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Braga

Altice Forum Braga abriu há dois anos

Efeméride

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O Altice Forum Braga assinalou hoje o segundo aniversário, debatendo a retoma do turismo de negócios.


Ricardo Rio, presidente da Câmara, destacou a requalificação do espaço, inaugurado a 11 de setembro de 2018 por Marcelo Rebelo de Sousa, como “um momento marcante para a cidade”.

“Este equipamento sofreu uma intervenção transformadora que não se limitou a reabilitar fisicamente o espaço, mas que efetivamente promoveu a sua reinvenção”, disse o autarca durante a sessão de abertura da conferência comemorativa “Fórum Turismo de Negócios: a retoma.

“Passou a ter o maior auditório do Norte do país, a grande nave passou a ser um dos espaços mais versáteis que existem a nível nacional e todo o equipamento foi desenhado para poder corresponder a uma multiplicidade de eventos. Esta transformação posiciona o Altice Forum Braga num referencial de inovação e qualidade tendo em conta os padrões internacionais”, acrescentou.

Passados dois anos da sua inauguração, o Altice Forum Braga conta já com mais de 380 eventos realizados e com a visita de mais de 776 mil pessoas, distribuídas por congressos, espectáculos, concertos, festivais, eventos desportivos e corporativos.

“A realidade veio corroborar esta aposta e demonstrar que valeu a pena todo o investimento realizado”, vincou o autarca, na sessão que contou com a diretora coordenadora do Turismo de Portugal, Lídia Monteiro.

Com uma multitude de eventos já realizados, o Altice Forum Braga tem atraído todo o tipo de público e diversos parceiros que viram neste equipamento todas as condições para realizarem os seus projetos.

“Este é um espaço multifuncional com um potencial de aproveitamento enorme que tem sido valorizado pelos nossos parceiros e disso têm beneficiado os Bracarenses”, sublinhou Ricardo Rio, lembrando o retorno financeiro que o Altice Forum Braga proporcionou à cidade e a toda a região, dando como exemplo da realização do Dance World Cup, uma competição mundial que teve lugar no ano transacto, e que trouxe a Braga cerca de 27 mil visitantes, oriundos de 60 países, gerando para a economia local um retorno direto superior a 12 milhões de euros.

Numa altura delicada para o setor, Ricardo Rio lembrou que, por força das circunstâncias da pandemia, o espaço vai perder cerca de 80% do número de visitantes, o que representa uma perda de aproximadamente 1 milhão de euros das receitas diretas de eventos que normalmente seriam realizados no espaço.

“Ao assinalar este aniversário com o foco na retoma do turismo de negócios, estamos a dar um sinal de esperança e a mostrar que o trabalho que temos desenvolvido, em parceria com diversas entidades de áreas muito distintas, é para continuar e queremos voltar a ter a casa cheia tão cedo quanto possível”, concluiu Ricardo Rio, destacando o papel de toda a equipa da InvestBraga nestes últimos dois anos.

Esta conferência contou também com as intervenções de Luís Pedro Martins, presidente do Turismo Porto e Norte, Vitor Costa, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, e de João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, que analisaram os desafios da retoma para o sector.

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Braga

Morador ‘agarra’ ladrão que estava a assaltar garagens num prédio em Braga

Assalto

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Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Um morador do prédio n.º 12 da Rua Feliciano Ramos, em Braga, surpreendeu um homem suspeito de estar a assaltar garagens no parque subterrâneo do edifício, durante a madrugada deste sábado, apurou O MINHO no local.

O morador, de nome Tiago, estava dentro da sua garagem a fazer uns trabalhos quando ouviu barulhos violentos vindos do parque, cerca das 02:15 desta madrugada.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Edifício 12 da Rua Feliciano Ramos, em S. Vicente, Braga. Foto: Fernando André Silva / O MINHO

“Fui ver o que se passava e encontrei o indivíduo, escondido atrás de um pilar. Perguntei-lhe o que estava a fazer e ele disse que veio fumar um charro. Perguntei-lhe se morava ali e ele disse que não, então agarrei-o e chamei o zelador”, disse Tiago a O MINHO.

O suspeito, de 28 anos, que disse ter residência em Vila Verde, ficou no local até chegada de elementos da PSP de Braga, que procederam à sua detenção.

Pelo que apuramos, o homem tinha na sua posse ferramentas que pertenciam a moradores do prédio, tendo já estroncado algumas portas de garagens e também do acesso ao parque, por onde terá entrado.

O suspeito será o mesmo que, há alguns meses, foi surpreendido a roubar no bairro das Fontaínhas, tendo sido agredido por populares que o encontraram. Já tem antecedentes criminais.

Na tarde deste sábado, a PSP voltou a ser chamada ao mesmo local na sequência do assalto da madrugada, após desentendimentos entre vizinhos.

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Braga

Tribunal de Vieira do Minho manda ‘Pirata’ de volta para a cadeia

Prisão preventiva

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

André “Pirata”, que foi detido em Braga na sexta-feira depois de furtos na Póvoa de Lanhoso, fica em prisão preventiva enquanto aguarda julgamento, decidiu hoje o Tribunal de Vieira do Minho.

De acordo com o Jornal de Notícias, também o cúmplice viu ser-lhe decretada a mesma medida de coação.

André Pirata, cadastrado que estava em fuga em Braga, acabou por ser detido, cerca das 12:30 de sexta-feira, pela GNR junto a uma capela, onde se encontrava escondido, em Adaúfe.

O suspeito estava em fuga após perseguição policial que tinha culminado com o despiste contra um muro da viatura roubada em que seguia e na detenção cúmplice que o acompanhava.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Pirata é o mesmo homem que em 24 de setembro abandonou a namorada à porta do Hospital de S. João da Madeira, no distrito de Aveiro, após ter sido baleada, alegadamente pela PSP.

A mulher, de 23 anos, acabou por morrer.

A perseguição de ontem da GNR aconteceu após ter ocorrido um furto numa viatura na Póvoa de Lanhoso.

A GNR terá dado ordem de paragem à viatura em que seguiam os dois suspeitos, mas a ordem não foi acatada.

Os suspeitos puseram-se em fuga e foram perseguidos pela GNR, mas acabaram por se despistar contra um muro em Adaúfe, em Braga, onde o comparsa de Pirata foi detido no imediato.

Há registo de danos numa viatura da GNR, alegadamente provocados pelo veículo dos suspeitos.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Na madrugada de 24 de setembro, a PSP detetou uma viatura suspeita a circular numa área onde têm ocorrido vários furtos em viaturas, na Avenida do Vale, em São João da Madeira, “com as luzes desligadas, parando junto dos veículos estacionados”.

Momentos depois, os agentes ouviram um ruído correspondente à quebra de um vidro de uma viatura ali parqueada, indiciando uma prática criminal, pelo que abordaram os seus ocupantes.

Durante a abordagem, a PSP diz que foram efetuados vários disparos pelos agentes, mas a viatura suspeita conseguiu fugir do local, sem que fosse possível deter os seus ocupantes.

“Posteriormente, deu entrada no Hospital de São João da Madeira uma cidadã com ferimento por arma de fogo, que se supõe estar relacionada com ocorrência descrita”, refere o comunicado, adiantando que a mulher entrou em paragem cardiorrespiratória e acabou por morrer no hospital.

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Braga

Brasileira detida na Cairense condenada ou absolvida? Tribunal Administrativo pergunta ao Judicial

Imigração ilegal

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Foto: Google Maps

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga notificou a defesa de uma cidadã brasileira a residir em Braga – que contestou a decisão de expulsão tomada pelo SEF- Serviço de Estrangeiros e Fronteiras que a encontrou na Residencial Cairense – para que “informe o tribunal sobre o estado do processo-crime n.º 6689/19.0T8BRG, (em curso no Tribunal Judicial local), nomeadamente sobre se já foi proferida decisão de condenação ou absolvição”.

E acrescenta a notificação da juíza: “em caso afirmativo, deverá juntar cópia da decisão, com informação de trânsito em julgado”.

Em declarações a O MINHO, o advogado João Magalhães disse que a pergunta da juíza do Administrativo “é bem demonstrativa da inadequação das leis criminais relativas à permanência de estrangeiros em Portugal: existe um processo-crime no Tribunal contra a minha constituinte, mas que não tem objeto concreto, dado que a decisão de expulsão é um ato administrativo. De resto, se assim não fosse, o prazo da dedução de uma acusação contra ela já teria sido ultrapassado”, afirma.

Oito apanhadas na Cairense

Conforme O MINHO tem noticiado, a imigrante integrava um grupo de oito cidadãs brasileiras detidas em dezembro de 2018 pelo SEF na Residencial Cairense em Braga, supostamente na prática do alterne.

Uma delas já foi expulsa, e outras duas recorreram para o Administrativo, onde lhes foi admitida uma providência cautelar, permitindo que fiquem no país até ao julgamento da ação principal.

Apesar disso, continuam a ter de se apresentar semanalmente na PSP, até que o processo seja julgado no Tribunal o que pode demorar seis anos a ser decidido.

Na opinião do jurista, esta situação é, não só absurda, mas também inconstitucional porque viola a lei fundamental no que toca a direitos, liberdades e garantias: “há um processo-crime que, na prática não existe, mas que as impede de sair do país e as obriga a ir todas as semanas à Polícia”, lamenta.

O jurista propõe, por isso, que as leis que regem a permanência de estrangeiros em Portugal sejam alteradas, adequando-as aos princípios constitucionais.

“É inaceitável e inconcebível que o Estado Português e o Tribunal continuem a tratar a cidadã como uma prostituta. Quando, na verdade, a mesma, tem uma sentença do Tribunal Administrativo Fiscal de Braga e um Acórdão do Tribunal Central Administrativo do Norte, que prova, inegavelmente, que não se encontra em território português a prostituir-se. Encontrando-se sim, à procura de emprego, na tentativa de se estabilizar profissional e economicamente”, lê-se num requerimento feito pelo advogado.

Provas de prostituição são “conjeturas”

Recorde-se que, o Tribunal Central Administrativo do Norte rejeitou um recurso do SEF e confirmou a decisão do Administrativo de Braga de suspender a expulsão de uma cidadã brasileira, a qual não chegou a sair de Portugal, devido à interposição de uma providência cautelar.

A imigrante havia sido detida, em dezembro, com outras sete mulheres, numa operação policial na Residencial Cairense em Braga.

Agora, o seu advogado de defesa, João Magalhães que representa, ainda, outra cidadã brasileira detida na mesma noite na Cairense, pediu à juíza que anule a obrigatoriedade de as duas se apresentarem semanalmente na PSP.

No requerimento, o jurista lembra que, e conforme O MINHO noticiou, o Administrativo de Braga já considerara, na sua sentença, não ter ficado provado que a mulher trabalhasse no alterne ou na prostituição já que foi encontrada a tomar café naquela unidade hoteleira.

O Tribunal do Norte, a segunda instância, confirmou esta versão e diz que o SEF a expulsou com base em “meras conjeturas, não demonstradas e apenas com provas indiciárias”.

Embora o advogado não o especifique, a verdade é que, se a medida de coação de apresentações semanais na Polícia não for revogada, as duas imigrantes terão de ali se deslocar ao longo de vários anos, já que, como é sabido e não se prevê que tenha alteração a breve prazo, um processo no Tribunal Administrativo de Braga pode durar seis a dez anos a ser decidido, por falta de juízes e de salas.

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