, Joaquim Guardão, confirmou as reclamações dos moradores, adiantando que “as pessoas não estão contra o festival, mas contra o local onde decorre”, em pleno centro da freguesia.

“Não têm descanso e, além de não dormirem antes, durante e depois de cada dia do festival [que decorre em agosto], queixam-se de que o som forte lhes provoca danos nas casas”, referiu.

Joaquim Guardão explicou que “a Câmara de Caminha e a junta estão a desenvolver todos os esforços para encontrar um novo local, mais longe das casas, para instalar um festival muito importante para a freguesia e que, este ano, terá a sua décima edição”.

“É uma mais-valia para Modelo e para Caminha. Não queremos que o festival saia do concelho. Acredito que da reunião da próxima terça-feira sairá fumo branco”, afirmou o autarca.

Joaquim Guardão especificou que as últimas nove edições do festival decorreram “na Rua da Costa, próximo do edifício da junta de freguesia, no espaço de um parque infantil, bem no centro de Moledo”.

O novo espaço em estudo “fica situado nas proximidades da antiga estrada velha”, como é localmente conhecida, “mais distante do centro de Moledo, mas igualmente bem localizado”.

A Lusa contactou o organizador do festival, Ricardo Rios, que se escusou a fazer comentários, remetendo uma posição sobre o assunto para um comunicado que irá emitir, sem, no entanto, especificar quando.

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Alto Minho

APPACDM de Ponte de Lima com exposição na Fundação Bienal de Cerveira

“Confrontos vividos por diversos autores”

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Foto: Facebook de APPACDM de Ponte de Lima

“Confrontos”, da autoria dos alunos da delegação de Ponte de Lima da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) é uma das três exposições de pintura a inaugurar no sábado, em Cerveira, e que iniciam o plano de atividades da Fundação da Bienal de Arte de Cerveira (FBAC) para 2020.

Em causa, para além de “Confrontos”, estão as exposições “Ilha dos Imortais”, de Tereza Trigalhos, e “Global Make-Up Program”, de Zoran.

A exposição da APPACDM “debruça-se sobre os confrontos vividos por diversos autores, sejam individuais, únicos e irrepetíveis, onde as intenções rumam à construção de projetos de vida e nos transportam para novos mundos, recorrendo à pintura, à cerâmica e diversas técnicas mistas”.

“Em termos das artes plásticas destaco as obras de Tereza Trigalhos e Zoran, até pelos seus currículos, mas é também muito importante para a FBAC a mostra dos trabalhos dos alunos da APPACDM, por resultar do trabalho do nosso serviço educativo”, afirmou, esta sexta-feira, à Lusa o diretor artístico da fundação, Cabral Pinto.

As exposições “Ilha dos Imortais”, “Global Make-Up Program” e “Confrontos” vão ser inauguradas, no sábado, às 16:00, no Museu Bienal de Cerveira, com a presença dos artistas representados.

Para Tereza Trigalhos, citada num comunicado enviado à imprensa, o objetivo da sua mostra consiste em “perpetuar a liberdade através de um apelo a que os seres se tornem livres e que não fiquem agarrados àquilo que nos querem impor”.

Já a mostra de Zoran, segundo o diretor coordenador do MAC – Movimento Arte Contemporânea e Ensino, Álvaro Lobato de Faria, representa “um entendimento globalmente vivido e vivenciado por cada um de nós quotidianamente, em que cada indivíduo é, talvez, o seu único passivo, acrítico e impudico espetador”.

O plano de atividades da FBAC para 2020, adiantou Cabral Pinto, prevê ainda, na primavera, a exposição 220 Edições de Arte: Ação e Luz2, de Silvestre Pestana e, entre 10 de julho a 13 de setembro, a XXI Bienal de Vila Nova de Cerveira, com o tema “Diversidade – Investigação. O Complexo Espaço da Comunicação pela Arte”.

A mostra “Mulheres Artistas na coleção da FBAC”, que retratará “o acervo e a intervenção das mulheres na pintura e nas artes”, e a exposição “De outro Modo”, de três artistas do Porto (Sobral Centeno, Vasco Coutinho e Manuel Porfírio), completam a programação de 2020.

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Alto Minho

Mais dois quilómetros de ecovia com passadiços em Arcos de Valdevez

Investimento de 175 mil euros

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Passadiços do Vez. Foto: O MINHO

A Câmara de Arcos de Valdevez aprovou, na última reunião do executivo, o arranque do procedimento concursal relativo à “Expansão da Rede de Ecovias – Ecovia de Loureda/Cabreiro”, com preço base de 175 mil euros.

“Com o presente projeto pretende-se realizar os trabalhos de implantação de uma ecovia com uma extensão aproximada de cerca de dois mil metros, e que permita a alteração à ecovia existente, desde o Poço das Caldeiras a S. Sebastião, que se desenvolvia ao longo de estrada municipal», lê-se no comunicado enviado a O MINHO.

O trajeto proposto desenvolve-se “de forma contínua ao longo do rio, em pavimento natural e passadiços”, disse a O MINHO fonte da Câmara.

A ideia passa por tornar o percurso “mais agradável e seguro para quem o quiser realizar e irá, ao mesmo tempo, aumentar o potencial turístico da ecovia, a qual já é procurada por milhares de turistas”, sublinha a mesma fonte.

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